Reportagem entrevista especialistas em educação que defendem a criação de um currículo nacional para minimizar a disparidade no aprendizado dos estudantes. A coordenadora da ONG Todos pela Educação, Alejandra Meraz Velasco, afirma que o país precisa estabelecer um currículo nacional, “suficientemente específico, que defina o que o aluno deve saber por série”.

Segundo Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, os diretores de colégios e professores devem dar atenção aos estudantes com mais dificuldades para evitar disparates no aprendizado. “A tradição brasileira é abandoná-los, culminado com a reprovação. Deveria ser o contrário. Eles que deveriam receber a maior atenção da escola, com boa recuperação”, afirma.

Folha de S.Paulo

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