Em seu blog no Estadão, Roberto Lobo explica como uma mudança na forma como o Inep insere o aluno no censo universitário estava provocando distorções na taxa de evasão. Até 2008, os estudantes eram computados em duas categorias: processo seletivo e outras formas de ingresso. A partir de 2009, eles passaram a ser contados pelo CPF. O método que passou a ser adotado desconsiderava rematrículas, reaberturas de matrículas e transferências. Em seu instituto, Lobo tentou refazer os cálculos, mas sem a pretensão de ter exatidão absoluta.

do Estado de S.Paulo

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