Nunca estivemos tão próximos e ao mesmo tempo tão distantes. Nunca fomos tão virtuais. E, reparem, nunca estivemos tanto tempo em casa com nossas crianças e adolescentes. Não, não é fácil sintonizar o “home office” com as tarefas domésticas. Não é fácil concentrar no trabalho com os pequenos batendo à porta pedindo atenção. Eles estão aí na sala, no quarto, no jardim, transbordando energia sem saber como canalizar esta sobrecarga repentina que os prendeu em domicílio e os arrancou da rotina escolar.
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Os pais, da noite para o dia, precisaram se reorganizar para assumir algumas das funções dos professores. E os docentes, muitos ainda resistentes e pouco adaptados ao uso cotidiano das novas tecnologias, estão sendo forçados a descobrir novas formas de lecionar recorrendo às ferramentas que seus pupilos nativos digitais já têm muito mais facilidade para lidar, o que não quer dizer que estejam acostumados a acessar as redes sociais, softwares e aplicativos para estudar.
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Mesmo sendo integrantes de uma geração conectada, a moçada que está hoje nos ensinos básico, fundamental e mesmo no médio jamais passou pela experiência de ter que ir à escola apenas vestindo seu avatar no lugar do uniforme. Tampouco os mestres estavam preparados para lecionar sem atravessar a cidade e encontrar os alunos na sala de aula construída com tijolos e argamassa.
Tenho uma notícia para vocês, caros professores, educadores, pais e alunos. Depois desta pandemia, a escola como conhecemos nunca mais, anotem, nunca mais será a mesma.
Por quê?
Basicamente porque toda grande transformação social imposta como a que estamos vivendo gera mudanças de hábitos irreversíveis. Todas as guerras deixaram enormes devastações sociais, mas trouxeram também grandes aprendizados. É na dificuldade que se aprende, não é mesmo? E é assim que precisamos encarar este momento: como uma oportunidade de descobrir como inovar nossas vivências pedagógicas.
Está todo mundo já sentindo muita falta de encontrar os colegas, de beijar, abraçar, brincar na quadra, fazer travessuras e tomar bronca do professor. Rezemos para que logo logo possamos estar juntos novamente. Mas, por agora, temos que experimentar novos meios de não interromper o ritmo de estudos. Esta geração de estudantes foi agraciada com a dádiva de poder continuar explorando o mundo e acessando conhecimento sem precisar, necessariamente, visitar a biblioteca ou o laboratório, abrir o livro impresso ou copiar a lição de casa do quadro negro.
Não, a escola jamais será indispensável. A convivência social é inerente ao ser humano e fundamental para desenvolver as competências socioemocionais. Mas não é “sine qua non” para que sigam sua jornada de aprendizagem ao lado dos pais e com os professores do outro lado da tela.
Os recursos estão aí e todos já sabem como usar. Só é preciso criar estratégias para que as redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, WhatsApp, YouTube), os softwares (Office, Teams, OneDrive, Skype, Hangouts), os aplicativos educacionais abertos (há uma infinidade deles para criar videoaulas, por exemplo), as plataformas Moodle, Canvas, BlackBoard e tantas outras ferramentas sejam incorporadas às disciplinas e mantenham a turma engajada.
Se a distância pode ser um desafio para acompanhar “in loco” o desenvolvimento dos estudantes, por outro a conectividade nos traz a chance de avaliar o quanto são resilientes e como se comportam em períodos de adversidade como o que estamos atravessando. Ao conseguir envolvê-los nesta nova dinâmica de aprendizagem, os docentes certamente irão descobrir, na prática, quais são as vantagens e percalços do ensino virtual.
As redes sociais, não custa lembrar, já são há muito tempo uma realidade na vida das gerações pós-Internet. Na medida em que sejam acessadas e atreladas à outras tecnologias, com fins pedagógicos, certamente irão se revelar como recursos altamente eficazes para montar grupos de conhecimento, promover debates, trocar arquivos, organizar videoconferências e muito mais.
Quer um conselho, professor(a)?
Pergunte a eles como usar todo este arsenal para atravessar esta fase. Escute-os. Tenha a certeza de que eles sabem muito sobre quais recursos estão na mesa, no desktop, ou ao alcance dos dedos, no celular, para levar a escola até suas casas. Envolva-os na criação de novas metodologias de ensino turbinadas pelas tecnologias digitais. Divida a responsabilidade e os transforme em protagonistas para que, juntos, desenhem novos processos, novas metodologias, novos caminhos para aprender de forma divertida, interativa e colaborativa.
