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Inovações em Educação

Rio inaugura escola sem salas, turmas ou séries

Escola municipal, localizada na Rocinha, teve seu espaço alterado para comportar tecnologia e a lógica de ensino em grupo

por Patrícia Gomes 25 de janeiro de 2013

O Rio de Janeiro começa, nas próximas semanas, a experimentar um novo tipo de escola. Nada de séries, salas de aula com carteiras enfileiradas e crianças ordenadamente caminhando pelo espaço comum. A aposta para dar a 180 crianças e jovens da Rocinha uma educação mais alinhada com o século 21 é o Gente, acrônimo para Ginásio Experimental de Novas Tecnologias, na escola Municipal André Urani. O espaço, que acaba de ser totalmente reformulado para comportar a nova proposta, perdeu paredes, lousas, mesas individuais e professores tradicionais e ganhou grandes salões, tablets, “famílias”, times e mentores.

Não houve pré-seleção. Os alunos que farão parte dessa nova metodologia já são os matriculados na escola antes da reforma. Mas agora as antigas séries serão extintas e não haverá mais as salas de aula tradicionais, com espaço para 30 e poucos alunos. Em vez disso, os jovens – que estariam entre o 7o e 9o anos – serão agrupados em equipes de seis membros, chamadas de “famílias”, independentemente de sua série de origem. A formação das famílias ocorrerá em parte por afinidade, a partir da escolha dos próprios membros, e em parte a pelo diagnóstico de habilidades ao qual os alunos se submeterão no início do ano letivo.

Essa avaliação, que ocorre assim que eles chegarem ao Gente, pretende fazer um raio-x do estado da aprendizagem de cada um, tanto do ponto de vista do conteúdo tradicional quanto das habilidades não cognitivas, como comunicação, senso crítico, autoria. Cada aluno terá um itinerário de aprendizado pessoal, que funciona como uma espécie de playlist, só que em vez de músicas, estarão os pontos que ele precisa aprender ou desenvolver. Será o jovem o responsável por escolher a forma como o conteúdo lhe será entregue – videoaulas, leituras, atividades individuais ou em grupo. Todas as semanas os alunos serão avaliados na Máquina de Testes, um programa inteligente que propõe questões de diferentes níveis de dificuldade, para garantir a evolução no conteúdo. Quando ele não chegar ao resultado esperado, o jovem receberá uma atenção individualizada.

Tal atenção é de responsabilidade do mentor da família, o professor. Cada mentor será responsável por três famílias, que reunidas serão chamadas de equipe. “O mentor deve dar uma educação mais ampla, preocupada não só com os conteúdos tradicionais, mas com higiene, com aspectos socioemocionais do aluno, com a motivação dele”, diz Rafael Parente, subsecretário de novas tecnologias educacionais da Secretaria Municipal de Educação do Rio, explicando a mudança no papel do professor naquele contexto. Em vez de dar aula de português ou matemática, o mentor vai ajudar o aluno a encontrar a informação de que precisa para entender o conteúdo, mesmo que o assunto não seja o da sua formação.

Ilustrações de como será o Gente, na Rocinhacrédito Divulgação

 

Assim, explica Parente, se um professor de língua portuguesa precisar explicar um assunto mais específico de matemática, ele deve pedir ajuda para membros da família, se sentar com o aluno para assistir à videoaula da Educopedia com ele, tentar aprender junto. “O professor não vai ser mais aquele que transmite o conhecimento. Ele vai ser especialista na arte de aprender”, diz o subsecretário. O grupo de mentores que fará parte do Gente foi treinado para essa nova forma de lecionar.

Todos os dias, ao chegarem à escola, os alunos passarão por um momento de acolhida, em que compartilharão com seus pares experiências e expectativas para o dia. A jornada na escola é integral. Neste tempo, com o auxílio de seu itinerário e a liderança do tutor, cada um deverá decidir o que e em que ordem estudar e poderá, à livre escolha, se juntar a grupos de estudo de língua estrangeira, robótica, esportes, artes, desenvolvimento de blogs. É nesse momento que uma pergunta inevitável aparece: mas se o aluno não quiser fazer nada, ele não vai fazer nada, certo? Mais ou menos. Os mentores, explica Parente, estarão sempre por perto para motivar os alunos a avançarem, as avaliações mostrarão quem está ficando para trás e os integrantes da família – o tal grupo de seis – também deve incentivar uns aos outros. “Quando o aluno é protagonista do próprio aprendizado, faz suas escolhas, ele se envolve mais, se empolga mais com a escola.”

A tecnologia é outro fator importante na forma como o projeto foi organizado. Para que os alunos possam escolher entre ambiente virtual ou presencial, era preciso que todos os alunos tivessem acesso a equipamentos e internet. Por isso, cada aluno terá o seu tablet ou netbook e, quando for pedagogicamente justificável, vai poder levá-lo para casa. Todas as dependências do André Urani terão internet sem fio de alta velocidade.

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educação online, escolas inovadoras, tecnologia, videoaulas

  • Claudia Cristina Machado

    Parabéns pela coragem de enfrentamento de um sistema educacional instituído, em vias de falência, mas ainda forte como Hercules! Movimentos assim são como sementes que podem semear as terras do Brasil. Parabéns!

  • Muito boa esse modelo experimental de ensino. Que seja um sucesso! É necessário incentivar os alunos a aprendizagem através de um ensino diferenciado e eficaz. Não há limitações para aprender e para inovar.

    • Gledson Souza

      Se o modelo é experimental como você sabe que é muito bom?

      • marcia

        ela nao falou que o resultado é bom, disse que o modelo é bom

        podemos ter modelos horriveis

        • jose emanuel monteiro

          Só poderemos saber se o modelo é bom o mal pelo resultado. Mas, desde já, não estou acreditando que essa inovação pedagógica traga resultados positivos. Está me parecendo mais uma “invencionice” do que uma evolução.

        • Flavio

          Esse modelo já é implementado na Escola da Ponte em Porto-Portugal tem tempo. E lá, tem dado certo. É um modelo que o Rubem Alves (escritor e ex-reitor da UNICAMP) há muito tempo, briga para implementar.

        • Luciene Meza

          Este projeto é novo, se perceber a data que o projeto nasceu. Por essa razão os resultados ainda não podem ser apresentados. Assim, o projeto é bom, os resultados virão depois… É importante ler bem, antes de tecer comentários, fica a dica!

      • Sandra Brito

        Olá Gledson, entendi que é experimental nesta escola, pois há 30 anos, nosso querido José Pacheco, desenvolve este tipo de trabalho, na Escola da Ponte em Portugal. Temos várias escolas no Brasil em esta metodologia, pesquise sobre o Projeto Âncora, Amorim Lima, Escola Maria Peregrina aqui em São José do Rio Preto, interior de SP. Eu estive lá, e vi a escola que sonhei…..Um abraço!!!!

        • EDGARD COELHO DE ANDRADE

          Olá Sandra,
          convido voce a conhecer a VILA ESCOLA PROJETO DE GENTE que funciona em Cumuruxatiba (BAHIA). Visite o site
          http://www.vila-escolaprojetodegente.com.br/ e descubra mais uma desta iniciativas inovadoras das escolas democráticas desenvolvida aqui no Brasil sob a condução do e educador, terapeuta e médico Alexandre Cavalcanti.
          Saudações
          Edgard

        • Luciene Meza

          José Emanuel,

          não é “invencionice” é uma realidade latente. Sugiro que leia mais sobre este e outros projetos existente aqui no Brasil – Ex. Escola Municipal Desembargador Amorin Lima, na zona Oeste de SP – existe há 11 anos. Um projeto muito semelhante ao GENTE (do Rio).
          Aproveito para questionar o porque de pessoas fazerem críticas por críticas, sem fundamentar suas críticas apresentando posições claras de que há outros projetos melhores ou inovadores. Criticam porque precisam criticar.
          Está na hora dessa postura mudar, há colegas professores, que estão atuando numa construção concreta de mudança no cenário educacional brasileiro. Vale a pena, abrir mais os horizontes e perceber as mudanças existentes. Criticas por criticas já estamos fartos.

      • Rachel Cavalcanti

        Ali, no Rio de Janeiro pode até ser experimental. Mas já existem resultados muito positivos em algumas escolas em algumas partes do mundo, inclusive a Lumiar em São Paulo. Outra delas, mais antiga e que inspira outras, é a experiência da Escola da Ponte, que fica em Portugal, perto da cidade do Porto, e que foi muito bem descrita no livro de autoria do Rubem Alves: “A escola com que sempre sonhei e não sabia que existia”.

      • Carla

        Caro, Gledson. Outra proposta bastante semelhante a esta acontece em Portugal na Escola da Ponte (Vila das Aves). A escola já existe há mais de 30 anos e obtém grandes resultados.
        Parabenizo a iniciativa e torço para que tenha continuidade .

      • Vasconcelos Júnior

        O modelo pode ser experimenral aqui no Brasil, mas em Portugal e no Estados Unidos já existe a muito tempo um proposta parecida com essa. Basta procurar no google sobre a escola da ponte e a escola sumerhill.

      • Mateus Alexandre

        Porque não é experimental. Isso se baseia em Aprendizagem Cooperativa, teoria educacional relativamente difundida que tem origem estadunidense. A inovação aqui está no investimento e na aprovação da mídia.

      • Mariana

        O modelo é experimental no Rio, mas já existem experiências muito bem sucedidas em Portugal (Escola da Ponte) e nos Estados Unidos (Free Schools).

      • Ewerton

        Esse modelo é experimental aqui no Brasil, mas se você fizer uma breve pesquisa sobre “Escola da Ponte em Portugal”, saberá que é um Sistema Educacional de grande vulto e Sucesso reconhecido naquele País. E, que põe no bolso diversas metodologias ora aplicadas aqui no Brasil. Faço votos para que este modelo de educação chegue o quanto antes no meu Município e preferencialmente de forma gratuita!!!

  • Fatima Lucia Braga

    GENTE será um sucesso .Um maneira de ensinar e aprender de forma diferente e com pessoas que estão empenhadas para conseguir melhorar a Educação carioca,#VQV.

    • Elen

      Fátima, pelo que entendi não é a educação CARIOCA a questão aqui! Sai da caixa. É isso o que esse novo modelo está fazendo, quebrando as paredes para enxergar melhor.

  • Educação para a Liberdade, os Direitos Humanos e a Orientação Digital são fundamentais para a viabilidade de métodos ativos de aprendizagem. Na observância da contextualização de uma educação vinculada a um ambiente de informática, as escolas terão presente que: na situação de ensino e aprendizagem, o conhecimento é transposto da situação em que foi criado, inventado ou produzido, e por causa desta transposição didático-virtual deve ser relacionado com a prática ou a experiência do aluno a fim de (re)adquirir significado; a relação entre teoria e prática virtuais requer a concretização dos conteúdos curriculares em situações mais próximas e familiares do aluno, nas quais se incluem as do trabalho e do exercício da cidadania; a aplicação de conhecimentos constituídos na escola às situações da vida cotidiana e da experiência virtual permite seu entendimento, crítica e revisão de conteúdos educativos. A Educopédia viabiliza o despertar da curiosidade intelectual do educando em casa e em sala de aula, estimula o sentido crítico e permite a compreensão do real no virtual, mediante a aquisição de autonomia na capacidade de discernir: exercício da memória, da atenção e do pensamento. E viva a Neill’s Summerhill School brasileira!

