Existem ideias que nascem no chão da escola, mas que merecem encontrar outros territórios e ser reconhecidas de forma mais ampla. É o caso do projeto do professor Thales Lima do Nascimento.
Vindo de Serrinha, município do interior da Bahia, o educador uniu sustentabilidade, impacto social e criou o Biocimento, uma proposta que transforma resíduos em blocos ecológicos feitos de papel e fibra de coco, sem uso de areia.
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A estratégia buscou envolver os estudantes em uma aplicação prática dos aprendizados e também reduziu a evasão escolar. Mas não só: rendeu a Thales o Prêmio LED 2026 na categoria Educadores, além de um investimento financeiro de R$200 mil.
Agora, essa oportunidade está aberta para outros educadores, estudantes, empreendedores e organizações sociais que desenvolvem projetos inovadores, que têm até o dia 2 de setembro para se inscrever na edição de 2027.
Ao todo, a premiação vai dividir R$1,2 milhão para seis vencedores, além de uma mentoria e inclusão na Comunidade LED, rede composta por diversas iniciativas educacionais.
O Prêmio LED se divide em três categorias:
- Educadores inovadores
- Estudantes inovadores (jovens de 18 a 29 anos que possuam vínculo com instituições de ensino ou iniciativas educacionais)
- Empreendedores e organizações Inovadoras
Os projetos podem ser desenvolvidos em diferentes áreas como educação básica, educação profissional ou técnica, educação não formal e ensino superior, este último com foco na formação de professores.
Os critérios que definirão os vencedores são: inovação, impacto, escalabilidade, replicabilidade e rigor metodológico.
Promovido pela Rede Globo e pela Fundação Roberto Marinho, ao longo de 5 anos de existência, o Prêmio LED já recebeu mais de 12 mil inscrições.

