Nos laboratórios do Colégio Bandeirantes, em São Paulo, os tubos de ensaio e as pipetas agora dividem espaço com a tecnologia. No chamado Maker Space, as paredes exibem trabalhos feitos com impressora 3D, alunos usam o celular para criar uma câmera de aumento.

Professores de várias disciplinas coordenam projetos desenvolvidos por alunos e a intenção é mostrar que as aulas estão aliadas a uma visão de mundo livre, sem a rigidez da divisão curricular. “Estamos em um momento em que é possível criar uma escola pensada pelos teóricos há muito tempo”, diz Cristiana Assumpção, a coordenadora da escola.

Na escola Stance Dual, as aulas no laboratório de informática falam de design, tecnologia e também da aproximação de saberes analógicos, como as dobraduras.

Estadão

É diretor e editor do Porvir e faz parte da equipe desde 2014. Nesse tempo, já produziu séries sobre formação de professores e guias multimídia sobre temas como educação socioemocional, tecnologia, participação estudantil e aprendizagem prática....

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