Um curso optativo, de inicialmente 80 vagas, dará a chance de professores municipais de São Paulo identificarem alunos superdotados – muitas vezes confundidos com hiperativos -, para desenvolver melhor atividades relacionadas ao grupo, e evitar a discriminação dos outros alunos.

“Estima-se que entre 5% e 10% dos estudantes tenham altas habilidades. Muitas pessoas confundem as altas habilidades e a superdotação com algum transtorno, por isso um treinamento que facilite a identificação desses alunos é essencial”, declarou a especialista Nuricel Villalonga Aguilera.

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2 Comments

  1. Será só identificar? Muito mais que isso é o encaminhamento desse aluno, nos estudos aos centros de excelência para que aproveitem seus potenciais. Fazemos isso ou vamos continuar a presenciar a ida desses seres iluminados para outros países.
    Por outro lado, a formação do professor no tocante a educação especial, deve vir carregada de indicativos de encaminhamento de todas as deficiências apontada na legislação e em especial a do superdotado, que de modo equivocado é colocado nesse arcabouço legal. Grande abraço

  2. Será só identificar? Muito mais que isso é o encaminhamento desse aluno, nos estudos aos centros de excelência para que aproveitem seus potenciais. Fazemos isso ou vamos continuar a presenciar a ida desses seres iluminados para outros países.
    Por outro lado, a formação do professor no tocante a educação especial, deve vir carregada de indicativos de encaminhamento de todas as deficiências apontada na legislação e em especial a do superdotado, que de modo equivocado é colocado nesse arcabouço legal. Grande abraço

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