O benefício da tecnologia não está resumido no equipamento, mas nas novas possibilidades dos alunos aprenderem. De acordo com José Moran, professor aposentado de novas tecnologias da USP, a educação está acostumada com modelos sólidos e previsíveis. “Não estamos mentalmente preparados para incorporar todo o potencial de flexibilidade, colaboração e personalização que as tecnologias trazem para a escola”, afirma.

Em um cenário de constante mudança com a presença das novas tecnologias, o que permanece igual é a vontade dos jovens de se sentirem desafiados. Se o aluno se sentir intrigado a responder, resolver ou refletir sobre algo, ele vai pensar duas vezes antes de olhar o Facebook. Para Ricardo Falzetta, gerente de conteúdo do Todos pela Educação, os professores não precisam de uma formação específica sobre manuseio das novas tecnologias. O que eles precisam é refletir sobre como se ensina e se aprende com essas ferramentas. “A tecnologia tem de ser sua aliada, não sua inimiga”, aconselha.

Revista Educação

Jornalista e pós-graduada em tenologias na aprendizagem, é cofundadora e diretora editorial de soluções no Porvir. Tem experiência na cobertura educacional e atua no desenvolvimento de projetos editoriais e formativos, incluindo reportagens especiais,...

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *