Em uma escola pública de Porto Alegre, uma professora transformou bilhetes e cartas em pontes de escuta, empatia e protagonismo estudantil. O projeto demonstra como a escrita pode curar silêncios, fortalecer vínculos e inspirar uma nova forma de aprender e conviver
Luciana Ferreira Soares
Graduada em Letras pela UFRGS (2001), especialista em Gestão e Supervisão Escolar (PORTAL, 2010) e Mestre em Letras pela UFRGS (2022). Professora de Língua Portuguesa em redes públicas há 27 anos e mediadora de leitura desde 2015. Há três anos, coordena o Projeto Protagonismo Juvenil na EMEF José Mariano Beck.
