Como iniciar práticas educomunicadoras na escola?
Professor da USP elucida possíveis caminhos para implementar práticas que unem educação e comunicação
por Redação na Rua 27 de fevereiro de 2015
Do Centro de Referências em Educação Integral
Uma educação comprometida com a formação integral do indivíduo deve dar conta de todas as dimensões do desenvolvimento humano e estabelecer-se como processo ao longo da vida. Nesse sentido, o repensar das práticas de ensino e aprendizagem e o reconhecimento de seus potenciais agentes, tempos e espaços torna-se fundamental para oportunizar outras possibilidades educativas, para além daquelas compartimentadas pelos tradicionais currículos escolares.
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Nesse contexto, a educação é cada vez mais tensionada a estabelecer diálogo com outras áreas do conhecimento, em arranjos mais abertos, criativos, participativos e que buscam, sobretudo, não hierarquizar a distribuição do saber, possível a qualquer pessoa dado o seu reconhecimento enquanto produtor de cultura. Essa é a defesa da educomunicação, conceito que vem dando pistas de como o uso dos meios, linguagens e instrumentos de comunicação podem estar presentes no espaço escolar, garantindo não só o direito universal à comunicação, mas também outras possibilidades de aprendizagem.
Unindo fontes acadêmicas e práticas de diferentes experiências, o Centro de Referências em Educação Integral procurou elucidar possíveis caminhos para o início das práticas educomunicadoras em instituições de ensino. A trilha foi construída com o apoio do professor do curso de licenciatura em Educomunicação da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), Marciel Consani.
O que é uma prática educomunicadora?
Para o pesquisador, é fundamental que haja, de início, um esclarecimento sobre o que diferencia a educomunicação de outras linhas de abordagem semelhantes. A explicação parte do século 20, especialmente da década de 80 em diante, quando se iniciou a preocupação de colocar as tecnologias, e depois as mídias, dentro da escola como suporte a projetos pedagógicos existentes. O chamado uso instrumentalizador da tecnologia e das mídias era utilizado no seguinte contexto: partia-se de um projeto educacional, aparentemente perfeito em suas metas e pressupostos, mas repleto de dificuldades de aceitação por parte dos alunos, ou distante de refletir o que a sociedade representava, configurando a escola como uma ilha isolada dos fenômenos da modernidade, especialmente da mídia. “A ideia era a de integrar as tecnologias a um projeto pedagógico predefinido”, atesta Consani.
A educomunicação, por sua vez, se apresenta como solução para os problemas de ordem comunicativa, pelos seus pressupostos considerarem que são estes os nutridores dos impasses de ordem pedagógica ou mesmo políticos. Os problemas de comunicação permeiam as relações entre os alunos, dos alunos com os professores e demais instâncias da escola, e dela mesma com seu entorno, com a sociedade, comunidade e famílias. Esse entendimento parte das teorias de comunicação pós-modernas, pós-estruturalistas, que vão além das teorias das recepções dos meios de comunicação, e sugerem a mediação. A ideia é que a comunicação independe dos meios uma vez que, o que está em jogo, são as mediações que ali atuam. Partindo disso, a educomunicação coloca dois questionamentos fundamentais: onde a comunicação pode ser melhorada na escola? E de que forma?
O papel dos gestores
Para a gestão, é essencial partir de um diagnóstico preliminar que indique problemas de natureza comunicativa. E não se trata de estabelecer fluxos informativos, mas de estabelecer diálogo, prerrogativa básica para o método que tem no seu corpus doutrinário a obra de Paulo Freire. “A nosso ver, não existe comunicação sem diálogo”, afirma o pesquisador.
Todo projeto educomunicativo, em essência, visa ampliar o diálogo na escola. Na prática isso significa possibilitar participação de pessoas anteriormente excluídas, transformar diálogos unilaterais em bilaterais, estabelecer canais de comunicação para que as pessoas consigam se manifestar, expressar sua voz, “e edificar o que chamamos de ecossistema comunicativo“, coloca.