  • Gledson Souza

    Coisas feita por dementes para criar mais dementes e acabar de uma vez por todas com a já combalida educação do Brasil. Esse comunistas do Rio conseguem ser piores do que os de Brasilia.
    O inverno está chegando. Que Deus nos proteja!

    • Joana

      É você realmente acredita que o modelo tradicional esta criando resultados, formando seres humanos? Talvez seja você o demente!

      • Ricardo

        Gledson está certo. O atual sistema de Ensino não está funcionando porque pessoas como você o destruíram ao longo dos anos. Antes, quando o sistema era rígido, o Ensino era melhor e a Educação Pública era considerada superior. Mas chegaram os pedagogos e o CÂNCER do Paulo Freire e destruíram tudo o que existia. Se você é professora, RASGUE seu diploma. Você não o merece.

        • Luciene Fernanda da Silva

          Não sou historiadora, mas tenho sérias dúvidas se o Ensino era melhor “antes” que “hoje”… Sinto cheiro de falácia.

        • M

          Faz o favor amigo, quando acabar de falar dê a descarga. Consigo sentir o cheiro de merda das suas idéias daqui.
          Instruir não é educar. Estou vendo como o ensino “rígido” e “superior” criou você.

        • Paula

          Desculpa mas acho que você não deve lembrar que a educação pública ficou efetivamente sucateada com a nossa “queridíssima” ditadura militar. Eles sim bloquearam o acesso a informações e cursos que estimulassem o pensamento crítico, como filosofia, contribuindo para uma alienação cada vez maior.
          Não entendi muito bem esse novo modelo, não posso dizer se é melhor ou não do que a educação tradicional, pelo que eu li não entendi se haverá a disciplina necessária para matérias mais puxadas como física, química e matemática.

        • Maria Lucia Lima

          Infelizmente algumas pessoas se dizem pedagogos e tem uma mente super fechada. Talvez queiram a volta da palmatória.
          Acho que este modelo tem tudo pra dar certo. Parabéns pela iniciativa

        • Ewerton

          Ai, vc conheceu o Paulo Freire aonde? Num Baile Funk?? Ou numa roda de Pagode?!?! E pra quem acha que a Ditadura ferrou com o Brasil, dá uma revisada na História da Educação de 1950 até 1964… sem compromisso! E depois, se tiver um pouco de humildade e respeito poste aqui suas desculpas!!!!

    • marcia

      pelo visto que tem problemas é vc

      • Edward Vieira

        Luciene, também não sou historiador e concordo com você. Acho que essa falácia foi criada pelo fato de que, no passado, os alunos eram melhores, devido à cruel seleção que só permitia ingresso aos melhores. E os que não eram melhores iam para onde? Não iam… Hoje há vagas para todos (ou quase). Melhores ou não.

      • Luciene Meza

        Leio os bate bocas… Que coisa! Que nível! São vocês professores!?
        Pois bem… Se sim, como precisamos melhorar mesmo a educação no país a começar por professores que tem essa postura que li aqui – lamentável. A pior vergonha a se sentir é a vergonha alheia.
        Que tipo de professores são, que alunos vocês ajudam a se desenvolver tendo posturas assim??

        Bem, melhorando a discussão, o projeto GENTE como o da escola Amorin Lima em SP são exemplos de que a educação pode ser transformada neste país. Que um novo conceito de escola está sendo construído e que a verticalização do ensino pode ser mudado. O empoderamento do aluno e do professor é possível quando travamos esse rompimento com o velho paradigma e transformamos mudanças em construção do saber de forma emancipatória. Os alunos são do século XXI, necessitamos de escolas e professores do século XXI. Não como temos hoje em nosso país, onde a educação parou no século XIX. A inovação vai além da valorização do professor, ela perpassa as relações institucional – afinal, a escola como instituição moderna, mantêm seu papel social.

    • Ewerton

      Qual a sua formação, cidadão?!?!

  • Simon Salama

    Chegamos ao fundo do poço, educacional, cultural, social. Qualquer tentativa, agora desesperada, é válida!

    • Pedro Bergamo

      Impressionante o nosso modelo escolar tradicional, que data de 200 anos, não funcionar mais. Afinal, foram “só” duzentos aninhos, quem disse que é hora de mudanças?

      Ainda bem que já existem essas iniciativas, que além de terem refletido sobre o desgaste do modelo tradicional de ensino, propõe novas abordagens. Desejo muito sucesso ao projeto!

      • Ricardo

        Falácia. Nosso modelo atual não data de 200 anos. Foi estuprado a partir da década de 1970, onde aluno pode tudo e professor é achincalhado, humilhado, atacado, ofendido, vilipendiado e tido como vilão. Na década de 1960, professores eram bem remunerados, respeitados e reconhecidos. Alunos eram cobrados por seu desempenho, as provas eram difíceis e os sistemas vestibulares eram rigorosos. Hoje temos o coitadismo, as proteções e alunos batendo em professores, diretores humilhando mestres e pais querendo que tudo se resolva na escola, pois não querem usar de autoridade em casa e se revoltam quando o professor dá nota baixa por o aluno não ter estudado. Professores são ameaçados de morte ou de demissão caso não dancem conforme a música. Volte-se o Ensino como era e chega dessas novidades macabras.

        • Luciene Fernanda da Silva

          Nem na época das aulas régias (lá pelo século XVIII) eram os professores “bem remunerados, respeitados e reconhecidos”…

        • Yoko

          E vc acha que a culpa é do ensino?
          Muitos trabalhos já mostraram que o método pedagógico de hoje é falho. Uma pessoa aprende muito mais quando não decora, quando não engole o que o professor diz.
          Leia um pouquinho.

        • Pedro Bergamo

          Pelo visto você não sabe o que significa modelo educacional… você só me deu exemplos da deterioração do próprio. Ou você acha que entre dos anos 60 para os 70 o MODELO mudou? Não, o que aconteceu foi sua deterioração, contínua até os dias de hoje.

          Mais uma vez, aplausos pros que tem coragem de mudar.

    • falou pouco….issso msm! novas idéias GENTE…

  • É importante dizer que há grandes parceiros nesse projeto (institutos, fundações, empresas) e também o MEC, que quer experimentar o modelo em outras cidades e estados.

    • Ricardo

      MEC defende aprovação automática. Isso lhe diz algo? Brasil: onde se queima livros, persegue-se escritores e deixa apodrecer material escolar. Verba? Só para times de futebol e assistencialismo para garantir votos.

      • Rafael Parente

        Ricardo, o MEC defende o ciclo nos 3 primeiros anos, como acontece com a enorme maioria dos países no mundo. Aliás, o triste é que o Brasil é um dos países do mundo com maior taxa de reprovação. Além disso, é o ministério com o maior volume de investimentos e que tem nos apoiado muito no Rio de Janeiro. Mas esse debate não está muito relacionado com o GENTE, a não ser pelo fato de que aqui também temos o importantíssimo apoio do ministério. Minha sugestão é que você busque se aprofundar nos assuntos antes de criticar e quando o fizer, busque a melhor maneira e as melhores palavras.

        • Bárbara Lima

          Eu tenho um pouco de receio dessa história de o professor de uma matéria ter que ensinar uma outra matéria na qual ele não é formado. Acho que esse é um sistema que desmotiva ainda mais os professores e o pior, desmotiva os estudantes a ser tornarem futuros professores. Tirando isso qcho que pode ser uma boa ideia.

        • Rafael Parente

          Bárbara Lima, é um novo papel, muito mais importante para o professor — o de arquiteto da aprendizagem, especialista na arte de aprender. Nas nossas experiências aqui no Rio isso tem dado muito certo. Acabou essa história de transmissão de informações, de “dar aulas”. O processo de aprendizagem é social, pessoal, contextualizado, ativo.

  • Maria Elaine de Carvalho Castro

    Fiquei encantada pela escola sem turma, série, com o “mentor”, estilo uma família…esse tipo de educação dará um salto gigante e estimulará as crianças/jovens a voltarem a ter gosto pelo estudo. As avaliações tb conseguirão enfim modificar as “provas”/avaliações antigas e que comprometem o educando com seu desenvolvimento, com sua história. Esse R. Parente é genial!

  • Sandra Brito

    Belíssima iniciativa, espero que todos trabalhem com muita cooperação e comprometimento…. tenho certeza vai dar tudo certo… meu sonho é ver todas as escolas brasileiras, com esta estratégia e metodologia, parabéns!!!!

  • Val

    Eu super apoio.. É uma iniciativa excelente… Com certeza vai funcionar…

  • Heloísa Pinheiro

    Esperei muito por esta escola pública, sem muros. Maravilha!!!
    Desenvolvi o PROJETO CARACOL por 34 anos, mas era privado… os resultados foram fantásticos.
    Quero poder visitá-los e manter contato … podem mandar o endereço e a agenda de visitas?
    Obrigada

    • Heloísa, vamos trocar ideias! A escola estará aberta a visitas a partir de março desse ano. Abraços e obrigado.

      • Elisa Cristina Gama Fontes Ferreira

        Fico imensamente comovida, emocionada e esperançosa… Viva os princípios da ESCOLA DA PONTE!!!!! Quero muito visitar e poder desde o início, acompanhar o mais perto possível esse trabalho que promete ser MARAVILHOSO!!!!
        Que pena que não pude usufruir desse modelo de educação democrática! Mas me orgulho de estar na área da educação e poder contribuir de forma significativa com o sucesso da escola pública!

      • Andrea Ferreira

        Fiquei com vontade de conhecer o projeto. Acredito em iniciativas como essas e espero que tudo corra bem.

  • Francisco Velásquez

    Olá todos,

    A proposta do GENTE é ganhar escala por toda rede municipal do Rio. O modelo pode ser replicado pelo Brasil facilmente. A inspiração da Escola da Ponte e de outros, sonho de todos os educadores modernos, tem agora a materialização dele. Os gestores ousados podem ter agora uma instigante escola que atende as nescessidades para esses tempos. Atentem no teto para o papel do professor nesse modelo…

  • Regina

    Precisamos de um GENTE na 5ª Coordenadoria Regional de Educação e acho q tem uma escola aberta a esse modelo Rafael Parente!!

    • Oba! Então teremos um GENTE na 5a CRE em breve!!! :)))

      • Elisa Cristina Gama Fontes Ferreira

        Oi Rafael,
        Faço minhas as palavras da Regina( 5ª CRE)
        Precisamos de um GENTE na 8ª Coordenadoria Regional de Educação e acho q tem uma escola aberta a esse modelo Rafael Parente!!

        • Elisa, eu fico super feliz com a sua mensagem! Vamos falar por email para caminhar com o GENTE em outras CREs. Tenho me reunido com os diretores e não tenho como descrever a alegria que me dá com o entusiasmo de todos da SME Rio com essa nova proposta. Um grande abraço.

      • Claudia Madeira

        Ficaria muito feliz de ver implementado o projeto também na 3a. CRE! Parabéns pela iniciativa!

