Alunos do terceiro ano aproveitaram a aula para revisar palavras e expressões como “acrônimo”, “sentido horário” e “descentende”, e ainda conceitos matemáticos como maior e menor. Só que a aula era de educação física. Estimulados pelo foco intensificado nas notas dos alunos em provas de matemática e língua inglesa, cada vez mais distritos norte-americanos têm incluído orientações de leitura e matemática na hora da ginástica. O medo de especialistas é que a medida acabe desvirtuando os motivos primordiais da educação física, que é fazer as crianças se exercitarem.

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