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Uma neuropsicóloga
a favor da educação

Depois de um AVC, Adriana Foz se dedicou aos estudos da neurociência para melhorar a relação aluno-professor

Aos 16 anos, ela quase repetiu de ano por conta das disciplinas vilãs: matemática e física. Isso só não aconteceu por conta das metodologias próprias criadas por ela, nas quais atrelava os conteúdos escolares sempre a coisas cotidianas. O recurso deu tão certo, que, no ano seguinte, a própria escola passou a indicá-la como professora particular para estudantes do ensino fundamental. A experiência, na adolescência, foi o combustível que despertou em Adriana o interesse em entender quais eram os estímulos necessários para aumentar a capacidade de aprendizagem nas pessoas. Hoje, mais de duas décadas depois, Adriana Fóz carrega um currículo extenso e a superação de um AVC, que a fez adentrar na neurociência. Entre seus ofícios, dedica-se aos avanços da neurociência na educação, já escreveu livros sobre o funcionamento do cérebro, inclusive, para crianças, além de coordenar um projeto voltado à prevenção e saúde mental, em que capacita professores sobre como lidar com a raiva e a ansiedade no convívio escolar.

Aos vinte e poucos anos, Adriana já acumulava uma graduação em educação e o título de pós-graduada em psicopedagogia. Na época, ela estava determinada a descobrir como mobilizar a emoção dos alunos para alcançar a chamada aprendizagem significativa, termo cunhado pelo psicólogo norte-americano David Ausubel ao afirmar que aquilo que é aprendido sempre precisa fazer algum sentido para o aluno.

Giovanni Cancemi / Fotolia.com

Mergulhada na teoria de Ausubel, ela começou a formar grupos de estudos com a presença de especialistas renomados, como o neurocientista Nelson Annunciato, PhD em programas de reabilitação neurológica da Universidade de Munique, na Alemanha, e o neurologista José Salomão Schwartzman, especialista em neurologia infantil. “Eu era bem mais jovem que eles. O que era uma honra para mim. Era como se eu fosse um peixe fora d’água nadando no imenso oceano”, afirma ela, que então vivia o auge de sua vida profissional. Nessa época, inclusive, abriu uma clínica multidisciplinar formada por diferentes profissionais, como fonoaudiólogos, psicólogos e terapeutas familiares. “Era algo muito inovador.”

Aos 32 anos, Adriana teve sua vida virada ao avesso: sofreu um AVC hemorrágico. Passou quatro meses internada e quatro anos em reabilitação.

No entanto, aos 32 anos, sua vida deu uma reviravolta quando sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) hemorrágico. Passou quatro meses internada e quatro anos em reabilitação. Perdeu os movimentos do lado direito do corpo e não reconhecia nem mesmo seu próprio marido, com quem estava casada havia dez anos. “Eu, que era especialista em leitura e escrita, não sabia mais ler nem escrever”, conta. “Foi como se tivesse dado um reset no meu HD interno, no qual eu precisava colocar tudo novamente.”

Com depressão patológica e limitações físicas e cognitivas, Adriana parou de clinicar e começou a buscar outras atividades à medida que sua recuperação progredia. Fez aulas de samba, para reaprender cognitivamente a andar, e curso de palhaço, para rir de si mesma. “Fui desenvolvendo habilidades que até então eu não precisava, já que antes eram automáticas, como andar ou segurar uma escova de dentes.”

Esses “novos” hábitos foram fundamentais para que ela adentrasse mais a fundo no campo da neurociência. “Eu precisava entender por que, apesar de eu não ter tido um derrame no cerebelo (parte do cérebro responsável pela ação motora), eu não podia andar direito. Por que a minha visão havia ficado comprometida, se minha região occipital (parte do cérebro que comanda a visão) não havia sofrido nenhum dano? Por que não sabia mais ler nem escrever, se a região parietal (responsável pela leitura e escrita) estava sem nenhuma lesão?”

“A neurociência chega a ser vital. Na educação, ela tem a função de dar aos professores mais instrumentos e ferramentas para que eles sejam capazes de otimizar suas funções.”

As investigações prosseguiram e acabaram dando origem ao livro A Cura do Cérebro, em que Adriana desvenda, a partir de sua batalha e recuperação do AVC, outras indagações como: por que ela precisava raciocinar para que então pudesse andar ou por que a recuperação da memória era gradual. A viagem pelo cérebro avançou também rumo à academia. Anos depois, já reabilitada, a educadora especializou-se em neuropsicologia na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). 

Neurociência, uma questão vital

“Hoje, para mim, a neurociência chega a ser vital. O professor tem como tarefa, durante o processo de aprendizagem dos alunos, trabalhar a leitura, a matemática, mas imagina se ele também conseguir entender o funcionamento do cérebro. É essa a principal função da neurociência na educação: dar aos professores mais instrumentos e ferramentas para que eles sejam capazes de otimizar suas funções”, afirma.