        • Rafael Parente

          Já temos uma forte candidata (escola) que provavelmente “virará GENTE” em breve :)

  • Gabriela Silva

    Não acredito que chegamos ao fim do poço e nem toda a experiência é válida. Caso fosse o fim, por que continuar tentando? Por que tentar? Não vejo o GENTE como proposta…vejo como ação válida, inteligente que concretiza os ideais expostos acima, na reportagem. Sim…uma oportunidade onde o aluno seja o protagonista do próprio aprendizado, com um espaço que oportunize isso, é maravilhoso. Vamos acreditar! q

  • Gabriela Silva

    Vejo o GENTE como ação válida, inteligente, que concretiza os ideais expostos acima, na reportagem. Sim…uma oportunidade onde o aluno seja o protagonista do próprio aprendizado, com um espaço que oportunize isso, é maravilhoso. Vamos acreditar! Que todos os envolvidos se esforcem ao máximo! Parabéns aos idealizadores. Fico muito feliz pois os alunos viverão momentos ímpares!

  • Rita

    Lembra um pouco a Escola da Ponte, em Portugal. Acho válida a tentativa, desde que haja uma estrutura sólida para que possa dar certo.

  • ADOREI A IDEIA,………………….ESCOLA DA PONTE,………………. PORÉM EU JÁ CONHECIA DA MATRIZ…..POR TER LIDO OU AMIGOS QUE JÁ HÁVIA IDO EM PORTUGAL……..MAIS ESTOU ACHANDO MUITO BOM QUE ESTALESSE NO BRASIL, AGORA NO RIO, GOSTARIA MUITO QUE VIESSE PARA A CAPITAL – SÃO PAUALO. PARA PROFºS COMO EU INTERESSADO A TRABALHAR DE MANEIRA DIFERENTE, INOVADORA, CORRER DO TRADICIONAL……BUSCAR UMA LUZ NO FUNDO DO TÚNEL……….PROFº DE HISTÓRIA

  • Anatalia Almeida Cesar Pena

    Parabéns pela iniciativa e coragem. Que seja um sucesso…
    Se um professor será responsável por 3 famílias e cada família é composta de 6 membros. 18 alunos para um professor é o sonho de todo educador. Eu defendo a proposta de reduzirmos o número de alunos por turma para que possamos ter como acompanhar, criar vínculos e orientar a aprendizagem dos alunos. Nas turmas com 35 ou mais é difícil e olha que já avançamos… eu já tive 42 numa sala de 1ª série.

  • Nosso movimento tem q apoiar e muito este tipo de iniciativa. Mas vamos tbm olhar com olhar crítico para que fique ainda melhor. O esquema deles é do tipo Amorim Lima (já existe a quase 10 anos), na matéria falam em playlist o que no Amorim são os Roteiros. Isso é muito bom, o estudante escolher seu caminho, ou seja, QUANDO quer estudar certo conteúdo. Mas ainda temos q dar um passo e o estudante escolher O QUE quer estudar.
    Além disso é importante que ele participe dos processos decisórios, assembleias, planejamentos etc. Ainda acreditamos que o conteúdo é absoluto e neutro, está acima do bem e do mal. Precisamos questionar mais os conteúdos tradicionais. Pq ensinamos e aprendemos isso e não aquilo?

    • GENTE, o futuro está gritando a nossa frente uma nova necessidade ou até mesmo o resgate do velho, do natural, dos valores que estão em desuso e, o mundo da educação precisa celebrar as mudanças porque a sociedade insiste em manter o velho formato tradicional e conteudista onde a autoridade de um professor calava a curiosidade e criatividade dos aprendizes, que viravam todos alunos. Que venha muita GENTE por aí e que possam oferecer a muita criança a liberdade de decidir e a aprendizagem da autonomia. É o que muitos de nós, educadores, desejamos para nosso país.

  • Saulo Salgado Wanderley

    Tomada a decisão por quem de direito, torçamos pelo melhor resultado e aguardemos os resultados. Nos tempos de transição que correm, liderar tendo qualidades para tanto é muito melhor que mandar; estimular a manifestação do interesse é inteligente; prover meios da época é altamente desejável, pelo menos; acompanhar o interessado em aprender no processo de aprender, sem autoridade humilhante, é fundamental; grupos pequenos reduzem as diferenças que dificultam o aprendizado dos mais tímidos… é, esperemos agora pelo resultado…
    Boa sorte para o Parente e para os de casa!…

  • Flora Pizetta Torres

    sou estudante de psicologia na UFF (niteroi) e atualmente faço um estagio na Escola da Ponte, em Portugal. Obviamente lembrei muito de tudo o que venho experienciado aqui. Gostaria muito de saber algum contato desta escola ou de alguém que possa me contar mais deste belo processo!

    Obrigada e parabéns pelo portal!

  • Rosana da Silva Pinto

    Na boa; vai contar essa historinha pra outro. Escola fora dos moldes tradicionais, me poupe. Temos que preparar esses alunos para exercerem a autonomia, do contrário, vai virar bagunça. Isso mesmo BA GUN ÇAAAAA!!! Acorda gente… ainda mais que pobre atualmente está na moda. Estão querendo enfeitar o pavão já o Rio está nadando nos recursos.

    • Thaís Seabra

      Pergunto: haverá formação de professores também? Como os educadores serão preparados para entrar nesse projeto? Uma proposta tão interessante não pode deixar de contemplar a formação de professores, ainda tão tradicional. Adianta planejar novas formas de aducar Sem pensar no educador/mentor? Serão os mentores professores formados pelo atual sistema de ensino universitário?

      • Rafael Parente

        Thaís, há um processo de desenvolvimento profissional chamado de TRANSCURSO GENTE para isso. Esse processo também é personalizado para as necessidades e realidades de cada educador e envolve uma pesquisa-ação. Em breve ele estará disponível para todas as escolas que quiserem utilizá-lo.

        • Andrea Ferreira

          Boa noite,
          Participam desse projeto apenas professores da rede municipal? aguardo resposta.

        • Rafael Parente

          Sim. Por enquanto, só a rede municipal do Rio de Janeiro, mas tenho certeza que será extendido em breve.

  • Michel Souza

    Achei interessante e válida a iniciativa. Agora, coisa que pouco ouvimos falarem: é primordial, paralelamente, um processo de valorização REAL dos professores, com um salário que permita não apenas subsistir, mas consumir cultura, investir em aperfeiçoamento, etc. Vemos todos os dias políticos aumentando seus salários de forma exorbitante, e os professores, quando reajustados, muito mal (quando ocorre) suprindo a inflação.

    • Evaristo de Almeida

      Acho interessante a iniciativa, já era tempo de entrarmos no século 21.

  • elson silva araújo

    Desejo sucesso. Visto que, as referências são as melhores um pouco de J. J. Rousseau em Emilio, ou da Educação, uma pitada da experiência do CIEM-Unb 1964-1971 abortada pela ditadura militar e por fim a proposta integral do baluarte da educação brasileira Anísio Teixeira, desaparecido no período da ditadura militar no Brasil.

    Sucesso!!!!!

  • Ricardo

    Só alguém bem IMBECIL acha que isso servirá para algo. Apenas propaganda de uma metodologia retardada que não fará ninguém aprender nada, pois o que estamos vendo é a imbecilização dos jovens, pois não cobramos nada deles. É uma total falta de vergonha, não pela matéria em si, mas ver que tem incompetentes que se chamam professores aprovar uma aula que não é aula, uma turma que não é turma e uma escola que não é escola. Os alunos não aprenderão nada, pois não há disciplina (nos dois sentidos), não há matéria a ser ensinada, não há NADA. E por quê? Para manter o status quo e enganar a população e esconder os péssimos resultados educacionais, onde o PISA mostrou que a Educação no Brasil é uma vergonha e as últimas classificações internacionais colocaram o Brasil à frente apenas da Indonésia, um país que está acabando com as aulas de Ciência em prol do ensino religioso e Criacionismo.

    Parabéns, pedagogos: o Brasil está cada vez mais ignorante graças a vocês. Não há diferença nenhuma entre vocês e astrólogos e defensores da pseudociência da homeopatia.

    • Boa tarde Ricardo!
      Com todo respeito a seu comentário e o entendo perfeitamente. Porém, não posso concordar com você.
      Sou professor, sei como está a situação das aulas nos dias de hoje e afirmo: mesmo em quatro paredes com professores (tentado) ensinar, a verdade é que não há aula. E outra, em pleno século XXI estamos com metodologia de se ensinar do século XVI, tradicional dos jesuítas; a verdade é que isto não funciona mais. Em uma época em que a tecnologia comanda nosso comportamento não tem como nem porque nos apegarmos ao método tradicional.
      Como bem disse Mercadante (Ministro do Educação) nossas escolas são do século XIX, nossos professores são do século XX e nossos alunos são do século XXI.
      Ainda temos escolas (quatro paredes) em que o professor retira o “giz” na sala dos professores e vão “ensinar” em sala de aula que tem o quadro negro pendurado (fixado) na parede, local os alunos estão “equipados” com celulares, tablets e outras coisas mais, tudo com acesso à internet.
      Sinceramente? Estou confiante neste projeto aqui apresentado.
      Sugiro que leia o livro de Ivan Illich – “Sociedade sem Escolas” ou assista ao vídeo disponível no link http://www.youtube.com/watch?v=L4da3qZhegU
      Abraços!

  • rafael serra

    O salário dos professores, que já é baixo, vai ser ainda menor já que seu papel será de menor atuação no processo de ensino? Vejo-o dentro desta metodologia perdendo espaço e importância na escola e seu conhecimento acadêmico sendo pouco relevante no ensino. Não acho a proposta ruim, apenas devemos questionar o futuro dos professores neste novo contexto. Pretendo fazer licenciatura, porém, me questiono se serei realmente importante no contemporâneo processo de educação, e logicamente também o quanto serei remunerado para isto.

  • zulmira amaral

    Fico feliz de saber que novos modos de educar estão sento aplicados,torço para dar certo…

  • Robson Vilela

    Uma iniciativa bastante louvável em minha opinião,pois vem no sentido de proporcionar uma ruptura em nossa cultura educacional e reverter velhos hábitos nacionais no que diz respeito a projeto cognitivo.

  • Yara Lucia de Vasconcellos Moreira

    Olá.
    Meu nome é Yara Lucia de Vasconcellos Moreira. Moro atualmente no Triângulo Mineiro e atuo em uma escola pública.
    A princípio achei a ideia apaixonante! Por isso gostaria de receber maiores informações sobre o GENTE.
    Se realmente for viável, gostaria de conhecer bem o projeto para _quem sabe_ tentar discuti-la entre meus colegas de trabalho. Sou professora de história.

  • Sensacional iniciativa. Parabéns pelo projeto e aguardo novas publicações.

  • Isso! Vamos usar nossas crianças como cobaia destas experiencias futuristas, são apenas crianças da favela… a incompetência dos senhores me assusta! Cumpram o que está na constituição seus incompetentes!

    • Ernandes A. Fernandes Júnior

      Como aluno de Licenciatura em Química na USP (e grande interessado em projetos como o descrito na matéria) peço: Por favor, aponte em que lugar da Constituição está escrito algo que está “experiência futurista” deixa de cumprir! Se você se desse ao trabalho de consultar a Constituição veria que o que ela diz sobre ensino é – resumidamente – que todos tem direito à Educação, sem especificar o estilo de aulas, que a escola deve fornecer materiais didáticos, sem especificar se serão livros ou tablets, e que todos têm direito a montar uma escola particular, desde que em nenhum lugar do Brasil haja apenas escolas particulares.
      Aliás, incompetência é ver que a atual escola brasileira é um fracasso em termos de desempenho dos alunos nos testes internacionais, a escola dos anos 70 e anteriores era um retumbante fracasso em termos de evasão de alunos (devido a forma como ela os avaliava, ou você nunca ouviu falar no “exame de admissão para o Ginásio”?) e não propor nada novo!