Em primeira instância é preciso definir a natureza e a prioridade dos problemas de comunicação que têm que ser resolvidos. Em um segundo momento, é a hora de descobrir suas vocações, ou seja, estabelecer os canais de comunicação com os quais irá trabalhar. O educador exemplifica: “há escolas de educação infantil que não conseguem trabalhar com texto escrito ou uma tecnologia sofisticada como câmeras e editores de vídeo devido a fase de desenvolvimento das crianças. Veja que, nesse caso, a oralidade tem mais peso do que a comunicação verbal. E, assim, esses cenários precisam ser considerados”.
Entra em cena o professor mediador
Nesse momento é que deve figurar o professor mediador (educomunicador), responsável por estabelecer relações entre a criança/estudante e o currículo, e também entre a gestão, as diretrizes curriculares e o plano de aula a ser executado. Isso não significa apenas fazer o meio de campo entre o repertório cultural, o conhecimento institucionalizado e a criança. “Ele tem que ensinar e aprender a se comunicar, se comunicando”, garante Consani.
Para tanto, como primeira atitude, espera-se que o professor considere o conhecimento prévio da criança, o universo cultural que está nela, em seu entorno, na comunidade que ela vive para que haja uma abertura para a negociação desse contexto com seu próprio repertório individual e, depois, com aquilo que representa, no caso, a escola, por meio de seu currículo. “Em outras palavras, não adianta nada despejar um monte de conceitos prontos que não fazem sentido, que não estejam contextualizados ou não dialoguem com o universo daquele aluno, e classificar isso como educativo. A educação se faz por uma espécie de reconhecimento dentro de um repertório cultural”, explicita o pesquisador.
Ao que complementa: “então, mesmo quem não assiste a novela na Globo, sabe o que acontece. É preciso criar essa referência cultural compartilhada. A questão não está em tentar purificar essa influência cultural externa, mas em utilizar esses formatos comerciais veiculados pela mídia e promover uma crítica, não a partir de uma visão moralista, mas de uma problematização em que o aluno seja o protagonista. A leitura crítica tem que ser desenvolvida como uma habilidade, uma competência, e não vir pronta.”
Alunos participativos
Segundo o pesquisador, essa demanda é direcionada pelo perfil dos alunos. Ele alega que, ao longo dos estudos realizados pelo Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (NCE) características próprias desse grupo e duas necessidades essenciais ficaram evidentes. Uma delas diz respeito à expressão, à vontade de ter voz, de dizer o que pensa e sente, o que não implica necessariamente em um canal de comunicação mas, sobretudo, no estímulo. Outra é estabelecer uma condição de pertencimento, de encontrar um espaço onde possa ouvir sua música, de produzir e mostrar suas produções.
Em sua análise, o estudante tem como modelo a terceira instância educadora. “A gente fala que a primeira é a escola, a segunda a família e a terceira é a mídia. E a mídia nunca vai ser controlada pela escola. Então, tem que haver essa negociação”, reforça. O modelo de comunicação primário do aluno é o da televisão, do rádio, das emissoras de sinal aberto. Por isso a necessidade de lê-los criticamente, processo que o aluno não inicia sozinho, em sua individualidade. “Isso tem que acontecer dentro da escola, a partir de um trabalho de mediação dos professores”.
Para Consani, quando o professor investe nesse papel de mediador entre a cultura institucionalizada, a mídia, e mostra as conexões existentes, o aluno descobre duas coisas fundamentais: que ele não vive em um mundo à parte e que pertence a uma comunidade e se depara com a questão da expressão, de querer colocar suas dúvidas, sentimentos e opiniões.
O espaço da família/comunidade
Na educomunicação, o conceito de comunidade escolar é entendido como não excludente, o que significa que o entorno do contexto escolar, ou seja, a comunidade e os familiares são considerados no processo de ensino aprendizagem. O pesquisador explica que a prática teve uma mudança de viés ao longo dos anos. No final da década de 90, eram bastante comuns as práticas educomunicadoras em contextos de organizações não governamentais e informais; a mudança, como explica, veio com a entrada do processo no âmbito do poder público, em parceria entre centros de estudo e redes de ensino, em contextos formais.
