O crescimento do ensino a distância tem esbarrado em conselhos profissionais, que têm aprovado resoluções que proíbem os estudantes formados nessa modalidade de exercerem a carreira. A decisão foi tomada recentemente pelas entidades representativas de arquitetura, farmácia, medicina veterinária e odontologia. Elas argumentam que não é possível garantir formação de qualidade com aulas online e que atividades práticas são essenciais.
Do outro lado, as universidades falam em preconceito e prometem recorrer à Justiça.