  • joab dias couto

    É lamentável que mesmo no nosso meio exista tanta relutância para aplicar o novo. Toda e qualquer iniciativa de mudança deve ser analisada e aplicada nas escolas para que se consigam melhores resultados para os alunos. Outros projetos e outras experiências estão acontecendo por este Brasil afora, divulguem-nas e acolham as reclamações que porventura apareçam.

  • Gostaria muito de uma oportunidade para conhecer este novo tipo de aula.
    Percebo nisto uma confirmação do que já era defendido por Ivan Illich – “Sociedade sem Escolas”.
    Sucesso a todas e a todos os envolvidos no projeto.

  • Maurício Boyance Sancho

    A ideia de escola precisa de uma transmutação intensa e urgente. Esta é uma experiência em que se aposta muitas fichas e onde todo cuidado deve ser tomado para que os pequenos sucessos e o possível aprendizado não se perca em memórias individuais. Possivelmente as ações de implantação do projeto serão registradas em vídeo como documentação para estudo e divulgação. Como responsável pelas Oficinas de Vídeo do Núcleo de Arte Copacabana, proponho então a formação de uma “equipe” de alunos, que serão capacitados a produzir os registros do dia a dia assim como realizar produções pedagógicas e criativas no decorrer de sua vivência educacional.
    Gostaria muito de contribuir com esta corajosa iniciativa oferecendo meus serviços de P1 de Artes Cências, 2 matrículas, 36h + 16h, atuando como professor da Oficina de Vídeo do Núcleo de Arte Copacabana, atuando a mais de 10 anos com alunos de 4° ano a 9°, e a 3 anos buscando a melhor forma de implantar uma equipe de produção vídeo nas vertentes: Registro de Ações Pedagógicas; Trabalho Escolar de Grupo de Alunos e Criação de Conteúdo Televisivo e Cinematográfico
    Maurício Sancho
    cel.: 9999 1547

    • Rafael Parente

      Maurício, se você tiver tempo para isso, acho muito bacana. Abraços.

  • Inês Fernandes

    Foi o que vi de mais inovador na educação brasileira. Espero que o resultado seja o que todos nós esperamos, brasileiros mais sensíveis para os problemas sociais e ambientais. Com certeza serão brasileiros mais completos e realizados.

  • Márcia Salgado

    Acredito, vai dar certo!
    É possível que não seja fácil, mas há desejo. Dará!

    O adestramento do corpo potente sem rosto e a disposição da mobília da sala de aula, trata de como a mobília impõe que os corpos em desenvolvimento fiquem à disposição de alguém, numa instituição de aprendizagem voltada para a troca de conhecimento. O que pode um corpo? Se expressar, ter momentos relâmpagos de ideias e sensações. O que pode uma sala construída com a finalidade promover a inclusão sociocultural, a qual apresenta sua mobília o adestramento para corpos rígidos, controlados, direcionados para um único olhar, sem permissão para verem uns aos outros se expressarem e sentirem liberdade para trocas, afetos, conhecimentos, descobertas da diversidade cultural inerente a cada corpo em confronto ao corpo autoritário.
    Em 2007 em Santo Antonio de Posse – interior de São Paulo, atuava como arte educadora para o projeto de estímulo à leitura. Ao adentrar e me apresentar aos alunos, propus a mudança do posicionamento das carteiras, ao invés de se sentarem uma atrás da outra, propus que as crianças colocassem as carteira de modo a formar um grande círculo, assim poderiam ver umas às outras. Perguntei às crianças o que achavam ao se sentarem nesta forma, uma menina de aproximadamente 11 anos me respondeu: “Assim parece que somos importantes!” Márcia Salgado – Comunicação e Artes do Corpo

  • Rosângela Gomes

    Parabéns! A felicidade veio ao meu coração por saber dessa novidade no Brasil, pois estou cansada de ouvir falarem em salas de aulas sem cadeiras, sem teto, sem professores, sem merenda, sem segurança e etc. Sucesso ao projeto e a todos os seus idealizadores. Abçs

  • Rê Fernandes

    Tenho vontade de participar desse projeto. Tenho uma militância notória na área de educação na qual tenho a proposta de Educação Sinestética, publicada em seminários e textos e uma metodologia experimentada no Programa Recriança, extinto no governo Collor. A quem devo me dirigir?

  • Luciana Henn

    Olá, parabéns pelo projeto! Gostaria de saber quais instrumentos de avaliação serão usados para diagnosticar os alunos no início do ano. Obrigada!

    • Rafael Parente

      Luciana, há duas empresas oferecendo sistemas de diagnósticos de habilidades cognitivas que vamos experimentar. Uma é a Geekie e a outra é a Tamboro. Para habilidades não-cognitivas, vamos utilizar um instrumento criado pelo Professor Antônio Carlos Gomes da Costa, um dos líderes da criação do Estatudo da Criança e do Adolescente e um dos educadores mais humanos que tive o prazer de conhecer.

  • Gostei muito dessa matéria! Esse projeto se parece muito com o trabalho que estamos desenvolvendo na minha empresa. O importante não é ensinar, mas sim aprender.
    Bem bacana! Quero acompanhar bem de perto os resultados.

  • EDNA MARIA GALDINO

    Sou professora
    Gostei muito do que li.
    Se for possivel gostaria dereceber noticias deste projeto.

    obg

    Edna Galdino (Curitiba)

    • Rafael Parente

      Edna, acho que o Porvir deve fazer algumas publicações frequentes, mas também teremos o site do GENTE. Abraços!

    • Vanda

      Sugiro a você, que é de Curitiba, que conheça um Colégio SESI. Nosso sistema é semelhante a esse, só que para Ensino Médio. Oferecem-se oficinas de aprendizagem de acordo com o interesse dos alunos. Trabalham em equipe e o “mentor” é um professor especialista na área. As aulas são voltadas à pesquisa (o professor apenas orienta) e os alunos são livres para escolherem a oficina e os integrantes da equipe de trabalho, independentemente da série. A avaliação é feita por instrumentos diversos e há conceito para a equipe e para o aluno individualmente. O resultado disso tudo são alunos críticos, bem preparados, que sabem trabalhar em equipe e com autonomia. Aqui, pelo menos, dá certo.

  • Gente, GENTE não é uma invencionice não. É um trabalho muito bem sucedido há mais de 30 anos, calculando por alto, em outro lugar, longe na Geografia e perto do coração. E acredito que aqui essas escolas citadas ( de São José do Rio Preto e Cumuruxatiba) estejam indo bem na sua linha de seriedade. Só fico preocupada aqui no Rio de Janeiro pois a GENTE vive presenciando maquiagens de projetos, em meio a grandes e sofridos esforços individuais. Há de haver maior senso de compromisso para cuidar do funcionamento responsável dos equipamentos cibernéticos (Internet) e deverá haver maior seriedade na previsão de uma tecnologia pedagógica e não somente de aparelhagem eletrônica e materiais modernosos, uma tecnologia que chegue ao fim ( ou topo) do processo educativo, e nos brinde com inovação em AVALIAÇÃO.
    GENTE, vocês todos , sejam Rafaelos ou Ricardos : uns dentro ou do lado da máquina administrativa, outros fora _ cada um com sua linguagem e postura condizente com o clima em que vivem e pugnam. Porém, se permanecem no mesmo espaço de discussão é porque se há o hiato, há a ponte ,ainda invisível mas uma provável Ponte da Escola -que é a fonte das vontades de que o ensino dê certo. Continuem em linha, só baixem a guarda um com o outro, um de um lado com seu linguajar institucional e outro com sua língua radical, nada institucional…Não se percam nesses passos, se encontrem na canção do ensino restaurado e respeitado. Abraços para todos. Vamos nos encontrar numa Assembleia, que muitas vêm por aí, neste Século de Luzes.
    Alô, Maurício Boyance Sancho, é por aí_você foi o primeiro que eu vi com preocupação realista e entusiasmo mais prático. Sucesso !
    Alô, Luciana Henn, você também.

  • Rafael Parente

    Pessoal, quem quiser conhecer mais, contribuir, dialogar ou criticar com respeito e com a intenção de melhorar, estamos 100% abertos — meu email é rafaelparente@rioeduca.net. As visitas à escola só devem começar em março ou abril. Em breve teremos um site e acredito que o Porvir continuará contando os próximos passos da escola. Agradeço a todos pelos comentários.

  • Thais

    Achei uma iniciativa muito válida, mas como algumas outras já comentaram, tem assuntos mais pesados (ou chatinhos, vá do seu gosto) como física, matemática, química, biologia que precisarão de algum embasamento teórico clássico maior.

    Mas acho a iniciativa GENIAL como complemento, pode servir para trazer de volta o interesse do aluno em aprender e respeitar seus professores, o que, a meu ver de leiga, é o que falta para muitas crianças e adolescentes! :) Por mais que ele não goste de ter aulas de física com números e fórmulas, pode achar interessante ter uma conversa sobre aplicação prática disso, ou mesmo sobre a história da física, pesquisas na área, etc. Acho que falta esse tipo de interesse nas escolas atualmente, senão ficaremos sempre com o mesmo padrão e avanços criativos não serão feitos.
    (Como inovar se você aprende as coisas no mesmo esquema que seus pais, avós, bisavós aprenderam?)

  • Alexandre Tavares Lima

    Metodologia Montessoriana contribuindo para o aprendizado nacional! É isso aí!!!

  • Teka Silva

    A escola dos meus sonhos de professora. Deixar o aluno à vontade para aprender e ensinar o colega, escolher aquilo que quer aprender e com aprender…vai demorar chegar ao Brasil inteiro? É para todos?

    • Rafael Parente

      Espero que não demore ;) Por enquanto só na Rocinha.

  • Thomaz R Gonçalves

    Parabéns pela iniciativa, e nem vale a pena dar atenção para as “múmias da educação”, esses “velhos de alma” logo vão morrer, e a nova geração de professores, mentores e educadores vai construir uma nova forma de educação muito mais humanizada e eficiente. Assim espero. Boa sorte aos envolvidos! =]

    • GW

      Cuidado com o já ancestral pensamento do “novo contra o velho”. Primeiro, pois acho que a educação se torna humana não quando colocamos o digital mais em contato com os alunos, mas quando colocamos o humano mais em contato com o aluno, tipo o que os humanos fizeram até aqui, o que os humanos deixaram etc. E dizer que essas novas metodologias tornam a educação mais eficiente pressupõe que saibamos qual resultado deve vir, algo que dúvido que alguém tenha convictamente. Claro que o saudosismo o passadismo também permeado com afirmações e práticas que devemos pensar se têm sentido, seja o “obedecer incontestemente” até o “aprendizado” na base da pancada e da humilhação.

