Modelo de laboratório de informática usado nas escolas brasileiras está ultrapassado; veja por que adotar um espaço maker faz sentido tanto pedagógica quanto financeiramente
André Raabe
É bolsista de produtividade em desenvolvimento tecnológico e extensão inovadora- CNPq. É doutor em informática na educação pela UFRGS (2005) tendo realizado pós-doutorado na Universidade de Stanford (2016). É mestre em ciência da computação pela PUCRS (2000) e graduado em informática pela PUCRS (1996). É professor e pesquisador da UNIVALI (Universidade do Vale do Itajaí) onde coordena o Programa de Pós Graduação em Computação e atua no Mestrado e Doutorado em Educação. Coordena o Laboratório de Inovação Tecnológica na Educação (LITE). É membro da Comissão de Educação da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Cooperou na construção de currículo de Tecnologia e Computação para BNCC. É editor da revista International Journal on Computational Thinking. É membro do Comitê Gestor da Rede de Inovação na Educação Brasileira. Desenvolve pesquisas sobre educação em computação, pensamento computacional, movimento maker, software educacional e ambientes de aprendizagem inteligentes.
