Em uma instituição de educação infantil perto de Estocolmo, na Suécia, os professores evitam chamar suas 115 crianças com os pronomes “ele” ou “ela”. Em vez disso, preferem usar a palavras que não fazem distinção de sexo. Na Nicolaigarden, a biblioteca não deixa de ter clássicos como Cinderela e Branca de Neve, que deixam bem claros os estereótipos masculinos e femininos, mas há também livros sobre filhos de mãe ou pai solteiros e crianças adotadas por casais do mesmo sexo. A intenção é derrubar as barreiras de gênero e permitir que meninos e meninas tenham as mesmas oportunidades. “A escola mostra que meninas podem chorar, mas meninos também podem”, diz a mãe de Hanna, de um ano e três meses.

Do The New York Times

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