No Colégio Paulicéia, localizado no bairro de Campo Belo, zona sul de São Paulo, das 600 crianças que estudam na escola, 20% são deficientes. Dessas, metade apresentam algum nível de autismo. Lá, a diretora Carmen Lydia desenvolveu um método que permite aos alunos, tanto os deficientes, como os não deficientes a conviverem juntos, na mesma sala de aula. O foco do trabalho desenvolvido pela escola parte da busca pela identificação dos talentos de cada aluno. Por meio de avaliações feitas de forma particular, os educadores conseguem visualizar as facilidades e dificuldades de cada estudante. Com isso, materiais personalizados são entregues de acordo com as necessidades dos alunos.

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