No retorno às atividades presenciais da educação infantil, os professores encontraram crianças menos falantes, com mais autonomia e igualmente curiosas.

Para a psicóloga infantil Sabrina Pani, as mudanças são esperadas, refletem o período de isolamento e não devem ser vistas como retrocesso. “É preciso respeitar o tempo da criança e lembrar que cada família foi afetada de formas diferentes pela pandemia.”

Desde 2 de agosto, as pré-escolas da cidade de São Paulo estão autorizadas a receber 100% dos alunos em esquema de revezamento. Nas creches, as crianças puderam retornar a partir de 8 de setembro.

Repórter. Entre os principais temas da educação, acompanha de perto assuntos relacionados à educação antirracista, literatura, inclusão e primeira infância.

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