De acordo com ela, isso é fundamental para minimizar um dos principais problemas que envolvem os professores: o desgaste profissional. Em muitos casos, afirma, o educador não percebe que cada aluno possui um ritmo diferente de aprendizado e que naturalmente ele também precisará de orientações durante esse processo. “O único momento da vida do ser humano onde a região do prazer tem menos neurotransmissores passando pelo cérebro é na adolescência. Por isso os jovens, normalmente, têm aquela inércia, preguiça, crise. Se o professor entende que isso acontece por conta do funcionamento cerebral e não porque o aluno está sendo folgado, ele consegue ajudar muito mais e otimizar a tarefa de educar”, afirma Adriana, que também coordena o projeto Cuca Legal, iniciativa realizada pela Unifesp, que trabalha a prevenção e saúde mental com educadores.

Divulgação

Bye, bye, tristeza!

Desde o ano passado, a neuropsicóloga usa elementos da neurociência para ajudar professores de escolas públicas de Paraisópolis – a maior favela de São Paulo, na zona sul da capital – a terem melhores condições de preparar suas aulas. “Para dar aula, o educador precisa, primeiro, aprender a se respeitar enquanto ser humano, que fica estressado, com raiva. Essa compressão é fundamental para que ele também entenda essas características em seus alunos e consiga lidar melhor com eles, tanto do ponto de vista comportamental, quanto pedagógico”, assegura.

“Os professores dessa escola especialmente queriam um trabalho que pudesse ajudá-los a lidar com a raiva. Ensinamos como é o ciclo da raiva, como ela é desenvolvida no cérebro, como acontece no cotidiano.”

Segundo ela, a partir do momento que o professor compreende que um determinado aluno de ensino fundamental tem certa aptidão para aprender linguagem até os dez anos de idade, por exemplo, o professor passa a se tornar mais responsável por interferir diretamente nesse aprendizado e se ajudar a ajudar o aluno.

O projeto está sendo realizado em duas escolas da região. Na escola estadual Maria Zilda Gamba Natel, desde 2012, os professores estão participando das oficinas periódicas, que incluem rodas de discussão sobre como agir e trabalhar aspectos voltados a raiva, ansiedade, tristeza, entre outros. “Os professores dessa escola queriam um trabalho que pudesse ajudá-los a lidar especialmente com a raiva. Ensinamos como é o ciclo da raiva, como ela é desenvolvida no cérebro, como acontece no cotidiano e como eles podem ajudar esses alunos a identificá-la para poder dar espaço ao que é prioridade. Acabamos não só ajudando os professores, mas também o aluno, já que ele passa a perceber a mudança de atitude do educador e melhorar a relação cotidiana”, diz.

A partir deste ano, outra instituição de ensino – a escola estadual Etelvina Góis de Marcucci – também contará com a capacitação dos professores. O projeto pretende, no primeiro ano, trabalhar o comportamento dos professores para, no ano seguinte, promover um avanço pedagógico na escola.

Dentro do cérebro infantil

Mas o cardápio de iniciativas de Adriana parece não ter fim. Além da formação dos professores em Paraisópolis, ela também está à frente de um projeto no Departamento de Instituto do Cérebro, do Hospital Albert Einstein. Lá, ela desenvolve uma coleção de livros para crianças, de cinco a dez anos, sobre o funcionamento do cérebro. “Trazemos exemplos da realidade da criança. Explicamos que andar de skate, por exemplo, estimula o  sistema límbico – responsável por comandar as emoções. É a limbilândia, uma mistura de límbico e Disneylândia.” A primeira obra, afirma, já foi produzida e será lançada em setembro deste ano.

Do ponto de vista prático, Adriana afirma que, há dois anos, realizou esta experiência, piloto, em escolas públicas de São Paulo e de Paraty, no Rio de Janeiro. De acordo com ela, foi possível observar uma melhoria na atitude das crianças quanto ao aprendizado em sala de aula. “Ao entender como funciona seu cérebro, elas passam a mudar seu comportamento e atitude, sentem-se mais estimuladas a aprender outras coisas”, afirma.

Serviço:

Adriana Fóz participa dia 07/05 do 104º Fórum do Comitê da Cultura de Paz, parceria Unesco, promovido pela Palas Athena, onde realiza uma palestra gratuita sobre os novos desafios e conhecimentos ligados à neurociência na educação. O evento, com entrada gratuita, acontece no Masp (Museu de Arte de São Paulo), às 19h. Não é necessária inscrição.

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    148 COMENTÁRIOS

    1. Parabéns Adriana, que historia linda, e tenho certeza que sua inteligência, garra e determinação vai incentivar muitas pessoas a terem lindas historias de vida.

