Políticas nacionais e centros de inovação fazem a diferença na educação - PORVIR
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Como Inovar

Políticas nacionais e centros de inovação fazem a diferença na educação

Série produzida pelo CIEB traz referências para apoiar a discussão de temas relacionados à inovação na educação pública brasileira

por Redação ilustração relógio 31 de janeiro de 2017

Além de fomentar o debate sobre o ambiente de tecnologias educacionais, o CIEB (Centro de Inovação para a Educação Brasileira) produz uma série de documentos chamada CIEB Notas Técnicas, que traz estudos feitos pela equipe da instituição durante o desenvolvimento de projetos internos.

A primeira edição tem como título “A importância de Políticas Nacionais e Centros de Inovação em Educação” e analisa quais são os desafios para a adoção de inovação e tecnologia nos sistemas públicos de educação em países como Chile, Estônia, Coreia do Sul, Singapura, Austrália, Reino Unido e Estados Unidos. Para traçar esse panorama, o estudo vai atrás de exemplos de estruturação, eixos de atuação comuns e estudos de casos de organizações reconhecidas mundialmente, como os americanos Digital Promise, o uruguaio Centro Ceibal e o sul-coreano KERIS.

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Na primeira parte, o estudo lista a importância da existência de políticas educacionais de tecnologia e inovação para o desenvolvimento educacional brasileiro e demonstra como o investimento nestes dois eixos pode catalisar esse processo, ajudando a atingir as metas propostas pelo PNE (Plano Nacional de Educação). Além disso, o texto analisa os cinco principais desafios enfrentados para a adoção de tecnologia e inovação na educação (falta de foco, institucionalidade, cultura e descontinuidade) e demonstra por que é importante articular diferentes atores e recursos para que ações sejam tomadas.

Em seguida, o estudo apresenta uma tabela com os aprendizados apurados junto às principais referências estudadas. Nela, constam objetivos, diferenciais e períodos de elaboração de cada um dos planos nacionais, organizadas em tópicos de fácil compreensão. Encerra essa parte uma série de gráficos que dissecam a estruturação e os princípios adotados para o pleno funcionamento dos centros de inovação entre os casos estudados.

Para auxiliar gestores na estruturação de políticas nacionais de tecnologia e inovação em educação, são mencionadas seis etapas divididas em duas categorias: entendimento do contexto e planejamento da implementação. Na primeira, deve-se pensar em diagnóstico, objetivos aspiracionais e os resultados esperados, enquanto estão relacionadas à implementação os potenciais viabilizadores, o plano de execução e a avaliação contínua.

Na segunda parte, o documento detalha como as várias referências capturam a sinergia entre diversas fontes de investimento para inovar em educação e lista cinco grandes princípios aprendidos a partir dos casos estudados: clareza com foco; agregação sem substituição; olhar prático; agilidade e eficiência; e fomento sem imposição. Por fim, o estudo se debruça sobre o funcionamento de organizações reconhecidas mundialmente, detalhando suas visões, origens, recursos, infraestruturas, ações realizadas e aprendizados. Para ler o estudo completo, clique aqui (PDF).


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aplicativos, conectividade, dispositivos móveis, educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, infraestrutura, livros digitais, personalização, recursos educacionais abertos, tecnologia, traga seu próprio dispositivo (BYOD)

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