O Ciência Sem Fronteiras, um dos principais programas do governo Dilma, já triplicou o número de universitários que estudam no exterior, financiados pela União. A maior parte dos beneficiados, porém, por enquanto não está nas melhores faculdades do mundo. Dos cerca de 8.000 graduandos, só 12% foram para universidades que integram uma lista considerada como de excelência pela própria Capes (um dos órgãos do Ministério da Educação que coordena o projeto).

da Folha de S.Paulo

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