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Estudantes ‘não competem em condições igualitárias’ no Enem, diz pedagoga

por Redação ilustração relógio 16 de novembro de 2016

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), criado em 1998 inicialmente para ser uma ferramenta de avaliação desse ciclo de ensino, teve uma mudança em 2009. Nessa época, julgaram que seria interessante usar uma prova única, a partir da qual o estudante poderia ingressar em universidades de diferentes estados do país. Além disso, a a ideia era democratizar o ensino superior e modernizar o currículo de instituições do Norte e Nordeste.

Entretanto, a pedagoga Aparecida Xavier Barros, professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba e especialista em escolarização nas camadas populares, formação docente e políticas de acesso e permanência no ensino superior, o Enem não consegue cumprir o objetivo de democratização. Segundo ela, o Enem atua como os demais vestibulares: estimulando a competição para o ingresso no ensino superior e dando mais importância ao desempenho dos alunos na prova.

Segundo ela, os alunos não partem do mesmo ponto na prova, já que essa não considera todo o percurso de aprendizado dos alunos, seu nível socioeconômico ou seu desempenho no ensino médio.


Leia a matéria original em NEXO jornal

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enem, ensino médio, vestibular

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