    2. Pingback: Psicopedagoga vítima de avc supera doença e ajuda professores de Paraisópolis | Catraca Livre – SP/Rio Grátis

      • Washington, obrigada pelo interesse. Convido-lhe a conhecer meu livro A CURA DO CÉREBRO, da editora Novo Século e facebook, terei grande prazer em aceitálo como amigo!Abs.,Adriana

    3. Pingback: "A cura do cérebro" no portal Porvir | Lilian Comunica - Assessoria de Imprensa e editorial

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    6. Bom dia Dra Adriana, tenho um filho Carlos Alberto, 14 anos tenho a guarda dele dos 3 anos mora souzinho comigo, nasceu de 6 meses (prematuro) 850 gramas, descobrimos aos 1 e meio que tinha Paralisia Cerebral, ( decorrente de um vestigio de hemorragia intercraniana das muitas que teve quando internado na UTI NEONATAL ficou 70 dias dado de alta com 1,750 KG ), consegui AACD aos dois anos e pouco, foram anos de fisioterapia, com 9 anos fez 5 cirugias, hoje caminha (dentro das suas posibilidades) em fim posou por todos os meios posiveis , fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologo , etc na AACD esta na 8 serie, com bolsa no São Camilo estou tendo problemas com ele na captação de materias como Matematicas, Desenho Geometrico, e neste ano também Historia, ate faz 3 anos quando tinha somente uma professora para todas as materias ate que ia mas o menos bem mas agora com um professor para cada materia a coisa mudou e o ano que vem será pior ja que se acrescenta , quimica, fisica etc etc, em fim escutei na CBN o Dimestain falando do seu trabalho e de como atingiu ese seu estagio de DOUTORA, que levou a ensinar como desenvolver o cerebro e compriendelo, sei que é muito petulante da minha parte, esta solicitação, mas entenda Dra Adriana sou pai, e não tenho condições nem poses para façer mas por meu filho , mas fiz , faço e farei o que for necessario para se não curalo amenizar a sua vida o máximo posivel, por favor preciso da sua orientação , de uma avaliação sua e com certeza uma saida, pois tenho certeza de que o problema dele e a falta de atenção a concentração algo relacionado ao cerebro mesmo, desde ja agradeço e aguardo seu retorno – Juan

    7. Gostei muito do que li. Tenho buscado através do autodidatismo aprender sobre Neurociências o que tem muito me servido para o meu procedimento em sala de aula. Já é hora de a Academia colocar no currículo, principalmente para quem vai ser professor(a) o estudo da Neurociências.

      • Muito importante seu comentário!Espero colaborar para que neurociências faça parte do currículo do educador! Obrigada pelo depoiment, Jaguaracy. Vc conhece o meu livro A CURA DO CÉREBRO, da editora Novo Século?Ah, convido-lhe a entrar no meu facebook!Abs.Adriana

    8. Percebo a tempos a necessidade de recorrermos a neurociencia para melhor ensinar os diferentes de qualquer tipo, o q aprendem diferentemente

      • Vc tem razão,Ivani. Aprendermos as diferenças e semelhanças por meio do cérebro e da vida, é que fará diferença para a educação do presente e futuro!Obrigada pelo comentário!Abs.,Adriana

    9. Maravilha o que li sobre o projeto da Adriana, simplesmente enriquecedor não só para os educadores como também para todas as pessoas que queiram entender o universo do cérebro humano. Parabéns, nunca havia lido algo tão eficaz; e tão interessante para os educadores colocarem em prática . Boa sorte para você, continue desenvolvendo muito mais.

    10. Muito bom, parabéns pela superacao. Mas um detalhe: no ensino da matemática, a propria capacidade de abstracao é uma habilidade importante, que deve ser desenvolvida. Assim, usar “truques” de historinha e esqueminha para faze-los tirar nota alta nem sempre é do melhor interesse delas. É o mesmo q ajudar atletas que estao treinando para uma maratona dando-lhes um patinete motorizado. Eles chegam mais rapido na linha de chegaa, claro, mas nao aprendem a correr. A educacao é mais do q tirar notinha alta. É, entre outras coisas, aprender a raciocinar abstatamente.

      • Obrigada pelo interesse! E muito bacana seu comentário, afinal a matemática é uma atividade importantíssima para a saúde do cérebro, certo?

    11. Gostaria de receber mais informações sobre o assunto, inclusive porque estou escrevendo a minha monografia da pós de psicopedagogia… por favor mandem-me o nome do ou dos livros dessa autora…

      • Maria de Fatima, obrigada por seu interesse.Deixo meu email para possivelmente lhe encaminhar algumas bibliografias:adriana@adrianafoz.com.br
        Abs,Adriana

      • Sou professora, e tenho alunos com paralizia cerebral.Sinto muita dificuldade em lidar com eles, mas me esforço o máximo para que sejam socializados e não sofram preconceitos dos colegas, pois sou a favor da inclusão, embora reconheça que sou limitada para essa tarefa tão delicada. Além do mais, os recursos para esse trabalho são também limitados. É difícil, mas não impossível!

        • Ah, creio que irá gostar do livro: Inclusao e singularidade-desafios da Neurociencia educacional ,do Dr Mauro Muskat.

    12. Muito boa reportagem. Esse exemplo deveria se r seguido por mais pessoas. Devemos divulgar mais esse tipo de iniciativa e pesquisa.

