Sala de aula deve ter menos cálculo e mais interpretação e análise de resultados, segundo diretor da Escola Politécnica da USP
Por José Roberto Castilho Piqueira
José Roberto Castilho Piqueira é diretor da Escola Politécnica da USP – Poli. Formado em engenharia elétrica pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC-USP) em 1974,
onde também obteve o título de mestre em 1983. Na Poli obteve os títulos de doutor em
engenharia elétrica (1987) e livre-docente em controle de automação (1995). Foi presidente da Sociedade Brasileira de Automática e atualmente dirige os laboratórios
de Sincronismo e de Modelos Computacionais para Engenharia Nuclear, ambos
implantados com recursos da Fapesp. Participa do CNPq (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Complexos) e é bolsista de produtividade em pesquisa,
nível 1A.
