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Exposição “Educação como matéria-prima”
Crédito: DivulgaçãoPara quem acha que arte e educação não tem qualquer vínculo, a exposição “Educação como matéria-prima” prova o contrário. Em cartaz no Museu de Arte Moderna (MAM), em São Paulo, até o dia 5 de junho, a mostra tem como objetivo justificar que as duas áreas caminham lado a lado e não podem ser separadas. Essa posição é reafirmada pela obra de Luis Camnitzer, colada no vidro do museu. Com letras garrafais, ele afirma que “O museu é uma escola: o artista aprende a se comunicar; o público aprende a fazer conexões”.
Como uma comemoração dos 20 anos do setor Educativo do museu, as obras e instalações da exposição mostram como esses espaços reservados a arte devem atuar também como espaços de educação, envolvendo e motivando o público a intervir na sociedade.
A partir de situações de investigação, a exposição pretende provar que toda relação pode ser pedagógica e que a arte ultrapassa a materialidade e de fato afeta a cultura e sociedade. Segundo Felipe Chaimovich, curador do museu, a mostra possibilita o contato com as produções dos artistas, estimulado a participação e pensamento crítico do público.
Talvez, esse seja um dos caminhos para provar que a educação não deve se restringir a escolarização e apropriação de conteúdos, da mesma forma que a arte não deve limitar-se à produção de objetos.
Para contemplar todos esses objetivos, a curadoria, que ficou a cargo de Felipe Chaimovich e Daina Leyton, coordenadora do setor Educatvo do MAM, convidou artistas nacionais e internacionais como Amilcar Packer, Evgen Bavcar e Stephan Doitschinof ao lado de obras de Luis Camnitzer e Graziela Kunssch.
O MAM fica dentro do Parque Ibirapuera. A entrada da exposição é gratuita aos domingos e, nos outros dias, custa R$ 6. A “Educação como matéria-prima” poderá ser visitada até o dia 5 de junho. Para mais informações, clique aqui.





