Graças ao aumento no número de crianças diagnosticadas com autismo, a exigência da aprendizagem em uma velocidade cada vez maior e a busca de tratamentos alternativos a remédios psiquiátricos para problemas como déficit de atenção, entre outros motivos, aumentou em 30% o número de crianças atendidas por terapeutas ocupacionais nas escolas básicas de Nova York, chegando a aproximadamente 42.000 estudantes.
Embora necessária e eficiente em muitos casos, como o da inclusão mais bem-sucedida em salas mistas por essas crianças dentro do especro autista, essa ampliação da terapia é questionada tanto pela real necessidade quanto pela falta de especialistas para as crianças que prioritariamente precisam do acompanhamento.