    13. Mt boa a reportagem, Passei por um AVC no cerebelo e tb estou me recuperando…sei extamente do que estas falando

      • Olá Dirce, espero que vc esteja bem, após seu AVC!Vc chegou a conhecer meu livro A CURA DO CÉREBRO,da editora Novo Século? Talvez vc possa se identificar e tirar proveito!Forte abraço, Adriana

    14. Parabéns Adriana Fóz!!

      É reconfortante saber que ainda há quem acredite nas pessoas e principalmente na Criança/Adolescente, por traz de uma atitude ou ação há uma explicação. Ainda há quem queira respostas imediatas. E em algumas situações é necessário paciência, tempo, coragem e dedicação para que se tenha uma resposta.

    15. A Neurociência e a Física Quântica certamente, serão as Ciências do Futuro.
      Gostei muito dessa matéria e do trabalho realizado pela Adriana em prol da Educação.
      Parabéns!
      Grande abraço, Adriana!
      Paz e bem!
      Saúde e sucesso.
      Rita.

      • Que linda história de superação e exemplo para nós entendermos mais um pouco como funciona a mente humana. Mesmo com tanta complexidade que há no cérebro e mentes, ainda sim é possível que se aprenda e reaprenda. Mais ainda que todos nós somos capazes independente de quais limitações possuímos.

    16. Minha grande admiração por tão rica e estimulante experiência de vida !!!
      Meus melhores votos de muitas e grandes vitórias ; como leiga no assunto, não tenho considerações técnicas a fazer,porém,como ser humano sensível,confesso-me extremamente emocionada e encantada !!! Abraços

    17. Parabéns! Excelente texto que serviu para esclarecimentos da aprendizagem. Pena pois gostaria que todos professores fossem capaz de ter a oportunidade em lê-lo. Obrigada pela postagem. Valeu muito.

    18. Parabéns Adriana!
      Com este depoimento nos sentimos tão pequenos e ao mesmo tempo uma lição de vida para que possamos nos comprometer cada vez mais com nossas dificuldades. Entendemos então que temos muito ainda a fazer e a compartilhar com o nosso próximo.

      • Muito interessante a experiência relatada. Meu pai sofreu um AVC no ano passado e teve que reaprender leitura e escrita, além da fala. A situação fez com que eu buscasse informações sobre o funcionamento do cérebro. É sempre muito bom partilharmos vivências. Parabéns!

      • Valmir, obrigada pelo carinho e entendimento. Cada um de nós passa por exeriencias que se tornam ricas quando podemos compartilhar e ajudar o próximo, certo?Forte abs!

    19. Bela contribuição para minha pesquisa de mestrado ,parabéns pela vitória alcançada e pela sua perseverança. Deus a abençoe Adriana.

    20. Muito bom! Sou biólogo e neuropsicólogo e trabalho com aplicação das Neurociências na Educação há muitos anos. E leciono “Neurociências e Educação” num curso de pós-graduação em Neuropsicologia… A integração entre as duas é indispensável e irreversível.

      • Ricardo, obrigada por seu comentário. Deixo meu email e face para trocarmos expereinecias!adriana@adrianafoz.com.br/ facebook:adriana fóz

    21. Parabéns Adriana. Tenho uma filha que teve um AVC uma semana após o nascimento e ficou internada na UTI Neo Natal durante um mês. Muito me preocupou sobre as sequelas que graças a Deus não ficou. Com um pouco de dificuldades em manter a concentração, tb está sendo avaliada a possibilidade de autismo de baixo grau. O médico que a acompanha desde sua internação é de Pouso Alegre – neuro-cirurgião pediatra sempre acompanha esses fatos. Vou passar essa reportagem para ele. Um abraço.

      • Reinaldo, obrigada pela confiança em compartilhar sua história. Como sou também neuropsicóloga além de vitimada por um AVC sei quanto sofrimento, dúvidas e falta de informaçoes ainda cercam as doenças cerebro vasculares.MAs torço por vcs e deixo meu email caso possa ser útil :adriana@adrianafoz.com.br

    22. Pingback: A neuropsicologia a favor da educação!, Trânsito e Pedagogia, Erica Nickel

    23. Realmente o professor precisa entender que ele não é apenas, o transmissor de conteúdos
      por isso deve também inteirar-se, que: Para haver aprendizagem por parte dos alunos, ele deve buscar conhecimentos advindos das áreas da Neurociências, psicopedagogia, pedagogia,psicologia, para melhor entender o processamento das aprendizagens no cérebro das crianças.