  • Humberto Caminha da Silva

    Quando cursei o colegial em 1950, discutia com os meus professores sobre a forma como as matérias eram apresentadas aos alunos. Questionava o interesse em saber de cor datas históricas de eventos que não eram conhecidos as razões, o que se pretendia nem porque se lutava por querras de mudanças de poder pessoal. A grande maioria deles se esquivavam de responder qualquer questão conceitual… Não sabiam! Curioso, ia buscar o conhecimento em outras fontes e que por vezes, infelizmente, não eram confiáveis, mas sempre fazia crescer a minha curiosidade. Sempre julguei que o mais importante para o mestre era provocar a curiosidade no aprendiz. Quem sabe com este modelo os professores serão valorizados e ao aprendiz o crédito da escolha.

  • Alexandre

    Seria bom implementarmos tb como experimental nas nossas universidades como a de medicina, engenharia, enfermagem… etc. Quero ver quem vai ter coragem de se deixar operar por um médico com esse tipo de formação que só estudou o que “quis”, o que “achou interessante”. Lembrando que quando o secretário de saúde do RJ teve seu ap incendiado ele foi direto pro hospital particular levado pelos bombeiros. Não é a toa que as melhores escolas ainda são as tradicionais somado com a participação da família, aí sim se consegue resultados. Sempre que aparecem essas idéias aqui no Brasil fico desconfiado. Vai largar a responsabilidade nas costas de meia dúzia de professores e falar se vira pra ensinar essa galera aí…

    • Ernandes A. Fernandes Júnior

      Nas faculdades de Medicina já vivemos algo vagamente parecido, afinal, o médico escolhe uma especialização por “achar interessante” e geralmente estuda apenas os temas ligados diretamente à sua especialização. Como lá não há quem oriente e induza os alunos no sentido contrário, de ter uma formação mais generalista (papel reservado ao professor, no Projeto GENTE) muitos médicos não conseguem lidar com problemas que envolvam outras especialidades além da sua.
      Além disso é preciso prestar atenção no que você considera como “resultados”, pois em geral as escolas tradicionais treinam o aluno para responder questões de vestibular e não para pensar no conteúdo estudado, gerando alunos com bons resultados nos vestibulares, mas que não fazem ideia de como usar o conhecimento estudado na vida prática.

  • GW

    Claro que a experimentação ou experiência, não sei como se sucederá este “experimentar”, é válida. Mas sempre quando se trata de educação é bom ter certos cuidados para não aceitar acriteriosamente certos clichês, falo isso como um profissional da área. Mas refletindo quanto ao caso dessa escola, teríamos que ver qual é a ideia dessa metodologia (pressupostos, metas e principalmente sentido, o “em nome de que” fazem isso), pois é muito comum tentar simplesmente acabar com o modelo “tradicional” em nome de certas leis mercadológicas como a “renovação tecnológica”, como se educar alguém fossem tecnologias que vão se renovando e melhorando em vista a um fim facilmente previsível; ou o empreendedorismo, como percebemos traços no artigo. Algo que, se parar para pensar, tira o sentido da educação, pelo menos o de trazer experiências novas e trazer legados culturais e vivências públicas. Falo isso pois, se olharmos o artigo, ele mostra que essa nova metodologia possivelmente seguira certos moldes construtivistas no sentido do “aluno que constrói seu conhecimento se apropriando convictamente de um”. O que em geral se resume em fazer o aluno ter certas técnicas em uma visão pragmática sem o compromisso de lhes ensinar ou identificar o valor cultural dessas técnicas, isto é, mostrar que isso faz parte de uma cultura que há séculos de desenvolve se corrige, que tem certas formalidades, etc. Fora que esse aprendizado de competências, baseados em tecnologias psicológicas, é sempre voltado a si, meio que um “meu filhos constrói o meu e o seu que se vire em construir o que é dele”, perdendo o caráter de que a educação é o contato das crianças com a esfera pública, uma vez que antes da escola só havia a vivência familiar que é uma vivência limitada com certos tipos de pessoas e não outras. E essa esfera pública é que nos exige olhar que além do meu e do seu, tem um “nosso” que é comum a todos e que deve ser preservado, caso não se queira perder. E fora que falando em lei de mercado, não é de se estranhar que se adote tais metodologias por estas serem mais economicamente viáveis. Pois você substitui professores por tablets e substitui 3 salas em uma para um só professor, por exemplo. Algo também a se pensar, pois o caso da polêmica “promoção automática” também seguiu esta meta independente da fundamentação da ideia.

  • Pingback: Projeto GENTE – Escola sem salas de aula na Rocinha | Educa já()

  • Fabio RJ

    Ola sou professor do estado do Rio e gostaria a forma de ingresso no corpo de professores dessa escola, se já ha ( ou esta previsto) concurso especifico ou será por concurso interno?
    Obrigado

    • Rafael Parente

      Fabio, por enquanto só no município do Rio e para professores da rede municipal. Mas isso deve mudar em breve. Abs.

  • SONIA MARIA FARIA DO PRADO

    boa tarde!essa escola moderna é estadual ,ou é federal?
    como o municipio de ICÉM poderia receber uma ESCOLA como essa?

    • Rafael Parente

      Escola municipal. Outros municípios terão um manual de como aplicar o mesmo modelo em breve. Abs.

  • Rafael Parente

    Gente, algumas pessoas não entenderam a proposta do GENTE. Os alunos terão de desenvolver todas as habilidades de todas as disciplinas, terão metas, avaliações e recuperação paralela (para aqueles que precisarem) todas as semanas. Ao contrário das escolas conservadoras atuais, o aluno não poderá passar para a próxima habilidade sem desenvolver a prévia. No GENTE, garantiremos a aprendizagem de TODOS os alunos, mas em seu ritmo e do melhor jeito que cada um aprende.

    • Thaís Seabra

      Rafael,

      Talvez a questão não seja falta de compreensão, mas de falta de convergência ideológica – múltiplos pontos de vista estão sendo apresentados. As questões aqui propostas serão muito frutíferas se levadas em consideração. O GENTE aceita contribuições?

      Concordo em muito com o GW. Gostaria, ainda, de lembrar sobre a importância do uso consciente das novas tecnologias:

      “A tecnologia é outro fator importante na forma como o projeto foi organizado. Para que os alunos possam escolher entre ambiente virtual ou presencial, era preciso que todos os alunos tivessem acesso a equipamentos e internet. Por isso, cada aluno terá o seu tablet ou netbook e, quando for pedagigocamente justificável, vai poder levá-lo para casa. Todas as dependências do André Urani terão internet sem fio de alta velocidade.”

      Os meninos serão instruídos quanto à utilização dos equipamentos? Serão levados a refletir não só sobre as vantagens, mas sobre os problemas que envolvem a tecnologia? Isso é fundamental.

      A internet de alta velocidade vai dar aos alunos o acesso rápido às informações, mas não garante o desenvolvimento do senso crítico necessário para filtrá-las. Os meninos terão de ser muito bem preparados para, sujeitos da aprendizagem, saberem escolher os meios de estudo.

      A ênfase em tecnologia a gente vê a todo instante. O que me preocupa é não vislumbrar propostas que contemplem o desenvolvimento humano e cidadão.

      • Thaís, isso está muito claro pra GENTE. Numa carta de boas-vindas aos professores, escrevi:

        “A partir desse momento, vocês estão participando de um sonho: a invenção de um novo modelo de Escola onde GENTE sempre estará em primeiro lugar. Nela, as relações humanas são priorizadas, respeitadas e compreendidas em toda a sua totalidade. A paixão, a emoção e o brilho nos olhos serão os principais ingredientes da receita para futuros melhores e para uma educação mais humana. As novas tecnologias serão utilizadas para aproximar e encantar e não para distanciar ou dividir. Esse modelo nunca estará completamente pronto porque, assim como as pessoas, será constantemente recriado para dar conta de novos desafios.”

        http://rafaelparente.blogspot.com.br/2012/12/boas-vindas-ao-gente.html

    • Graça

      Muito legal, brilhante. Os alunos serem respeitados na sua individualidade, no seu tempo. Sempre se fala nissso, mas cumprir é que são elas. Nesse projeto vemos essa possibilidade se tornar uma realidade. Que venha pra Bahia!

  • Maria helena Rodrigues Scavone

    Acho maravilhosa a iniciativa. O que o brasileiro mais precisa é aprender e realizar algo em grupo. Nosso país precisa do conhecimento coletivo, seja de que forma for. Gostaria de conhecer mais sobre a metodologia. Está disponível?

    • Rafael Parente

      Maria Helena, em breve devemos ter outras matérias aqui no Porvir e um site do GENTE também. Avisarei. Abs.

  • Barbara Falcão

    Achei muito interessante e seria bom que mais prefeituras tivessem essa coragem. Gostaria de saber mais sobre implantação deste projeto.

  • Gileyde Castro

    Este tipo de metodologia já foi implementada no Estado do Paraná pelo sistema S – FIEP. O colégio SESI para o ensino médio. Eu fui professora que participei das primeiras turmas em 2007. O modelo é muito similar!

  • Perola Bloch Mizrachy

    Acho que a ideia e diferente,interessante e estimulante. Parabenizo esta idéia diferenciada e a proposta de estimulo,dando inicio a um novo angulo de ensino, onde nossa criancas aprendam e por finalmente consigam ser alfabetizadas e se interessarem a outros tipos de materia,podendo,sim um dia fazer uma faculdade e ser alguem na vida. Gostei da proposta e espero que nao deixem mais uma vez ir por “água abaixo.” Vamos torcer para o novo modelo de ensino dar certo!

  • Simone Estácio

    Parabéns pela iniciativa, achei que talvez não vivesse para ver essa escola no Brasil, uma escola realmente pautada no tratamento da informação , na formação de gente!

  • Olá Rafael Parente e equipe GENTE,

    Iniciativa mais que bem vinda para revolucionar o conceito de “educação-escola” nesse país.
    Eu sou o exemplo vivo de como faz diferença uma educação onde o professor esteja alinhado horizontalmente com o aluno: eu abandonei os estudos muito cedo e fui fazer cursos técnicos e arriscar “profissões” ainda durante minha adolescência. Mesmo tendo estudado em escola particular “boa” (La Salle/RGS) e ótimas escolas públicas Joaquim Távora/Niterói/RJ), pelo meu “biotipo de interesses” (atualmente sou produtor cultural/escritor/compositor) eu não encontrava respaldo e nem estímulos na escola “comum”.
    O Programa Gente tem tudo para despertar o interesse nos jovens e re-inventar o papel do professor/aluno/escola no cenário social e da transformação dos seres humanos.
    O modelo atual que temos incentiva o jovem “para o mercado” e não para a vida.

    Espero que , direitos animais, agroecologia, economia criativa, Pontos de Cultura/Programa Cultura Viva, direitos humanos e pesquisa em bio-construção sejam alguns dos temas correntes para os alunos. Eu acredito que o GENTE possa ser o germinador de futuras pessoas com visão menos mercantilizada e coisificada da vida!
    Creio que só assim poderemos transformar para melhor a qualidade dos nossos futuros adultos.

    Desejo sucesso, ótimos trabalhos, descobertas maravilhosas e revoluções para o crescimento e real “humanização integral/sustentável” de todos os envolvidos e os que ainda se beneficiarão dessa genial ação sócio-educativa!!!

    Cabeto Rocker- Toronto/Canadá e Campinas/SP

    • Rafael Parente

      Obrigado, Cabeto!

