Com o barateamento e evolução dos óculos de realidade virtual, experimentar uma sala de aula neste formato já é uma possibilidade. A matéria da CNN traz a participação de Jeremy Bailenson, que estuda realidade virtual há décadas, mas foi só no ano passado que o professor da Universidade de Stanford (EUA) sentiu que a tecnologia alcançou um patamar suficiente para dar uma aula em VR.

Bailenson, que é diretor fundador do Laboratório de Interação Humana Virtual de Stanford, ensinou mais de 260 alunos em sua aula com “pessoas virtuais”, que explora vários aspectos da realidade virtual. Alguns dias, a classe discutia as leituras atribuídas pelo Zoom; em outros, alunos e instrutores se reuniam em RV para uma jornada virtual que pode incluir uma sessão de meditação em grupo ou uma exposição digital de arte. Os avatares personalizáveis ​​dos alunos participaram de painéis de discussão em RV e criaram um projeto final para o curso – uma cena de RV completa que outros poderiam visitar virtualmente.

O professor disse que a experiência “tem sido um sonho”. Nas aulas, a universidade usa óculos modelo Quest 2, que custam US$ 299.

É diretor e editor do Porvir e faz parte da equipe desde 2014. Nesse tempo, já produziu séries sobre formação de professores e guias multimídia sobre temas como educação socioemocional, tecnologia, participação estudantil e aprendizagem prática....

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