    24. Muito bom essa transmissão de conhecimento para nós professores, que vivemos num ambiente escolar que mais parece uma panela de pressão prestes a explodir( referindo aos professores e alunos), o convívio está cada vez mais difícil. Eu leciono no fundamental 1 em Escola Municipal, mas presencio o ambiente com o Fundamental II e sinceramente tenho pena dos professores do Fund II, pois eles sentem a obrigação de chegar aos objetivos propostos, enquanto os alunos estão querendo estar sempre na contra mão. É triste e preocupante! Temos na Escola vários Projeto e um deles é o Cultura de Paz(há vários anos) que tem a prática de rodas-de-conversa para levar os alunos a discutirem e verem onde podemos melhorar no ambiente onde vivemos e principalmente escolar. Mas parece que não vemos crescimento ou aprendizado quanto as atitudes comportamentais dos educandos. Vc tem algumas sugestões para prática na escola e melhoria dos alunos? Abraços Mary

    25. Também quero aqui demonstrar a minha admiração a você pela sua persistência na busca do conhecimento e percebemos como muitos estudos em relação ao cérebro estão apenas engatinhando . Parabéns e fico feliz que esteja recuperada. Abraços

    26. Adorei a matéria e fiquei muito interessada em conhecer mais sobre o assunto. Minha mãe teve um AVC isquêmico há um ano. Ela teve de aprender a fazer tudo com a mão esquerda, a andar (o lado direito ficou todo comprometido),mas o pior é que ela não consegue se comunicar falando (ela compreende muitas coisas, mas não fala de forma contextualizada). Está sendo muito difícil essa nova realidade na vida da nossa família, mas não desistimos… Adriana era muito mais jovem quando teve o AVC (minha mãe tem 70 anos), mas como conseguiu superar, penso que minha mãe também pode, ao menos, melhorar. Quem sabe, né!
      Sou coordenadora pedagógica numa escola pública de Educação Infantil (trabalho com crianças há 27 anos) e fiquei muito interessada em formar os professores quanto ao conhecimento sobre o desenvolvimento do cérebro infantil…
      Obrigada!!

      • Maravilha seu interesse, Izabel. Vamos nos falar por email? Quanto a sua mãe , sugiro que vc leia o livro A CURA DO CÉREBRO,da editora Novo Século, de minha autoria.Lá tem muitas dicas!Abraço, Adriana

    27. Adriana a experiência vivida por você, me chamou muita atenção pela força de voltade e superação, estou na busca de novos conhecimentos através da neuropedagogia, exatamente para enriquecer meu dia a dia em sala de aula.

    28. Adorei,até me deu vontade de retomar meu projeto de fazer minha nova pós graduação em Neuropedagogia…acho que agora eu vou!
      Obrigada pelo exemplo e pela motivação!

    29. Isso é fantástico!!! uma história linda!! de superação, de garra, de vontade de vencer, parabéns Adriana voce é um exemplo de que nada acontece por acaso, vc fêz de um acontecimento sofrido uma grande oportunidade de ajudar a humanidade a evoluir na maneira de ensinar, isso dará grandes frutos. DEUS te abençoe.

    30. Minha sobrinha Juliana Marinho fez o curso Neurociências e nos ajuda demais. Fabulosa a sua experiência e agora você pode ajudar a tantas e tantas pessoas. Felicidades.

    31. que experiencia maravilhosa que isto sirva de lição . pra muita gente . tenho um filho portador de esquizofrenia e sofro com suas atitudes e agressoes.precizo de ajuda .

      • Ana Lucia, sugiro que procure o Proesq(Unifesp).Lá eles poderão lhe orientar e ajudar quanto ao seu filho .Inclusive na proxima quarta haverá o lançamento de um livro sobre o assunto onde um dos autores é Dr Rodrigo Bressan, um grande especialista no assunto.

    32. Bom dia!!! sou professora da segunda fase do fundamental e me interesso por esse assunto, pois tenho turmas em que os alunos são hiper- ativos e tem dificuldades de aprendizagem. Amo minha profissão e gostaria de fazer o melhor… obrigada e amei
      sua experiência. Ana

    33. Educar com esse método é o que há de mais próximo da realidade, a Adriana foi capaz de superar obstáculos e se aperfeiçoar, no sentido de tornar-se capaz e desenvolver condições para um aprendizado que traz melhorias na evolução do ser humano, sem muito mistério e com simplicidade.

    34. Parabéns pela recuperação e iniciativa de buscar mais conhecimentos sobre Educação, ou seja, processo de aprendizagem como ocorre no cérebro quando o aluno está aprendendo. Isto é muito importante para nós professores, buscar sempre informações para aprimorar nossos conhecimentos pedagógicos. Também sou pedagoga e pós-graduada em psicopedagogia….amo minha profissão e quero continuar acompanhando o trabalho de Adriana.

      • Querida Valdelene, espero poder ser útil à sua pratica pedagógica!Obrigada pelo comentário!Vc conhece meu ultimo livro, A CURA DO CÉREBRO,da editora Novo Século?

    35. Achei fantástica a História desta neuropsicóloga! Acredito que a neurociência é o caminho pra solução de muitos problemas, incógnitas e desafios ligados a Educação.
      Minha área é Educação Musical e me interessa muito a Neurociência e a Música! Faço atualmente a graduação do Bacharelado em Musicoterapia justamente porque assim posso mais sobre a atuação da música no cérebro.
      Gostaria de saber mais onde posso buscar mais formação sobre o assunto.
      Obrigada.

