Projeto estimula uso de metodologias ativas e vivências criativas em escolas do Amapá - PORVIR

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Crédito: Ianca Moreira

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Projeto estimula uso de metodologias ativas e vivências criativas em escolas do Amapá

por Redação ilustração relógio 16 de agosto de 2019

Estimular o uso de metodologias ativas e transformar escolas em um verdadeiro laboratório de educação criativa. Esses são alguns dos objetivos do projeto Minha Escola Criativa. Por meio de trocas, vivências, desafios e compartilhamentos de saberes, a proposta pretende fomentar a criação da Rede de Educação Criativa do Amapá. A fellow Carla Priscila Antunes dos Santos, de Macapá (AP), conta mais sobre a iniciativa:

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“O projeto Minha Escola Criativa tenta driblar um pouco dos conceitos de formação que me incomodam um pouco. A ideia é proporcionar momentos formativos por meio de práticas criativas. Diferente da maioria das propostas que foram selecionados no Desafio Aprendizagem Criativa Brasil 2019, ele ainda não estava em execução. Eu usei o contexto do desafio para impulsionar que a iniciativa se tornasse concreta.

A ideia do projeto surgiu a partir de uma experiência realizada em 2017, quando tive a oportunidade de participar do desenvolvimento de oficinas de metodologias ativas para professores em 13 escolas do município de Macapá. Pensei que vários pontos positivos dessa experiência poderiam ser aproveitados, ao mesmo tempo em que também daria para experimentar novos caminhos.

Crédito: Ianca Moreira

Dentro dessa proposta, que também conta com o apoio e coordenação de Aline Pacheco, Simone Almeida e Nádia Serique, vamos promover quatro momentos de imersão com professores no contexto de práticas criativas. Queremos estimular neles um olhar diferenciado para o fazer educativo, incentivado que reflitam sobre o que é educação e como ela se relaciona com o território.

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Apesar do meu trabalho já envolver o uso de formas criativas no contexto da educação, eu fui ter contato mesmo com a aprendizagem criativa a partir do Desafio. Quando fui selecionada, fiz questão de aproveitar ao máximo as vivências e os momentos de compartilhamento com outros fellows, porque sabia que seria possível acrescentar muitas coisas diferentes no meu projeto.

A viagem ao MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos, trouxe um alargamento gigante de horizonte. Além de ser um lugar considerado referência mundial para a ciência, também tem toda essa relação com a criatividade. Foi muito interessante ver o movimento das pessoas e a forma como eles concebem pesquisa. Não tenho como enumerar essas trocas. A experiência ajudou a consolidar muito a minha visão de educação mão na massa.

Crédito: Ianca Moreira e Aline Antunes

Nossa primeira formação do projeto aconteceu no último sábado (10). A turma teve 30 participantes, divididos entre 20 professores da rede municipal, 5 profissionais que trabalham com arte e 5 da licenciatura.

A nossa ideia também é fazer um site para que, passado a fase de formação, ele continue funcionando como um catalisador e multiplicador de aprendizagem criativa no estado. Para finalizar, também estamos pensando em um formato de evento que vai impulsionar esse debate. Queremos celebrar o que já vivemos até aqui, mas também pretendemos gerar um novo momento para discutir o trabalho em torno da aprendizagem criativa.”

* A Rede Brasileira de Aprendizagem Criativa é apoiadora do Porvir


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aprendizagem criativa, educação mão na massa, formação continuada

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Pessoal, não detalha nada o que ela faz na formação, nem se tem uma pista do quais são as práticas ou metodologias criativas que ela usa pra estimular esse olhar diferenciado. Vocês poderiam desenvolver um pouco melhor, ficou bem raso… tomem como crítica construtiva. Para quem lê, também falta alguma referência a legenda das fotos, quem está ali, é a fellow na imagem principal. O que são esses guarda-chuvas coloridos, alguma oficina que fizeram?