Consultoria ajuda escolas a implantar inovações - PORVIR
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Como Inovar

Consultoria ajuda escolas a implantar inovações

Scholé é o braço da Perestroika voltado para instituições de ensino que buscam novas metodologias de aprendizado

por Fernanda Kalena ilustração relógio 8 de abril de 2015

A Perestroika anunciou nesta terça-feira, 7, a reformulação de seu braço voltado ao atendimento de instituições de ensino e entidades ligadas à educação. Chamada Scholé, a consultoria visa a implantação de inovações educacionais e novas metodologias de aprendizado.

“Percebemos que as instituições de ensino em geral estão sentindo necessidade de se atualizarem e se remodelarem, mas que não sabem como iniciar as mudanças dentro da escola. O Scholé surge como um respiro para elas inserirem um modelo de ensino mais contemporâneo, disruptivo e prazeroso”, conta Michelle Sander, diretora da Perestroika em Porto Alegre (RS). Em grego, o termo que batiza a iniciativa designa “lugar do ócio” e, traduzido ao português, deu origem à palavra escola.

O trabalho é dividido em cinco frentes: cursos, palestras, currículo criativo, metodologia e ventura, todas personalizadas e combinadas de acordo com a necessidade e interesse de cada instituição.

Os cursos podem ser voltados tanto para educadores quanto para os estudantes, seguir um modelo pré-estabelecido pela Perestroika ou montados sob medida. As palestras envolvem temas como criatividade, inovação, empreendedorismo, gestão, liderança e tecnologia. Já o projeto de currículo criativo é realizado em parceria com Ricardo Diaz, gerente da ICT School de Londres, e tem como foco o aluno no centro do aprendizado e o desenvolvimento do indivíduo, com planos a planos de aula respeitando a grade do MEC (Ministério da Educação). A parte de metodologia é baseada na cocriação entre a instituição e a Perestroika para auxiliar o processo inicial de mudança do modelo educacional. Por fim, o ventura é voltado aos jovens e tem como objetivo ajudá-los a montar sua trilha profissional, algo como uma orientação vocacional com espaço para discussão sobre felicidade, propósito e empreendedorismo.

Segundo Sander, é importante entender a realidade e o contexto das escolas para que os programas desenvolvidos sejam adequados e personalizados às necessidades de cada instituição. “Acreditamos em poder sentar e construir em conjunto e com o propósito da instituição de ensino. Não vamos chegar com fórmulas prontas, vamos entender a realidade”, completa.

Cada um dos programas tem um prazo diferente de execução, mas em média os cursos somam 10 horas, as palestras 3 horas e as consultorias em torno de 90 horas. Podem ser realizados na própria instituição ou na Perestroika, que hoje conta com unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Recife.

Para mais informações, veja o novo site do Scholé.


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empreendedorismo, perestroika

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