Este artigo do New York Times conta a história de Naomi Bradshaw, natural da Guiana, que mora nos Estados Unidos. Em 1997, 10 meses após seu filho Shaun Lambert ter nascido, ela perdeu o noivo.

Mais tarde, começou um relacionamento com outro homem, que morava nos Estados Unidos. Casaram-se em 2002 e tiveram dois filhos, mas sua vida se tornaria um drama. O marido não a deixava trabalhar ou estudar. Além disso, Naomi era proibida de usar o telefone telefone e de assistir programas como o da apresentadora Oprah Winfrey.

Após o divórcio, Naomi resolveu acompanhar de perto o desempenho dos filhos na escola, que só tiram nota A. “Errei demais e fiz muitas escolhas ruins, então preciso fazê-los entender que estou fazendo isso por eles, para que tenham uma vida melhor. Vou empoderá-los o máximo que conseguir.”

The New York Times

Adicione como fonte
preferencial no Google

É diretor e editor do Porvir e faz parte da equipe desde 2014. Nesse tempo, já produziu séries sobre formação de professores e guias multimídia sobre temas como educação socioemocional, tecnologia, participação estudantil e aprendizagem prática....

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *