A elaboração de um currículo unificado, enfim, entrou na pauta. Até o fim do mês, o Ministério da Educação (MEC) abre a discussão sobre a criação da chamada Base Nacional Comum, documento que vai determinar quais conteúdos das disciplinas obrigatórias – como matemática, língua portuguesa, história, geografia e ciências – devem ser apresentados aos estudantes.

O MEC tem até 2016 para finalizar e apresentar a proposta pública. “É o primeiro grande passo para garantir que o Brasil ofereça a mesma oportunidade a todos os seus estudantes”, diz David Plank, professor de políticas educacionais da Universidade Stanford, que visitou o Brasil na semana passada para debater o assunto com especialistas locais.

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