A Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, está lutando para se recuperar após o aplicativo de motoristas particulares Uber ter contratado 40 de seus pesquisadores e cientistas no início deste ano. A fuga de cérebros foi considerada surpreendente e deixou em crise a instituição que é considerada uma das mais respeitadas na área de pesquisa em robótica.

Em fevereiro, tudo se assemelhava a uma parceria para desenvolvimento de carros autônomos, mas o movimento foi mais brusco que o esperado. Ao contratar seis pesquisadores e 34 engenheiros a empresa mostra que começa a pensar num futuro em que que carros poderão dispensar a necessidade de ter milhares de motoristas contratados.

The Wall Street Journal

É diretor e editor do Porvir e faz parte da equipe desde 2014. Nesse tempo, já produziu séries sobre formação de professores e guias multimídia sobre temas como educação socioemocional, tecnologia, participação estudantil e aprendizagem prática....

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