Nessa mudança histórica houve a necessidade de se reconhecer alguns conceitos, já presentes no repertório de escolas de educação mais avançada, libertária, como o da comunidade escolar. Não há comunidade escolar sem o envolvimento da família. “Ela permite que a produção do aluno seja compartilhada para fora do espaço escolar, e isso é mais uma estratégia de mostrar para a família o que ele faz e despertar o interesse para as ações educativas”.
Além disso, espera-se que a família possa se envolver ativamente nos processos de pesquisa sobre os quais os temas trabalhados demandam. Toda temática deve ser investigada e problematizada. E, embora a internet, seja um meio facilitador, não é o fim do trabalho pedagógico, e sim o começo. “O principal é a criança saber reconhecer os possíveis desdobramentos de pesquisa no entorno que ela transita, e a família pode e deve participar disso para se construir uma educação significativa, com interação na vida concreta”, afirma Consani.
A educomunicação a favor da educação integral
A meta de construir a cidadania, a partir do pressuposto básico do exercício do direito de todos à expressão e à comunicação, foi entendida como política pública nacional, além de nortear diversas práticas educativas pelo país.
No que tange a agenda pública, a educomunicação conseguiu figurar entre os macrocampos do programa Mais Educação, iniciativa do governo federal para diversificar e qualificar as oportunidades de aprendizagem nos ambientes escolares. A proposta é que as escolas possam fazer uso dos recursos midiáticos – rádio, jornal, fotografia, vídeo, histórias em quadrinhos – para promover o desenvolvimento de projetos educativos dentro dos espaços escolares, com a construção de propostas engajando os alunos em ações de colaboração para a melhoria das relações entre as pessoas, além de projetos de aprendizagem por meio da reflexão crítica e da possibilidade de intervenção na própria escola e na comunidade.
O cenário abre bons precedentes para a educação integral, a começar pelos próprios ambientes de aprendizagem. Deslocado para o papel de mediador de conhecimento, e não detentor, o professor pode se aproximar de seus alunos e, juntos, construírem percursos educativos mais colaborativos e significativos. Essa configuração que se dá com base em trabalho em equipe, debates e pesquisa possibilita situações mais democráticas e participativas.
O acesso a outras linguagens também é visto numa perspectiva integradora, como parte estrutural de um processo que promove a formação de cidadãos participativos política e socialmente, capazes de interagir na sociedade da informação na condição de emissores e não apenas consumidores de mensagens, o que garante o direito à comunicação.
Ainda assim, há considerações a serem colocadas, como elenca Marciel Consani. “A ideia do Mais Educação de aproveitar ao máximo o tempo escolar como um tempo educativo e não ficar preso a uma aula magna, expositiva, dá abertura para que se trabalhe com estratégias de diálogo com a mídia, com a cultura popular e outros campos como as artes”.
Por outro lado, a educomunicação se faz como um elemento que promove a transdisciplinaridade e a transversalidade dentro das áreas de conhecimento. E, portanto, os temas dentro dos macrocampos estão estruturados a partir de estratégias de “fazeres”, como fazer um vídeo, uma fotografia, uma história em quadrinhos. “Cada um deles traz uma linguagem, um repertório específico que precisa ser contextualizado, por não ser inerente à linguagem”, observa Consani.
A partir disso, o educador questiona as formas de se trabalhar prevendo o estabelecimento de significado na aprendizagem. “Como se trabalha com isso? Você vai apenas decupar as histórias, ou tentar entender o que as narrativas querem transmitir? Isso é pouco do ponto de vista educomunicativo?”. Consani reitera que, na parte prática, o que se espera é que a criança crie suas próprias narrativas, que até podem partir de um modelo, mas que tenha autonomia para romper tais amarras e se arriscar em criações livres.
