Dentro do programa Participativo da Criança e do Adolescente (OPCA), alunos da rede pública de Belo Horizonte podem decidir como investir recursos financeiros de suas escolas. Cada instituição tem uma verba de R$ 20 mil que precisa obrigatoriamente beneficiar todos os estudantes, desde a educação infantil até os adolescentes que estão nos anos finais do ensino fundamental.

Apesar de ocorrer há quatro anos e ter recebido aporte de R$ 1,4 milhão, o programa ainda não é um programa fixo da Secretaria Municipal de Educação. O principal desafio, segundo Adriana Lacerda, integrante do comitê gestor da iniciativa, é garantir que ele se torne uma política pública permanente.

É diretor e editor do Porvir e faz parte da equipe desde 2014. Nesse tempo, já produziu séries sobre formação de professores e guias multimídia sobre temas como educação socioemocional, tecnologia, participação estudantil e aprendizagem prática....

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