Nos Estados Unidos, à medida que mais alunos com deficiência ingressam nos sistemas escolares, educadores têm se preocupado em adaptar suas salas de aula para estimular o desenvolvimento acadêmico e emocional. O design sensorial tem como foco o controle de imagens, sons e cheiros que podem sub ou superestimular alunos com autismo ou outras deficiências. Algumas escolas foram construídas para este fim, mas qualquer sala de aula pode ser redesenhada, segundo especialistas.

“Surpreendentemente, você não precisa de um prédio de alta tecnologia para atender às necessidades sensoriais da criança”, disse Nicole Eredics, educadora da Califórnia e autora de “Inclusão em Ação” (“Inclusion in Action,”), um livro sobre a criação de salas de aula acolhedoras para todos.

As mudanças podem ser tão simples como encher pequenos sacos de plástico com arroz para uma criança inquieta segurar ou oferecer assentos flexíveis que permitem aos alunos usar mesas quando estão em pé ou até mesmo balançar as cadeiras, disse Eredics.

É diretor e editor do Porvir e faz parte da equipe desde 2014. Nesse tempo, já produziu séries sobre formação de professores e guias multimídia sobre temas como educação socioemocional, tecnologia, participação estudantil e aprendizagem prática....

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