    36. Este assunto da neurociência me interessa bastante, me movendo a pesquisar mais a fundo sobre, estou coletando material para desenvolver um trabalho. Fico vibrante com esta magnífica reportagem do Vagner nos informando sobre as experiências (testemunhos) e pesquisas da Adriana.

    37. Jesus!!!! eu preciso muito de ajuda com minha filha de treze anos, que não consegue aprender, tem inúneras dificuldades até sociais….. socorro

      • luto também assim como vc e serviu para eu refletir já que estou cursando Pedagogia aos 40 anos,não está sendo fácil já que fiquei muito tempo sem estudar e tenho as minhas dificuldades e ñ concordo com o método usado na minha faculdade,vejo as dificuldades dos meus colegas assim como eu… é o ensino a distancia,os professores das vídeos aulas são excelentes e profissionais,porém chego no polo pra tirar dúvidas e o que que ouço? não sei… não sei,ninguém sabe nada e no dia da prova a tutora diz:a prova tá muito fácil… vc estuda em 3 meses várias matérias e em 2 semanas vc tem que fazer uma prova sem consulta e + 4 provas on line sem consulta…. se fazemos a distancia é porque ñ temos tanto tempo disponível e jamais vamos conseguir decorar 5 livros realizar uma roda de conversa com alunos e professores também se aprende…(desabafo)

        • discutir a matéria com professor e colegas tbm se aprende…realizar atividades valendo nota tbm se aprende,realizar dinâmicas em aula tbm se aprende…

          • e como funciona a mente de uma pessoa de 40 anos que desde os 13 anos trabalha,que por muitos anos morou no sítio sem luz,sem àgua encanada,a cachoeira pra lavar a roupa era longe de casa,hoje um simples fogão de 4 bocas é um artigo de luxo,uma máquina de lavar então… nunca imaginava ter,minha geladeira era uma caixa com gelo,tv não tinha e pra chegar até a cidade era numa canoa a remo e com 2 horas e meia de viagem,com frio,as vezes chuva,minha infância foi de brigas e muita surra,não sei o que é uma infância de verdade,sou casada desde os 13 anos,tenho orgulho porque sou a única da família que mais estudou,sou filha de pais analfabetos e quando criança apanhava muito de prato esmaltado na cabeça e muitas vezes relembro e choro muito,a muitos anos não sei o que é um lazer… e ainda se Deus quiser penso em fazer minha carteira de motorista… será que uma pessoa muito ansiosa consegue?

    38. Senti vergonha pelas inúmeras vezes que já pensei em desistir por contas das dificuldades que hoje enfrento para ensinar aos meus alunos a tão “malfada” matemática. Que tapa com luva de pelica, Adriana Fóz!! Eternamente grata!

    39. Estava tão desesperançosa, éis que surge uma luz no fundo do túnel, excelente matéria, história facinante de superação e amor ao próximo, vou recomendar para os professores que apesar de desrespeitados, sempre querem dá o seu melhor e como dizia Guimarães Rosa: Quem ensina de repente aprende, obrigada

    40. Bom dia,adorei a reportagem,tudo o que for feito para ajudar na escola é louvável!
      Que Deus continue iluminando suas idéias para melhorar a vida dos professores e alunos.
      Quando criança,costumava associar tudo o que achava difícil de lembrar na prova,com algo do meu dia a dia.e sempre dava certo.Hoje sou professora de história,e continuo fazendo a mesma coisa,e mais,ensino meus alunos.Parabéns,continue desenvolvendo idéias que venha auxiliar a vida na escola e no cotidiano,assim teremos mentes mais saudáveis e tranquilas.
      Abraços,Diva Lopes Gonçalves.

    41. Prezada Adriana, bom dia.
      Parabéns pelo seu trabalho, esforço, dedicação e sucesso merecido. Voce já pesquisou algo sobre Telepatia? Gostaria de falar sobre o assunto? Abraço, Armando

    42. Adorei a matéria, pois me interesso muito sobre o desenvolvimento e a relação infantil e aprendizado, tudo o que puder acrescentar de conhecimento para ajudar meu filho de 6 anos que esta na fase de alfabetização e no seu desenvolvimento me interessa.
      Não sou educadora, trabalho em área adm mas, sou mãe e agradeço a oportunidade de conhecer o seu trabalho.
      Att.

      Carla

    43. Gostei muito, do seu depoimento,vc ,foi em busca dos seus ideais, sua força de vontade seu estímulo ,a parte que mais me chamou a atenção foi da adolescência,pois tenho uma filha e ela ,não quer estudar,ela está no 9º ano de escolaridade ,fui até a escola e não recibi ajuda nenhuma ,para me dá suporte ,eu tb sou professora,estou em ajustamento funcional,parabéns pela sua matéria,obrigada pelos seus comentários.

    44. Nada melhor que vc que passou por essa experiencia, e que estudou, aprofundou-se no assunto, e agora trabalha com ele passando a seu conhecimento. Parabens.

