Coordenadora conta como iniciativa envolveu palestras de líderes indígenas para refletir sobre como nos tornamos brasileiros
Luce Elena Diogo da Silva
Mulher, negra, filha de Edvar e Alzira, chegou à Escola Viva em 2006 como professora de artes cênicas. É coordenadora do ensino fundamental (6º a 9º ano) desde 2012. Formada em pedagogia e artes cênicas, sempre acreditou na arte e na educação como caminhos para formar sujeitos capazes de atuar para o bem comum. Luce defende que as experiências poéticas e cotidianas, o estudo e a formação acadêmica são fundamentais para os profissionais da educação refletirem sobre a sua ação pedagógica e qualificarem o trabalho desenvolvido em sala de aula. No seu percurso na Escola Viva, realizou três pós-graduações: Artes, Psicopedagogia e Gestão Escolar. Desde 2018, é integrante do Bloco Afro Ilú Obá De Min. Luce acredita na pedagogia dos afetos, ou seja, que a trajetória escolar deve produzir formas de afetar e ser afetado, em um movimento constante de viver a vida pública e, assim, sonhar e produzir um planeta que acolha todas as formas de vida, um planeta justo e solidário. Entende que os jovens estudantes da Escola Viva desenvolvem ferramentas necessárias para o desenvolvimento da inteligência coletiva, pois é essa a inteligência necessária para encontrarem seu lugar na sociedade.
