Após cogitar em março uma parcela de até 40% das atividades de ensino médio fora da escola, o CNE (Conselho Nacional de Educação) agora propõe redução deste índice para 30%. Estas informações constam no documento “Diretrizes curriculares nacionais para o ensino médio”, que atualiza orientações para esta etapa.

A chegada do chamado EAD ao ensino médio teria como critério a existência de “suporte tecnológico — digital ou não — e pedagógico apropriado, com acompanhamento/coordenação de docente da unidade escolar onde o estudante está matriculado”. Enquanto que para o horário diurno o limite sugerido seja de 20%, no noturno a carga horária é maior, 30%. Poderão ser consideradas na carga horária do ensino médio as aulas tradicionais e “cursos, estágios, oficinas” como “participação em trabalhos voluntários, contribuições para comunidade e atividades pedagógicas orientadas pelos docentes”.

As novas diretrizes definem ainda que cada município oferte “mais de um itinerário formativo”, em referência aos 5 caminhos propostos na reforma do ensino médio: matemática e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; ciências humanas e sociais aplicadas; formação técnica e profissional.

É diretor e editor do Porvir e faz parte da equipe desde 2014. Nesse tempo, já produziu séries sobre formação de professores e guias multimídia sobre temas como educação socioemocional, tecnologia, participação estudantil e aprendizagem prática....

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