Recentemente, uma discussão sobre um projeto de lei tomou grande parte das redes sociais. Criado pelo senador Magno Malta (PR-ES), o Projeto Escola sem Partido defende que “nenhum aluno tem que estar à mercê das opiniões de seu professor”. Malta defende que, desde que o PT assumiu a presidência da República, as escolas não estão desempenhando o papel de “abrir uma janela para o conhecimento”. Sendo assim, a ideia é implementar nas diretrizes da educação uma série de restrições aos professores, para que esses não possam, por exemplo, conduzir discussões tidas como “doutrinatórias”.
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Com o aumento da discussão em torno do assunto, o portal e-Cidadania, do Senado Federal, lançou uma consulta pública sobre o Projeto. Até o dia 26 de julho, eram 173.268 votos a favor e 183.477 conta o Escola sem Partido.
Como uma forma de esclarecer os argumentos de cada lado, o portal da revista Exame organizou uma lista com três argumentos a favor do Projeto e dois contra. Apoiam o projeto o próprio Magno Malta, o advogado e coordenador que idealizou o programa Escola sem partido, Miguel Nagib e o economista do Ipea, Adolfo Sachsida. Do outro lado, está a especialista em Direito Constitucional pela USP, Nina Beatriz Ranieri, e o filósofo e ex-ministro da Educação Renato Janine Ribeiro. Ele defende que o projeto é uma forma de não discutir questões importantes da educação no país. Ele também afirma que trata-se de uma medida inconstitucional, argumento apoiado por Ranieri, que defende que o projeto limita a pluralidade de ideias e liberdade de expressão e de pensamento.


pq vc e contra???