A aprovação do teto do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para combustíveis, energia elétrica e comunicações ameaça obras, pagamento de salários a educadores e equipe escolar, segundo matéria de O Globo.
A partir de estimativas da Fineduca (Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação), R$ 21 bilhões que seriam destinados à educação podem deixar de entrar nos cofres de estados e municípios.
Gestores escolares alertam para risco de paralisação de programas de ampliação de aprendizagem e de apoio emocional, considerados essenciais no contexto da pandemia. O texto traz exemplo de escola na Bahia que iniciou recentemente uma experiência com aulas em período integral e agora terá que rever seus planos.

