No final de 2015, quase 200 escolas de São Paulo foram ocupadas por estudantes que eram contrários à reorganização escolar proposta por Geraldo Alckmin (PSDB). A ideia do governo era tornar as escolas de ciclo único – só de ensino médio, ou só de fundamental -, otimizar o uso de salas ociosas e, com isso, fechar 92 instituições de ensino.

Agora, o cenário das ocupações das escolas está se repetindo, só que com outro motivo. Em 2016, os alunos são contrários a reforma do Ensino Médio, anunciada pelo governo do presidente Michel Temer. Entretanto, os jovens apontam os mesmos motivos pelas manifestações: a falta de diálogo entre os que fazem a política e os maiores interessados: os próprios jovens. No Paraná, Até o fechamento da reportagem do El País, 300 escolas – segundo os estudantes – e 244 – segundo o governo – estavam ocupadas contra a reforma.

Segundo educadores como Anna Helena Altenfelder, superintendente do Cenpec  (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária), os jovens gostam da escola e acham importante participar. Por isso estão querendo dar sua opinião sobre o assunto.

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