Escolas argentinas começaram a adotar o seguro contra o bullying, novo serviço oferecido pela Prome (Proteção Médica Escolar, em espanhol). A medida desperta a ira de especialistas, que defendem a implementação de políticas de prevenção à prática em todo o ambiente escolar.

As novas apólices cobrem todos os tipos de assédio na escola, incluindo o sexual. Ela é semelhante a um seguro de responsabilidade civil, obrigatório desde 1997 e que custa até US$ 4 por aluno. As escolas privadas dizem recorrer ao instrumento porque existem casos que terminam na Justiça, gerando pesadas indenizações. “As famílias processam as escolas por qualquer problema com as crianças”, diz Perpetuo Lentijo, da Associação de Entidades Educativas Privadas Argentinas.

Clarín

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É diretor e editor do Porvir e faz parte da equipe desde 2014. Nesse tempo, já produziu séries sobre formação de professores e guias multimídia sobre temas como educação socioemocional, tecnologia, participação estudantil e aprendizagem prática....

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