    45. Adriana, li o texto acima e fiquei interessada nesta área, admiro pessoas como você que se preocupa com as pessoas e em especial com educandos, gostaria de saber se fobia escolar faz parte da neurociência e quais as causas que levam crianças que gostam de estudar passar a adquirir essa fobia. quanto tempo no mínimo é necessário de tratamento para a cura dessa criança? o que a família e amigos podem fazer para ajudar direta ou indiretamente? preciso de sua ajuda para poder ajudar uma criança e sua família. Obrigada Cátia.

      • Catia, precisariamos saber do que ela tem “fobia”, pois ela deve gostar de aprender alguma coisa, certo? PArtir do que ela gosta e entender o porque e oque ela não gosta são importantes caminhos.
        MEu facebook é Adriana Fóz

    46. Parabéns pelo maravilhoso trabalho, e principalmente com a força de vontade em melhorar-se, em prol de seu próximo. Nós educadores precisamos desses exemplos de estímulo e determinação! Obrigada

    47. Fiquei muito entusiasmada com a possibilidade de conhecer mais o assunto e melhorar minhas práticas de ensino.
      Sou do RS e tenho muito interesse em participar de palestras e encontros, assim como receber indicações de bibliografias sobre o assunto e também de práticas.

    48. Leciono há mais de 15 anos. Gostaria de ter acesso ao material de capacitação de professores. Quem sabe se a Secretária Municipal de Educação não faz uma parceria?

    49. Amei tua experiencia de vida e superaçao, sou Pedagoga e trabalho com crianças e adolescentes, e sempre estou a procura de novos caminhos par ajuda-los, e de repente encontro voce, obrigada pela força de nao me deixar desistir. Com carinho e respeito, Cacia Boechat

    50. Sou professara e achei a matéria muito interessante e vai ajudar muito na educação.
      Adriana me parece uma pessoa determinada e batalhadora.

    51. Amei essa reportagem! Meu sonho era que houvesse projetos, trabalhos como o da Adriana aqui na minha cidade, Belém, principalmente os que são voltados para a saúde mental do professor. Recentemente uma colega de trabalho simplesmente surtou, e agora faz tratamento psiquiátrico. É imprescindível que o professor esteja saudável mentalmente!
      Foi incrível a superação da Adriana, que cérebro guerreiro, que força de vencer!
      Pra mim ficou latente a vital necessidade da Neurociência na vida acadêmica, na escola, enfim, é um conhecimento indispensável.

    52. Raiva, tristeza, ansiedade, entre outros, são sentimentos que se desenvolvem e fazem estragos em pessoas de todas as idades. Conhecer o funcionamento do cérebro creio que possa ajudar bastante, mas o que precisa mudar, realmente, são os valores, perdidos ao longo dos anos.

      • Concordo com vc, Zilda, que os valores devam der trabalhados da mesma formça que nossos sentimentos, emoções e conhecimentos!
        Obrigada por seu comentário!Adriana
        facebook:Adriana Fóz

    53. Estou totalmente de acordo, pois sabendo quando e como a criança aprende , poderemos estimular e ajudar mais.

    54. Eu participei deste projedo dirigido pela Dra Adriana Fóz. Acredito que se aplicado na vida pessoal e profissional os resultados tiveram efeitos fantásticos. Uma vez que aprende-se quando se aplica. Não vejo outra forma de termos resultados em quaisqueres projetos. Neste sentido as ministrações do Grupo Cuca Legal na escola Maria zilda Gamba Natel teve ao meu vêr uma proposta educativa na compreenção do que se pensa sobre “Raiva Humana”. Os especialistas buscaram em cada etapa de suas ministrações indicar os vetores que estimulam a emoção raivosa como seus aspectos positivos e nocívos. Desta forma no desencadeamentos das rodas de conversas entre os professores e especialistas ficava cada vez mais claro o quanto os docentes eram muitas vezes os próprios condutores de estabelecer um clima pesado dentro do ambiente escolar. Não sabendo administrar seu estressante ambiente individual de vida social e particular. E que esta desinformação dos docentes contribui para uma relação-aluno e professor mais conflitante. No transcorrer das técnicas ministrada foi esclarecido que existe um caminho há ser pensado com outro olhar neste tema e que existe soluções para resolver estes conflitos de forma mais humana no convívio das relações.
      Edson José do Nascimento
      Professor / História
      Licenciatura Plena
      UNISA

      • Obrigada por seu comentário, Edson e foi um privilégio contar com vc nos trabalhos realizados pelo Cuca Legal por meio da Associação Crescer Sempre! Sentimos sua falta!
        Forte abraço,Adriana

    55. Muito importante termos educação e acesso ao processo de plasticidade cerebral.
      Imprescindível sabermos como entender o indivíduo que sofreu AVC ou também TCE, so assim temos condições reais para exercer uma função junto a sociedade.