  • Que sonho. Acredito nesse projeto. Gostaria de conhecer de perto e observar o funcionamento.

  • Rejane Alves

    Como me tornar mentora num projeto dos sonhos como esse, quando acontecer em minha cidade ou em regiões mais próximas?

  • Marcel Bozzo

    Sou professor do ensino básico e mestre em ensino de Ciências. Existe um grave equívoco na matéria dizendo que “comunicação”, “senso crítico” e “autoria” são habilidades “não cognitivas”. E por acaso que habilidade não é cognitiva? Digo que o equívoco é da matéria, e não do educador citado anteriormente, pois não há uma citação direta explicitando quem declarou isso. Quem escreveu a matéria será que sabe tem noção disso? no outro caso, ainda pior, quem concedeu a entrevista, ou mesmo foi fonte para elaboração desta matéria, sabe direito do que está falando, afirmando que “comunicação” é uma “habilidade não cognitiva”?

  • Pingback: programadores « Hermano Vianna()

  • Silvana Cortada

    É a sociedade sem escolas de Ivan Illich ( agora seria sua época meu caro! Um homem acima do seu tempo) e tb a “escola da ultramodernidade” apontada por Rafael Yus, talvez quem sabe até mesmo algo que lembre A.S. Neill em Summerhill. Esses alunos de fato aprenderão algo para a vida.

  • paula maria zanotelli

    Gostaria de estar por dentro desta nova dinâmica de trabalho. Mantenham-me atualizada. Obrigada, grande abraço!

  • Suzana Maria Guedes Fagundes

    Gostei mto dos videos e reflexões de vcs em educação. Gostaria de receber informações de como me cadastrar na educopedia, sendo q sou RS, na cidade de Santa Cruz do Sul, e tenho convicção q a união em educação nos favorece seja em qualquer lugar do Brasil. Fontes de estudos nos levam a viver dentro de nosso patamar novas luzes em educação.Desde já agradeço a colaboração.
    Santa Cruz do Sul
    Suzana Fagundes

  • pablo

    Louvável a intençao e a coragem de inovar, de experimentar, frente a um sistema absolutamente falido e, pior do que isso, que serve a um modelo de ser humano e um discurso social do século XIX e antes. Pelo que li, ainda nao é na minha opiniao um modelo ideal mas me parece muitissimo mais orgânico do que o que atualmente impera e certamente terá melhores resultados na formaçao de pessoas integras, conscientes e integradas em lugar de autômatos-trabalhadores-consumidores,engrenagens maiores ou menores de uma máquina produtivista desumana e anti ECO-sensível como é o atual…Parabéns! Vamos tentando, vamos nos entendendo e tentando. Vale ressaltar que, como alguém aqui já comentou, o sistema tem sido aplicado com sucesso na Escola da Ponte o que é um magnifico antecedente, porém também indica que não é realmente novo. Normal, as instituições oficiais sempre estão no mínimo 30 anos defasadas da ponta do entendimento mais recente o que se deve justamente à falta de reformulação delas mesmas e inclusive do proprio conceito de ‘instituição’. Um dia, o preconceito e a dor serão tão fracos que deixaremos de chamar de ‘loucos’ aos lúcidos e visionários. Saudações e bons dias!

  • Maria Aguiar de F. lara

    Prezados, sou professora de língua portuguesa. Atuo em escola públicas e particulares do interior de São Paulo. Há muito venho procurando uma forma de incentivar os alunos a buscarem e desenvolverem conhecimento. Gostaria de aprender mais sobre esse novo modelo de escola. O que posso fazer?
    Parabéns aos gestores e professores da Escola Municipal André Urani.
    Aguardo ansiosamente a resposta de vocês.

    Sucesso!

    Att.

  • loide

    Lindo. Segue a idéia da escola da ponte, em Portugal. É a escola para vc atender a demanda deste século. Sinto orgulho em saber que ainda podemo!

  • Pingback: Escola sem salas, turmas ou séries « Learning Technologies of Change()

  • Luciana Schramm Correia

    Modelo de ensino interessante e ousado!!!! Desejo muito sucesso!!!!

    • julio cesar

      Dúvida, vi que a matéria é de 2013, mas não foi inaugurada esta escola em 2012, fevereiro?

      Atc
      Julio

      • por Patrícia Gomes

        Oi, Julio. A escola acabou de passar por uma reforma e vai começar a ser usada neste formato agora, no ano letivo de 2013. No entanto, no ano passado ela já existia, só que no formato tradicional.

        • julio cesar

          Obrigado, Patricia

  • Para mim esta proposta esta meio adiantada para o século XXI pois pelo que entendi as pessoas deixarão de se comunicar não ira haver aquele coleguismo a amizade que se consegue em um ambiente escolar e para mim é mais fácil a prender com um professor de carne e osso do que com um professor virtual para mim é mais fácil digerir o assunto ao vivo do que por vídeo-aulas com todo o respeito esta e minha opinião uma boa tarde.

  • Maria Aparecida da Silva Ribeiro

    Parabéns, agora sim a educação começa a ter uma forma mais lúdica onde os alunos sentirão atraídos e terão participação e cooperação por sentirem parte do sistema. Poderão escolher terão vez e voz, oposto do ensino tradicional que precisam aprender o que lhe é passado de forma sêca, sem atrativos, muitas vezes provocando no aluno aversão a certas matérias pela dificuldade de entendimento e de transmissão.
    Com certeza esta forma de buscar o aprendizado em equipes sem distância entre alunos e professores dará um resultado muito mais eficiênte.

  • Márcia Cristina Nascimento Miranda

    Amei. Um sonho…
    Que privilégio para quem faz parte!
    Sucesso para todos os envolvidos.

  • Ana Cristina

    Adorei a proposta, com certeza é a escola dos meus sonhos, talvez muitos não aceitem por não conhecer a famosa ‘geração y’ e seus frutos, crianças dinâmicas que pensam em várias assuntos ao mesmo tempo ligando os de forma óbvia o que a escola separa, essas crianças precisam ser orientadas e não ‘doutrinadas’ como nas escolas.
    A minha única preocupação e na vontade louca que percebi de expansão do projeto, atuei dentro de escolas e o que mais senti foi a falta de preparo dos professores em ligar com essas ‘novas crianças’ afinal os professores atuais são fruto da educação tradicional, assim me pergunto, será que teremos n° de professores preparados caso aja uma rápida expansão do projeto ou será que, como sempre acontece no nosso país (infelizmente) o projeto piloto é lindo e bem cuidado, mas na hora de expandir, vai sendo feito de qualquer jeito sem preparo adequado para os profissionais. Espero que pensem bem nisso antes de sair gritando “deu certo na escola X, vamos implantar em todas as outras” e pronto, como se fosse tudo feito num passe de mágicas!!!!

  • Bruna Neves Correia

    Bem li a respeito da matéria e vou concordar
    com o colega SIMON SALAMA, na situação em que estamos
    toda iniciativa é válida.
    Parabéns a vocês pelo projeto , e a todos que estudam
    pesquisam, se esforçam pensando em melhorar a nossa Educação.
    Acredito em dias melhores para o ensino brasileiro.

    • Lyra

      Muito interessante esse projeto! Ótimas idéias…. Mas sem a participação da família e melhoria do entorno não haverá solução milagrosa. Além disso: me chocou a falta de refino visual das instalações, todas com imagens plotadas nas paredes….. A visualidade também é educação. para dar certo, o investimento precisa ser completo e destinado a profissionais que entendam do assunto profundamente.

  • Rosmary Machado

    Desejo sucesso para Vcs…Tenho certeza que os alunos também vão gostar muito.Essa será a escola do futuro. Gostaria de receber informação de Vcs ,pois estou montando um projeto de Mestrado sobre Educação e as TIC.

    Rosmary
    Profª de filosofia/RS

  • A Secretaria de Educação do Rio de Janeiro está construindo a “Ponte” Rio-Portugal…
    Que inveja santa… como gostaria de trabalhar em um projeto de Educação como este, tenho falado constantemente por onde ando que o nosso modelo arcaico de Educação precisava conhecer algo mais dinâmico e contextualizado. Chegou a hora…
    Muito bom… Que o projeto tenha grande sucesso e se torne referência para o Brasil ramificar esta Ponte em todas as direções.

  • José Eustáquio Baia

    Gostaria que este modelo fosse vencedor por vários motivos. Entretanto, não sei se os nossos filhos estão preparados para uma evolução tão radical. Se houver sucesso e por ser on-line, várias comunidades distantes, com sérias dificuldades de locomoção e de mestres qualificados, passariam a se beneficiar desta tecnologia. Estou reticente, mas,feliz com a ousadia.

  • Estamos numa revolução educacional. Iniciativas assim agregam valor para a sociedade.
    É hora de repensar a educação como um todo, inclusive a forma e recursos.

  • Eliana Nogueira do Vale

    Rafael Parente eh tudo de bom em educação. Meus parabéns!

  • vera helena costa catuta

    Fico encantada quando alguém tem a coragem de fazer novos experimentos.
    Parabéns. Estou com vcs..

  • Ronaldo

    Acho perigoso, mas muito instigante do ponto de vista do aprendizado. Ajudar a formar mentes que são autodidatas e muito interessante, mas tenho receio, quanto aos que tem dificuldade de aprender, como lhe será instruído o conteúdo sem um especialista no assunto. Pois duvido muito que um professor de português explique bem matemática, ou vice versa.

  • Ana Lúcia Santoro Zambon

    Agora sim o Brasil começou a chegar no futuro!!! É a escola ideal!!!Que proposta maravilhosa! Rubem Alves deve estar feliz!
    Aliás, quem são os responsáveis pelo “Projeto Gente”? Quem o desenvolveu? Gostaria de saber.

  • JORGE LUIZ GOMES SALDANHA

    Iniciativas como essa me fazem lembrar da Escola da Ponte em Portugal, da qual tive conhecimento através do livro : A Escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir (Rubem Alves). Espero que esse projeto obtenha êxito, ampliando-se por toda a rede municipal de ensino, operando as transformações tão necessárias no processo ensino-aprendizagem.

  • Rita de Cássia Gonçalves

    Este tipo de proposta pedagógica, já foi amplamente difundida na década de 70, e deu em nada, ou quase nada. Sugiro ler a Tese: ARQUITETURA FLEXÍVEL E PEDAGOGIA ATIVA:
    UM (DES)ENCONTRO NAS ESCOLAS DE ESPAÇOS ABERTOS. Quem sabe aprende-se algo com as experiências. Fico muito incomodada quando se difunde algo como se fosse completamente novo, quando já foi experimentado, comete-se os mesmos erros e as experiência voltam a fracassar.

  • Emerson Varreto

    Fantástica essa notícia – só não entendi por que eles estão começando com alunos de 7o ao 9o ano. Eu começaria com alunos de 4o ao 6o ano. Parabéns aos responsáveis – isso sim é escola e não uma fábrica!

  • A matéria é muito extensa, não consegui ler toda, mas acho a ideia válida, apesar de me parecer difícil o controle e forma de aferição de quem está pronto para galgar aprovação de uma série para outra. Que e como sera controlado isso se os grupos serão pequenos.

