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Crédito: Fotolia.com

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Porvir lança simulador para montar laboratório maker

Ferramenta que integra o guia sobre Educação Mão na Massa traz lista de equipamentos e sugestões de projetos

por Redação 16 de dezembro de 2016

E se a sua escola tivesse em um só ambiente a conectividade do laboratório de informática, a possibilidade de fazer experiências com equipamentos eletrônicos da mesma maneira que nos laboratórios de ciências e a chance de interagir o máximo possível com outros grupos para aprimorar um projeto. Parece interessante, não é? Ainda mais para quem viu o tour 360º pelo Fab Lab Escola Sesi que publicamos no Especial Educação Mão na Massa.

Pensando em quem quer dar os primeiros passos ou mesmo montar um ambiente avançado, com máquinas de precisão, o Porvir lança nesta quinta-feira (15) o simulador Laboratório Maker, que traz itens e valores previstos para atender uma turma de 30 alunos durante seis meses, tempo médio necessário para desenvolver um projeto e envolver diferentes professores.

Conheça o simulador Laboratório Maker

rep_simuladormakerCrédito: Reprodução

Para a concepção do material, o Porvir contou com apoio de Heloísa Neves, fundadora da consultoria We Fab e professora do Insper, e de Juliana Ragusa, que trouxe as sugestões de uso pedagógico. Os exemplos de aula para cada nível de infraestrutura apresentado no simulador foram pensados segundo um único eixo, que conversa com as quatro áreas do conhecimento cobradas pelo Enem: linguagens, ciências humanas, matemática e ciências da natureza.

A ferramenta está baseada no inventário de itens previsto pela Rede Fab Lab Brasil, organização que conecta espaços em diferentes partes do Brasil e do mundo. Para fazer parte dessa rede, além das ferramentas e maquinário que são apresentadas aqui, ainda será necessário seguir a chamada Carta Fab Lab de regras, compartilhar ferramentas e processos, e se conectar a uma comunidade global.

E por onde começar? “Eu nunca compraria a impressora 3D como primeira máquina”, diz Heloísa. Ela cita que, além da demora para imprimir, o equipamento quebra com frequência e pode ficar parado à espera de peças ou de um simples ajuste se não houver um especialista disponível. Por isso, componentes eletrônicos merecem toda a atenção. “Quando uma criança pega um LED, um botão, uma bateria e entende o circuitinho básico para fazer uma luz acender, soldando mesmo, isso já é a base para mim”, detalha a consultora.

“Esses itens básicos para início do trabalho combinam facilmente com materiais de papelaria que já fazem parte do dia a dia escolar, como papel, canetinha, tesoura, estilete, régua. A diferença é que agora tudo precisa estar sempre à mão, para quando a criança tiver vontade de materializar qualquer ideia”.

Ouça abaixo o podcast que gravamos com Heloísa Neves. Além dos temas acima, a conversa também trata de outros equipamentos, de recursos humanos e da dinâmica das atividades.

TAGS

aprendizagem baseada em projetos, conectividade, educomunicação, ensino fundamental, ensino médio, experimentação, fabricação digital, infraestrutura, interdisciplinaridade, programação, robótica, tecnologia