    56. Oi Adriana
      Tenho um filho de 16 anos, aos 14 ele teve a primeira crise de epilepsia, iniciamos imediatamente o tratamento, com exames e remédios. Hoje depois de 2 anos ele não tem mais crises nem auras, mas ainda toma remédios. Minha pergunta é a seguinte: devido a esse problema neurológico ele pode ter dificuldades de aprendizado e também falta de interesse devido a essas dificuldades?
      Ele esta com acompanhamento com uma psicopedagoga e professor particular, mas mesmo assim continua com muitas dificuldades ocasionando desinteresse.
      Gostaria de saber sua opinião, desde já
      Muito obrigada

    57. Gostei muito, leio mt sobre a neurociência, pois tenho mt curiosidade em saber pq algumas crianças demoram mais para aprender, o q acontece com o cérebro. Eu tbm penso que essa Ciência é de suma importância na carreira de um professor, para q possa de uma certa forma facilitar o seu trabalho e a entender e ter mais paciência com alunos com dificuldade na aprendizagem.

    58. Vejo que o mundo da Educação tem ainda pessoas como você Adriana Foz, cuja consciência humana é maior do que os problemas vividos. Espíritos iluminados vêm ao Planeta Terra para melhorá-lo. Obrigada por existir. Sempre acreditei nas suas verdades e uso a Mandala como instrumento pedagógico. Gostaria de conhecer seu trabalho. Entrarei no Facebook já.
      Que Deus continue a abençoa-la. Lucy Godoy

    59. Muito linda sua historia de vida. Verdadeiro aprendizado. Desde o ano passado estou tentando introduzir a neurociência em nossos estudos com os professores na escola que trabalho.. Tenho buscado textos, livros e especialistas no assunto. Agora vou levar seu depoimento. Creio que esse é o caminho.
      Obrigada por mais essa contribuição.

    60. Achei muito interessante a história da Adriana. Isso mostra como podemos utilizar nossos problemas para o nosso crescimento.
      Passeio por uma situação parecida, quando, como professora de educação física de rede estadual e municipal, sofri um transtorno de pânico e com isso veio uma depressão patológica. Cheguei a ficar quase um ano e meio sem trabalhar. Mas devido ao acontecido, me interessei pela psicopedagogia, e fiz a atualização para poder trabalhar individualmente com meus alunos e poder ajudá-los de melhor forma. Tiro o período em que sofri como um momento de parar e tomar rumos diferentes. Cuidando não somente da profissão, mas observando as minhas necessidades como pessoa.

    61. Adriana, parabéns.
      Seu trabalho com professores e alunos é maravilhoso.
      Continue com essa força, levando para outras escolas esse conhecimento.
      Abs
      Marlene

    62. Adriana,
      Fiquei encantada com a sua experiência de vida, mas principalmente com a sua superação. Gostaria muito de aprofundar os meus estudos nesta área. Voce pode me ajudar.
      Lúcia- Orientadora Educacional.

    63. Parabéns Adriana !!
      Foi uma guerreira, esta experiência usarei de estímulos aos colegas, nos encontros de atividade complementar.

      • Parabéns , linda história de vida.
        Acredito na neurociencia como um dos belos caminhos
        para melhorar a educação de nossas crianças e uma sociedade Lúcida .
        Sou psicólogo e esta e minha luta melhorar a qualidade de vida do professor.
        Grande abraço

        Bernardi

    64. Quando lemos uma matéria desse tipo ela nos estimula a não desistirmos da educação, e nos fortalece para enfrentarmos os problemas da vida.

    65. Pingback: As 10 mais de 2013 | PORVIR

    66. Parabéns, mestra Adriana!
      O trabalho com a ANSIEDADE E RAIVA é de extrema importância para o desenvolvimento cognitivo do aluno.

    67. NOSSA ADRIANA SOU PSICOPEDAGOGA E ESTOU COM UM AMIGO PROFESSOR DE MATEMÁTICA ´PRECISANDO MUITO DE AJUDA POIS PERDEU A MEMÓRIA INTELECTUAL TOTAL COMO VC DISSE PARECE QUE FOI RESET. SE PUDER GOSTARIA QUE ENVIASSE ALGUM TIPO DE AJUDA,EXERCÍCIO…PARABÉNS PELA LUTA E PELA VITÓRIA.

    68. Amo Neurociencia e acredito muito na integração da neurocoiencia e a educação. Li o livro de Jill Taylor, A cientista que curou o proprio cerebro, que tem uma história semelhante à de Adriana Foz e que como ela aproveitou sua experiencia para transformá-la em seu projeto de vida, sua missão. Parabéns pelo trabalho! Obrigada por sua grande contribuição à area educacional! Forte abraço

    69. Parabéns Adriana, assim como você tenho uma guerreira lá em casa minha filha com 20 anos também teve uma AVC em outubro de 2013, cursando o terceiro período de nutrição na UFRJ em Macaé. A vida dela deu uma volta e confesso foi muito difícil e doloroso. Ela ficou com o lado esquerdo paralisado, mas graças a Deus e muita fisioterapia esta voltando ao normal ou quase. Gosta ria de conversar com você. Um grande abraço

    70. História linda Adriana, excelente exemplo de Superação, ficaria feliz se pudesse assistir sua palestra no Youtube!