​O ano de 2015 será lembrado na Europa como aquele da “crise de refugiados”. Milhares de pessoas cruzaram fronteiras marítimas e terrestres para fugir de perseguições na Síria, Oriente Médio ou África em busca de proteção na União Europeia. Porém, diversos países têm enfrentado dificuldades para receber esse fluxo e integrá-los de uma maneira que vá além da ajuda humanitária inicial de comida e moradia.

A educação surge como uma oportunidade para milhares de crianças e jovens, mas eles precisam de atenção especial desde o momento que acessarem o sistema escolar. Alguns trazem consigo traumas de guerra, o que demonstra a necessidade de se pensar em apoio psicológico. Além disso, demandam medidas que tornem os sistemas educacionais mais inclusivos. Isso inclui assegurar que esses alunos não serão colocados em escolas segmentadas de acordo com o nível socioeconômico, mas sim em programas de apoio à infância, que façam seus parentes participaram e que forneçam a professores ferramentas para apoiar os que apresentam múltiplas necessidades.

 

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É diretor e editor do Porvir e faz parte da equipe desde 2014. Nesse tempo, já produziu séries sobre formação de professores e guias multimídia sobre temas como educação socioemocional, tecnologia, participação estudantil e aprendizagem prática....

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