O Museu do Amanhã, parceria entre a prefeitura do Rio de Janeiro e a Fundação Roberto Marinho, será inaugurado até junho na cidade, e terá um acervo atualizável para mostrar como as ações humanas, as mudanças naturais e as inovações deixarão o mundo 50 anos à frente. A cada mudança prevista para a sociedade, seja por meio de novas pesquisas, ou com ações práticas (políticas, guerras, epidemias), ele também se adapta. Para isso, parcerias com órgãos como o MIT e a Unesco foram firmadas.

“A ideia central é de que o amanhã é hoje e o hoje é o lugar da ação. O museu tem o objetivo de engajar uma reflexão sobre a era do Antropoceno (período mais recente na história do planeta Terra), na qual o homem se tornou uma força planetária capaz de interferir em ecossistemas”, disse Luiz Alberto Oliveira, curador do projeto que terá a sustentabilidade como principal foco.

Carta na Escola

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