  • Claucidia de sousa tobias

    Nossa!Que novidade é essa?Simplesmente me apaixonei ,mas não consigo imaginar uma escola assim,espero realmente que esta nova forma de educar tenha muito sucesso,também não aguento mais o ensino tradicional.Estou terminando uma graduação, vejo,sinto e convivo todos os dias com a falta de interesse dos acadêmicos,assim como nas escolas em que faço estágio.Realmente a forma de ensinar e aprenderr tem que mudar.Nada que é imposto para nós nos agrada.A verdadeira educação tem que ser livre e prazerosa.

  • Graça

    Fantástico! Por que essas inovações não chegam de forma ampla a todas as escolas do Brasil? Por que não desenvolver planos eficazes de mudança como esse? Já´passamos da hora de uma mudança radical no cenário da educação brasileira. Desejo sucesso absoluto aos colegas do Rio de Janeiro e espero poder participar, antes de me aposentar, desse brilhante projeto o qual tem tudo para garantir o sucesso dos nossos estudantes. A minha escola fica no interior da Bahia e se tivéssemos essa oportunidade tenho certeza que o resultado seria muito positivo. Parabéns a todos os envolvidos!

  • BOA TARDE, SOU PROFESSOR DE HISTÓRIA GOSTARIA DE CONHECER AS SUA UNIDADE……….ADOREI A IDEIA……ESCOLA DA PONTE……

  • MARAVILHOSO, TALVÉS SEJA O ÚNICO, CAMINHO QUE DEVEMOS SEGUIR…….PROFESSOR E ALUNOS ETODOS OS SEGUIMENTOS………..ESCOLA PONTE………..

    • Meire

      Só uma pergunta: Quantas escolas da ponte existem em Portugal? Se é tão bem sucedido porque não existem outras (em Portugal) com a mesma metodologia???

      • SOEIRO MARQUES

        Desculpe, só agora vi sua pergunta. Sou professor em Portugal, perto da escola da Ponte. Não existem mais escolas a seguir tal modelo em Portugal, porque na dita não se aprende nada de jeito. É só balelas como a cidadania, para esconder o que lá não se ensina: matemática, português, inglês, física e outras. É que os alunos não querem aprender isso. E como são eles que mandam… pobre Portugal e pelos vistos, pobre Brasil…

  • Francisca Márcia

    Sou professora moro no entorno de Brasilia e quando iniciei minha graduação em pedagogia projetei mentalmente essa escola sem salas, turmas e series para o futuro. Estou feliz em saber que meu sonho pode dar certo. Parabéns Rio.

  • Giovânia

    Gosto da iniciativa, mas não entendo o porquê de se iniciar a experiência com alunos tão adiantados( 8º e 9º anos). tenho receio do mal de sempre das políticas públicas. Projetos no papel bacanas, mas na prática fiascos porque os planejamentos seguem a ordem dos resultados que precisam aparecer e não conseguem espaço para se consolidarem e acontecerem as mudanças necessárias para que a adaptação se efetive com sucesso. aguardemos…!

  • Cristina Reis

    Parabéns pela iniciativa.

  • consuelo recaman

    fantástico. em projetos sociais tentei algo nessa linha, embora com menos recursos. É difícil para os professores, mas os alunos gostam muito. As atividades em grupo levam a um aprendizado muito mais eficaz. A socialização aprimora-se muito, com as relações ocorrendo de forma mais suave e solidária. Os próprios alunos acabam elaborando mecanismos muito eficientes de solução de conflitos. A criatividade parece explodir e a eficácia do aprendizado é óbvia, concreta. A responsabilidade aumenta em todas as áreas. Sem prisões mas com estimulos e ambiente adequado. Uma formação integrada. O indivíduo e seu mundo compondo um todo se desenvolvendo com menos angustia e mais eficácia. Neste ambiente educacional, surge a verdadeira sabedoria. Parabéns.

  • Até que enfim. O aluno ser acolhidoser por suas afinidades. O diamante enfim vai ser lapidado e mostrar todo o seu esplendor. PARABENS MAIS UMA VEZ

  • acho maravilhoso este projeto. vou ficar na torcida para que de muito, muito, muito certo. desejo toda a felicidade a todos os envolvidos. abraços.

  • Sou professora,pedagoga com longa experiência em escola. Sempre sonhei com uma escola livre das grades curriculares,livre da hipocrisia de uma educação elitista. A proposta de vocês me encanta. Sonho? Utopia? Que seja!
    Como faço para acompanhar bem de perto todo o processo?
    Aguardo resposta.

  • Abraão Matos

    Mais uma estratégia medíocre, criada por pessoas estúpidas do governo cujo principal interesse é alienar cada vez mais a população menos favorecida desse país. Nenhum modelo educacional pode funcionar bem na rede pública enquanto não forem sanados alguns problemas tais como; pouca valorização dos profissionais e carga horária excessiva (salários defasados desestimulam bons profissionais a permanecerem na área ao passo que obrigam quem atua no setor, ter que trabalhar em mais de uma escola). Porque será que na rede particular a educação anda de vento em popa?

    • Oi, Abraão Matos. Quem foi que disse a você que a educação particular está de vento em popa? Tenho visto os mesmos problemas em salas de aula particulares, encontrados no município e estado. Alunos ricos e pobres do século XXI não podem mais ser educados como seus bisavós. O mundo mudou. As crianças estão tristes por terem de ir à escola (sabia que o nome ‘ESCOLA’ significa ‘lazer, diversão’?). Você gostaria de ter de passar mais de 10 anos sentado do mesmo jeito, ouvindo sempre a mesma aula, no mesmo método? Só passamos por isso porque não havia outro jeito, mas hoje já se descobriu que esse modelo atrasado não dá resultado. Basta olhar a nossa sociedade e perguntar se a escola tem realmente feito cidadãos.
      A Educação está mudando e precisa disso. Não coloque areia no progresso e na juventude. Não dá mais para dar aula no sistema quadro, aula, prova, dever de casa. Isso funciona para alguns poucos, mas o modelo novo funciona para todos, pois cria autodidatas, cria pessoas sensíveis e que se importam com os outros. Procure mais sobre a Escola da Ponte em Portugal e o Projeto Âncora. Assista ao filme ‘La Educacion Prohibida’ e você verá como as coisas já estão dando certo aqui na América Latina.
      Paz.

  • Muito boa idéia, alias acredito que ÓTIMA. Vamos torcer e daqui uns meses saber dos resultados beneficos dessa metodologia…

  • Elaine Gonzaga

    Minha preocupação com esse sistema é o conceito de família que é colocado aos grupos que se formam. Quando o Rafael Parente diz “O mentor deve dar uma educação mais ampla, preocupada não só com os conteúdos tradicionais, mas com higiene, com aspectos socioemocionais do aluno, com a motivação dele”, me preocupa na transferência total e irrestrita da educação para a escola, isentando os pais de responsabilidades. Professor não é cuidador, tampouco psicólogo para fazer avaliação socioemocional das pessoas. Isso é preocupante.

  • Camila Bezerra

    Assim eu acredito na educação!

  • eliani boldrini dos santos

    estou na torcida para que de muito certo. abraços aos idealizadores. parabéns.

  • Maria Regina Fernandes Tameirão

    Brilhante idéia. Há aproximadamente 3 anos começamos a formação de um grupo de estudos em Belo Horizonte em que nos reuniamos para estudar e discutir a proposta da escola da ponte juntamente com o professor José Pacheco. Infelizmente não conseguimos colocar em prática, perante as dificuldades de negociações com as prefeituras. Parabéns, espero que voces consigam levar adiante, força pois a caminhada é longa e saibam que terão muito trabalho pela frente, as com porofissionais comprometidos tudo acontece. Se tiverem interesse em expandir o projeto para Minas Gerais me coloco a disposição.

  • Marcos Demarchimarcosdemarchi

    Parabéns pela iniciativa, gostaria de conhecer mais de perdo e inclusive se for possível desenvolver meu artigo ciêntifico para a formação em psicopedagogo e aproveitar essa novo tecnologia educacional como tema de estudo.

  • Fernando Luiz A.S. Faria

    Meu comentário é na verdade uma pergunta: Já que não existirá o PROFESSOR TRADICIONAL, quem estará atuando ou substituindo o PROFISSIONAL de cada DISCIPLINA, e quais os requisitos necessários para sua formação; sabendo que nem o PII consegue uma formação de seu educando em conformidade com o que é expresso na LDB?

  • Espero que tudo dê certo. Parabéns pela iniciativa.

  • perola

    Que noticia boa……Sou mãe de seis filhos e meu maior pesadelo foi sempre as escolas, meus filhos passaram por muitas escolas, agora so tenho um que ainda vive o pesadelo das escolas tradicionais, e é muito preocupante como castram a criatividade das crianças……ESPERO QUE CHEGUE LOGO A TODAS AS CRIANÇAS O DIREITO DE SEREM QUEM SÃO, DE ESCOLHER O QUE MAIS TOCAM SEU CORAÇÃO, SEM ISSO É IMPOSSIVEL SER UM VERDADEIRO SER HUMANO……

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  • Júlio César Augusto Maia

    Excelente iniciativa!

    Além de desafiador o sistema apresentado é muito instigante e remonta a antiga Grécia quando o conhecimento era compartilhado de modo informal nas praças. No entanto, precisa ser muito bem compreendido por todas as partes envolvidas e mediado de forma democrática e responsável para que os objetivos propostos sejam atingidos.
    Precisamos acreditar, arregaçar as mangas e partir para a ação.
    Paz e Bem a todos.

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  • acho uma falta de respeito escrever um texto para os brasileiros, sobre os brasileiros e usar no muio do texto uma palavra estrangeira, eu não consegui entender o que vem à ser playlist, pois fiquei sem saber o que é, fiquei me sentindo obrigada à saber o que significa essa palavra, fiquei me sentido idiota, desrespeitada,eu não sou inglesa, americana, não tenho a obrigação de saber, não eu não vou procurar no google, seria uma afronta, pois eu moro e nasci aqui e no meu país usamos o português.

  • Alessandro Camara de Souza

    Essa proposta parece interessante, lembra a Escola da Ponte do José Paxeco. Esse tipo de escola exige uma mudança cultural enorme e, por isso mesmo, deve ser implementada de maneira cuidadosa, planejada e responsável para evitar que a mesma seja prejudicada como foram as propostas de avaliação continuada e ciculo. Vale muito a pena buscar a mudança, mas não podemos criar um clima que descaracterize aquilo que já existe. Vamos partir das experiências que já temos e implementar o “novo” com qualidade.

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  • regina de fatima ferreira silva

    Tem tudo pra dar certo. ,espero que nao façam a garotada de cobaia e depois as abandonam por aí, vou estar acompanhando e se precisarem de uma ajuda ca de Minas Gerais , podem contar comigo. Boa sorte ate mais.

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  • Rodrigo

    Toda inovação é sempre bem vinda quando a situação precisa ser melhorada.
    Entretanto a maioria do pessoal aqui fica questionando o modelo e/ou apresentando outros como exemplo .
    Acho que não basta apenas ter várias escolas experimentais e modelos a serem implantados se a continuação não for verdadeira , ou seja, não basta ter uma escola assim e quando o aluno chegar num curso técnico ou em uma universidade se deparar com um contexto de aprendizagem totalmente diferente, isto se ele conseguir entrar em uma universidade pelo processo seletivo atual.