“Veja que, em um determinado momento, essa história pode ser dramatizada, virar um vídeo, um tema pra redação com variações do enredo. É possível transportar a ideia e praticar o esforço de dialogar com a cultura em uma espécie de ciranda das mídias”, afirma. A seu ver, a educomunicação não se atém a uma ou outra mídia específica, pelo contrário. É uma abordagem que funciona em qualquer mídia e na interface entre várias delas. Então, o foco não está no fazer em si. Em suma, na educomunicação, a chave é entender que o fazer é um pretexto para a autorreflexão da criança frente ao seu repertório cultural.
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Penso que toda tecnologia utilizada a favor da busca pelo saber alicerça os quatro pilares a educação. Precisamos nós, paralelamente aprender com nossos educandos a aprender, a ter, a ser e a fazer uma nova cultura digital. Não aquela que oprime… que condena ou aliena e sim aquela que soma e enriquece nossa sala de aula. Principalmente agora com a visão da escola integral isto se faz extremamente necessário e temos mais esta responsabilidade nas mãos devido ao tempo que passamos com nossos alunos. então mãos à obra.
Penso que toda tecnologia utilizada a favor da busca pelo saber alicerça os quatro pilares a educação. Precisamos nós, paralelamente aprender com nossos educandos a aprender, a ter, a ser e a fazer uma nova cultura digital. Não aquela que oprime… que condena ou aliena e sim aquela que soma e enriquece nossa sala de aula. Principalmente agora com a visão da escola integral isto se faz extremamente necessário e temos mais esta responsabilidade nas mãos devido ao tempo que passamos com nossos alunos. então mãos à obra.
Tecnologia está no nosso cotidiano, a diferença é ter a ferramenta certa para o tipo de trabalho que irá realizar.
A tecnologia facilita a aprendizagem ,colabora ,na criação de novas criatividades .
A Tecnologia está presente no cotidiano dos alunos, e nos profissionais da Educação temos que estar preparados para novas experiências e. aprendizagem
Oi, pessoal. Vale a pena conferir o Guia Tecnologia na Educação http://porvir.org/especiais/tecnologia
Com essa ferramenta , se constrói expectativas de novos desafios no campo da aprendizagem, que possibilita ir de encontro a novos conhecimentos no campo da tecnologia e conceitos do mundo moderno.
Tecnologia é de grande importância não só para o mundo moderno, mas principalmente para o aprendizado dos nossos alunos.
Olá, a tecnologia é sem dúvidas o caminho mais rápido para nos aproximar dos educandos, por isso devemos nos aprofundarmos ao máximo.
Essa pratica educomunicação coloca onde os questionamentos podem ser melhorados na escola e de que forma. Uma maneira em que todos participam através da comunicação ,questionamentos. e certamente leva o aluno a autoreflexão.
A tecnologia é de suma importância no cotidiano escolar ,oferece rapidez e traz para os alunos uma realidade uma vez que a maioria desses jovens e adolescentes já estão em contato com varias tecnologias, a escola,a sala de aula não pode ficar fora das modernidades ,o uso das teologias é um dos s
aberes que deve estar inserido nas aulas.
Olá,Sem dúvida nenhuma a tecnologia será uma grande aliada para que possamos tornar o processo de ensino- aprendizagem mais ‘atrativo” .Este curso ,com certeza estará contribuindo para que possamos vencer este desafio…
A tecnologia vem de encontro aos anseios dos alunos, é disso que precisamos nas escolas.
Ola, estou amando estes cursos do Inova.Gosto de desenvolver projetos em minhas aulas de geografia utilizando recursos tecnológicos, meu curso de pedagogia também esta sendo muito prazeroso devido aos assuntos se complementarem no processo ensino aprendizagem.
A Tecnologia, é uma ferramenta muito importante para o desenvolvimento intelectual e cognitivo do estudante, para que se torne um indivíduo apto á desenvolver e compartilhar informações.
A tecnologia propicia uma aprendizagem mais ampla e prazerosa.
A tecnologia se faz necessário no nosso cotidiano, temos que estar preparados e atualizados para usar esta ferramenta a favor do aprendizado do aluno.
