A Universidade de Tsinghua, na China, nasceu da humilhação nacional. Foi fundada após a Rebelião dos Boxers – movimento popular antiocidental e anticristão em 1900 – e paga com as reparações exigidas pela China aos Estados Unidos. Agora, Tsinghua é uma grande fonte de orgulho chinês, pois disputa elogios por pesquisas científicas na área conhecida como STEM (sigla em inglês para ciências, tecnologia, engenharia e matemática).

Em 2013-16, produziu mais de 1% dos artigos mais citados em matemática e computação, e mais dos 10% mais citados em STEM. São números que representam mais do que qualquer outra universidade no mundo, avalia Simon Marginson, da Universidade de Oxford, na Inglaterra. O MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) ainda lidera o top 1% dos papéis sobre STEM, mas Marginson diz que Tsinghua está no caminho certo para ser “o número um em cinco anos ou menos”.

É diretor e editor do Porvir e faz parte da equipe desde 2014. Nesse tempo, já produziu séries sobre formação de professores e guias multimídia sobre temas como educação socioemocional, tecnologia, participação estudantil e aprendizagem prática....

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