  • iolanda Pereira Savi

    Todos os projetos para educação deve ser desenvolvido, em caráter experimental ou permanente. Se vai dar certo ou não o tempo dirá.
    Os mentores dessa inovação ,segundo alguns comentário não é tão novo, mas no Brasil é, deve ter uma base Pedagógica muito sólida para não cair em mais um descaso educacional. Já tivemos vários experimento na educação brasileira e algumas não funcionaram. Quando falam no agrupamento de 6 ou 7 alunos, formação de família por afinidade ou diagnóstico de habilidades, não vai gerar um conflito e discriminações entre os grupos?…são hipótese OK ? todo projeto para uma educação melhor é bem vindo.

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  • Lucia Helena Saavedra

    Acredito muito nesta experiência, até porque já foi comprovada em diversas outras escolas.
    “Experimental” não significa invencionice. A gente “experimenta” aquilo em que acredita, a partir de pressupostos teórico-práticos. Estuda-se muito um assunto, antes da fase experimental, propriamente dita. Não é no “chute”, no palpite.
    Gostaria muitíssimo de ter a oportunidade de indicar um jovem, que não é da Escola onde se aplica esta “experiência”. Imagino que este tal menino – tão inteligente, mas até agora desmotivado para o estudo -, poderia se encontrar aí nessa realidade e despertar para o desejo de saber, de estudar!

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  • Robson Basilio

    Parabéns pela coragem de inovar e trazer para o espaço educacional essa nova modalidade de ensino. Sucesso!

  • Denis de Oliveira Rodrigues

    Olá Rafael Parente,

    vejo que tem respondido às maioria dos questionamentos, então eu gostaria de saber como faço pra trocar uma ideia com os professores de geografia do GENTE.

    Sou acadêmico de geografia do 7º período da federal de Alfenas, sul de Minas Gerais.

    Um abraço!

    Denis

  • Ricardo Moura

    Gostaria de saber se este projeto educacional tem em outras escolas públicas.

    Tenho uma filha de 2 anos e pretendemos (eu e mãe dela) matricula-lá no próximo ano (pré-escola) em um espaço que fuja dos mecanismos tradicionais de educação.

    Preciso saber se vcs sabem onde tem outros espaços de ensino/aprendizagem como este?

    Grato,

  • Valquiria Vitorino Mota

    É com certeza um grande desafio,mas quando todos o envolvidos trabalham como uma verdadeira equipe tudo pode dar certo.

  • Jadson

    Hoje os professores so sabe e passar trabalhos, antigamente não haviam excessos de trabalhos, e se antes trabalho so corria com a materia agora com a informatica, os alunos so fazem editar o texto ou quando não paga para fazer.

  • juliani maria

    eu acho que este metodo pode dar certo se ouver interesse politico para investir e se os alunos levarem a serio , hoje os alunos nao levam os estudos tao a serio como antigamente querem apenas atingirem as metas para passar de ano e mesmo assim alguns nem preocupam com isso o professor faz o seu planejamento e dificilmente consegue passa-lo adiante e quando fala um pouco mais alto ele é recriminado o aluno agride fala palavroes e o professor nao é respeitado se este prrojeto der certo ai acho que todos devem esperimentar .

  • Sheila

    O futuro chegou!Parabéns pela iniciativa!Pobre de mim que trabalho em meio a um sistema sucateado!

  • Ricardo França

    Ei malta, que fantástico, é de projetos assim que o MUNDO” precisa, vou divulgar e falar pelos setes cantos que eu conheço acerca do vosso projeto e começa já hoje ànoite numa conferência on line com a Faculdade Metropolitana de Curitiba, com o coordenador da cadeira de Pedagogia, prof. Matheus, e suas alunas, e ainda meu amigo José Antonio (prof. de filosofia).
    Ricardo França – Prof. Escola da Ponte
    * Estou disposto a ajudar no que for preciso: ricfrancaanim@gmail.com
    Parabénnnnnsssssss

  • elica

    Em qual localidade situa-se a Escola da Ponte no Rio de Janeiro?

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  • Flávio José

    Sou acadêmico do curso de Educação Física e meu tema para TCC esta baseado neste novo método de escola, gostaria de saber como que funcionam as aulas de educação física nesse projeto se alguém souber ou puder entrar em contato para me ajudar no projeto ficarei grato.

  • Valéria F Gomes

    Adorei!!! Acredito que as escolas hoje estão ultrapassadas, os tempos são outros, o mundo evoluiu muito nas últimas décadas, mas as escolas são praticamente as mesmas. Os estudantes de hoje não se interessam pelo ensino como está, é preciso inovação para que se interessem mais. Essa escola experimental deveria ser implantada no país todo. Tenho filhos, por isso sei o que digo.

  • Priscila

    Adorei a iniciativa!
    Educação e tecnologia juntas, em benefício do desenvolvimento e aprendizagem de ambos (educador e educando).

  • Crisrtina Gimenes

    amo o novo,gostaria muito de estar fazendo parte desse novo projeto, abre a mente dos alunos e renova o conhecimento dos professores.Maravilha.

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  • Henrique

    Pelo que li penso isso: meu filho longe dessa escola.
    Quero que meu filho vá para escola aprender a ler, português, matemática, física, química, que tenha metas a alcançar, obrigações a cumprir e disciplina. Não quero um professor psicólogo. IMAGINO O QUE HÁ POR TRÁS DESSA “EDUCAÇÃO” que chega como forma “TRANSFORMADORA” para mudar a educação tradicional. Exigir que o professor de Português saiba português e dê uma aula de português com fundamento é pedir demais, melhor pedir que o professor de português ensine o básico do básico de português(que até o professor mal sabe) e gaste mais tempo tentando entender os problemas socioeconômicos, psicológicos, capitalistas, exploratórios que o aluno está inserido(“educação transformadora”). Assim não precisa mais avaliar a qualidade da AULA DE PORTUGUÊS, nem o nível de conhecimento do professor de português em português, afinal, este amigo mentor poderá ensinar qualquer matéria para grupinhos com jovens de várias idades, melhor trocar o “ensinar” por aprender junto com o aluno como diz o site.:”Assim, explica Parente, se um professor de língua portuguesa precisar explicar um assunto mais específico de matemática, ele deve pedir ajuda
    para membros da família, se sentar com o aluno para assistir à videoaula da Educopedia com ele, tentar aprender junto.” …”cada um deverá decidir o que e em que ordem estudar e poderá, à livre escolha, se juntar a grupos de estudo de língua estrangeira, robótica, esportes, artes, desenvolvimento de blogs. É nesse momento que uma pergunta inevitável aparece: mas se o aluno não quiser fazer nada, ele não vai fazer nada, certo? Mais ou menos. Os mentores, explica Parente, estarão sempre por perto para motivar os alunos a avançarem”. REALMENTE, QUERO MEU FILHO LONGE DE UMA ESCOLA DESSA. MELHOR TER AULAS EM CASA. ESCOLA NÃO É MAIS ESCOLA. Tá virando Parque de Diversão, quem acertar quanto é 2 x 2 ganha pirulito(depois do professor passar 6 meses ensinando a tabuada). Quem não acertar, não faz mal nenhum, o professor de português tentará junto com o aluno encontrar a resposta. Essa turma de “desenvolvimento” de blogs ficará cheia, bom colocar outra, “desenvolvimento” de página no facebook, como se fosse algo extraordinário utilizar um gerenciador de conteúdo para colocar qualquer besteira em forma de blog ou página pessoal, agora precisa ser ensinado na escola, a parte mais difícil será escolher o login único(tem que ter criatividade) e decorar a senha. Turmas avançadas irão aprender como recuperar a senha esquecida.

    • Henrique

      Continuando.: Por que não melhorar a educação, incentivando os professores com bons salários e cobrando que estes realmente sejam preparados nas disciplinas que lecionam e merecedores dos bons salários ? Não deixando que um aluno bagunceiro atrapalhe a turma toda e que por isso receba alguma punição(aulas de recuperação, suspensão, trabalhos extras, etc) ? O que tem a ver professor de português ensinar matemática ou professor de matemática ensinar biologia por exemplo ? Na escola os alunos devem ser exigidos sim. Daqui a pouco terá candidato a engenheiro entrando na faculdade sem nunca ter visto matriz ou a médico entrando para faculdade sem saber direito o que é um DNA, RNA, mitocôndria. Mesmo que o aluno na escola não utilize tudo que aprendeu, pelo menos não vira um aluno medíocre, basta se esforçar, estudar que passa(alunos sem problemas de desenvolvimento mental). Tudo bem que em escolas integrais, fora do horário da sala de aula tenham outras atividades, aulas não convencionais. Professor tem que ser mestre e não psicólogo. Se querem se espelhar, procurem se espelhar no Japão ou na Coreia do Sul como modelos de educação, vi uma reportagem sobre o assunto na Coréia do Sul e achei bem interessante. No mais só desejo que a Educação realmente melhore(disse realmente, que o aluno saia da escola sabendo, pelo menos, interpretar texto e escrever redações). Façam com que um pai de família queira que seu filho estude e more no Brasil e não seja enviado para estudar nos EUA, Japão ou China para poder se destacar em qualquer área que escolha.

      • Henrique

        Bom saber que Educação Sul Coreana é citada no site, mas vi que lá os professores recebem constante reciclagem, são valorizados, avaliados e os alunos bem disciplinados.
        “A Chadwick é uma escola muito especial porque ela foca não apenas na excelência acadêmica, mas nos próprios alunos, enfatizando o desenvolvimento da liderança e da autodescoberta a partir de um aprendizado experimental”. EXCELÊNCIA ACADÊMICA. Não esqueçam. Quero meu filho numa escola que foque EXCELÊNCIA ACADÊMICA.

      • Henrique

        “A Chadwick é uma escola muito especial porque ela foca não apenas na excelência acadêmica, mas nos próprios alunos, enfatizando o desenvolvimento da liderança e da autodescoberta a partir de um aprendizado experimental”
        Bom saber que a educação Sul Coreana é citada no site. Parabéns. Vejam
        EXCELÊNCIA ACADÊMICA. Quero meu filho em uma escola com EXCELÊNCIA ACADÊMICA e que isto esteja presente nas escolas públicas para acesso a todos.

        • Henrique

          último comentário, é que esse tema de educação no Brasil me preocupa: O Brasil deve espelhar os EUA ou Corea do Norte, EUA no incentivo a inovação, descoberta e valorização de talentos e Corea do Norte a disciplina e determinação. Que é o que fez estes países evoluírem, se lá existem modelos alternativos de educação com algumas características semelhantes a escola sem turma, são exceções. O que tem que se mudar é a excelência do ensino nas escolas públicas.

        • Henrique

          Obs.: No comentário onde tem Corea do Norte, era para ser Coreia do Sul, é que já estou com sono, troquei. Correto é:
          último comentário, é que esse tema de educação no Brasil me preocupa: O Brasil deve espelhar os EUA ou Coréia do Sul, EUA no incentivo a inovação, descoberta e valorização de talentos e Coréia do Sul a disciplina e determinação. Que é o que fez estes países evoluírem, se lá existem modelos alternativos de educação com algumas características semelhantes a escola sem turma, são exceções. O que tem que se mudar é a excelência do ensino nas escolas públicas.

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  • Acabou com a preocupação se o aluno esta ou não acessado. parabéns Drs. Adorei a ideia e tanto que estudo on line.