Boa tarde! Hoje a melhor ferramenta é a informática que está atrelada a todos os meios de comunicação; pois é o um meio de vivenciar todas as habilidades e competências na aprendizagem do aluno.
Nao há possibilidade alguma da escola ficar fora das tecnologias que são ferramentas riquíssimas para os alunos e para os professores.
A tecnologia,hoje é mais uma das ferramentas que podemos utilizar para o processo de aprendizagem dos nossos alunos.
Sem duvida muito bom está apresentação, que inova as idéias, sao ferramenta para nos ajudar na aprendizagem dos alunos inovando seus conhecimentos.
A tecnologia é essencial para a aprendizagem dos alunos, faz parte do seculo XXl;
A tecnologia muito presente no cotidiano, se faz necessário seu aprendizado por meio de novas experiências constantemente.
As atividades que tornarão as aulas mais criativas e motivadoras.
Ótima ferramenta
Ótima ferramenta…
Achei muito interessante!
A tecnologia hoje e necessário na escola para tornar a aula atraente e auxiliando na eficacia do trabalho.
Sem dúvida a tecnologia é o caminho para tentarmos avançar e motivar nossos alunos.
Não conhecia esta ferramenta agora vou utilizar.
vou utilizar
A tecnologia auxiliando na aprendizagem dos alunos.Um novo caminho na educação.
A tecnologia é uma realidade na vida de nossos alunos se não nos utilizarmos desse recurso em beneficio da educação estaremos retrocedendo, precisamos aproveitar todas as ferramentas possíveis para facilitar a aprendizagem dos nossos alunos.
A tecnologia é uma das ferramentas mais importante na vida escolar de nossos educando; facilitando assim uma aprendizagem significativa.
A exploração de meios tecnológicos no processo de aprendizagem certamente será um passo importante para a melhoria da educação como um todo.
tenho grupo com meus alunos por whatsApp que passamos atividades e tiramos duvidas
A tecnologia é essencial para nossos alunos, porque essa geração nasce dominando a tecnologia e redes sociais.
a tecnologia deve fazer parte do aprendizado. É triste ver a situação que as escolas se encontram. Infelizmente.
Como a tecnoligia é uma realidade na vida dos educandos, nada melhor do que colocá-la a serviço da aprendizagem!!!
Hoje em dia a tecnologia é essencial na vida do ser humano, principalmente na vida do aluno.
Ótima ferramenta de trabalho.
muito boa ferramenta de trabalho e informatizar para nos ajudar na aprendizagem.
Tecnologia este é o caminho para tornarmos nossas aulas mais estimulantes para nossos alunos.
Esses recursos de tecnologia tornaram as atividades mais significativas e interessantes para o processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos.
Muito interessante, estou lendo relendo aprendendo atividades que tornarão as aulas mais criativas e motivadoras.
Nossos jovens estão muito antenados e precisamos ajudar aqueles mais introvertidos. Acredito que nessas aulas haverá grande interação.
A tecnologia deve fazer parte dos recursos para aprendizagem nas escolas, mas, as escolas estão com falta ate de material de impressão, então investir de forma correta e honesta na educação é primordial e aprenderem a valorizar mais os educadores.
Tudo que envolve a tecnologia irá despertar interesse de aprendizagem em nossos alunos estou adorando os materiais.
Ótima ferramenta para ajudar na aprendizagem dos alunos e também muito importante para ajudar o professor na sua aprendizagem, assim melhorando o conhecimento dos alunos.
A tecnologia está inserida em nossas vidas e precisamos explorá-la na escola, pois é uma ferramenta incrível para o processo de ensino e aprendizagem. Além de curiosa é muito interativa.
Concordo plenamente
Quem viu a série “Black Mirror”, sabe o quanto a tecnologia irá destruir as relações humanas. não precisamos de mais tecnologia, precisa de mais contato humano. Olhar atencioso, prestar a atenção dos detalhes.
Trabalhar sem a tecnologia nos deixa fora do mundo do adolescente e esse curso comprova a nossa necessidade de uso dessa maravilhosa ferramenta.