Brasileiros interessados em participar do programa Ciência sem Fronteiras têm preferido concorrer a bolsas em Portugal e na Espanha do que nos EUA e no Reino Unido, que concentram as melhores universidades do mundo. Para participar do CsF, o universitário precisa estar entre os melhores no Enem e comprovar proficiência na língua do país que oferece a vaga almejada. Mesmo os bons alunos brasileiros têm inglês ruim, reconheceu o MEC. Para tentar atenuar o problema, o governo federal lançará nas próximas semanas o programa Inglês sem Fronteiras, que vai oferecer cursos de seis meses para preparar os universitários para os exames de proficiência.
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