Como estudar Geografia? Google Maps. Matemática? Uma receita culinária é uma maneira fantástica para aprender pesos e medidas. História? O que não falta são bons filmes e documentários no Netflix ou no YouTube. Ciências? Há milhares de vídeos de experiências envolvendo leis da física e da química que podem ser feitas com segurança em casa. E educação física, como faço? Abre aí qualquer comunicador, liga a câmera, prepara uma aula e coloca a turma pra se exercitar na sala. Te garanto que tudo isso pode ser muito divertido.
Deixo aqui 10 passos recomendados por Carlos Seabra, Gerente de Projetos do Instituto Crescer, para implementar um programa de educação a distância eficaz e motivador para nossos alunos. Espero que possam ajudar neste desafio da construção de uma nova escola que, não custa reforçar, após esta experiência irá embarcar definitivamente na era da inovação:
1. Lembre-se que os pais não conhecem o currículo. Todo material didático e estratégias de ensino precisarão ser fornecidos para eles implementarem e acompanharem.
2. Organize um plantão de dúvidas para os pais para ajudá-los nesta tarefa. A educação em casa é uma alternativa provocada pela pandemia e não uma condição permanente, mas o EAD já está aí e veio para ficar, inclusive porque ao ingressar na universidade e por toda vida este será um dos principais meios de adquirir conhecimento.
3. Delegue responsabilidades aos pais e defina um calendário de entrega das tarefas.
4. Planeje para que as atividades em casa não sejam muito longas e cansativas. Intercale-as com momentos de lazer e descontração.
5. Desenvolva tarefas colaborativas com outros alunos online, pois será mais prazeroso e irá diminuir o tédio das experiências solitárias. As atividades devem ser muito bem pensadas para gerar interesse e envolvimento com a proposta de aprendizagem, já que algumas disciplinas ou conteúdos podem ser mais maçantes quando estudados pelo aluno sozinho.
6. Divirta-se. Aprender pode (e deve) ser uma atividade lúdica. Os jogos são muito eficazes para entretê-los. E as metodologias ativas são ainda mais indicadas em atividades a distância.
7. Pense em estratégias que permitam que os alunos sejam protagonistas do seu processo de aprendizagem. Analise seus pontos fortes e paixões. Ajude-os a adaptar as atividades propostas pela escola a seus interesses pessoais e diferentes estilos de aprendizagem.
8. Foque no que é essencial para envolver os estudantes em momentos de aprendizagem significativa. Assuntos que parecem sem sentido na vida real são muito mais desmotivadores para trabalhar no formato a distância. Se a BNCC já valorizava trabalhar com um currículo enxuto, agora é ainda mais fundamental.
9. Simplifique. Complicar sua escola em casa e pressionar seu aluno só desenvolverá estresse e frustração.
10. Garanta a inclusão dos alunos em condições sociais mais desfavoráveis e recomende o uso de tecnologias acessíveis, mesmo aos que não contam com uma internet de alta velocidade em casa.
Para finalizar, não se esqueça de dois eixos na estruturação das metodologias adotadas: o uso de metodologias ativas e o trabalho com as competências socioemocionais.
As metodologias ativas permitem colocar o aluno como protagonista de seu aprender através do fazer – algo mais essencial do que nunca na educação a distância, com todas as distrações e significações do mundo fora da escola.
Já as competências socioemocionais ajudam a lidar com uma situação totalmente nova, da aprendizagem a distância, que exige saber se comunicar por escrito, organizar arquivos, sistematizar seu tempo, saber autogerir a aprendizagem e relacionar-se com colegas e professores de forma colaborativa.
E então? Está pronto para ajudar a transformar a casa do seu aluno em um espaço de aprendizagem significativa? Vamos juntos?
Leia mais: O que significa ser um bom professor?


Devido a esse isolamento social, estamos vivendo um momento em que temos que inovar e utilizar novas ferramentas para auxiliar o desenvolvimento do nosso trabalho pedagógico, juntamente com parceria da família que será de grande valia.
Acho a família o fator mais importante neste momento. É necessária agora a organização de horários e rotina para o estudo. Independente do que a escola conseguir ofertar, esses momentos de concentração farão a grande diferença no que iremos encontrar no retorno às aulas.
Concordo com a Soraya Cerino, pois com essa organização e parceria familiar podemos pensar e propor outras possibilidades e estratégias para acontecer as aulas e atividades com ou sem uso das tecnologias e mídias sociais. Organização e parceria da família já é um bom começo nesse processo
…
Não só a escola mas a sociedade não será mais a mesma no pós pandemia, espero que essas mudanças tragam melhorias. Só me indago com relação as diversidades: e quem não tem acesso à internet? E quem não tem rede social? E quem não tem dinheiro para continuar custeando estes meios? Eu particularmente não tinha Netflix até o início dessa pandemia e me pareceu na apresentação uma coisa tão comum, que todo mundo tem (me senti “peixe fora d’água)… Muitos não tem sequer comida em casa e sofrem das maiores vulnerabilidades possíveis… como alcançar estes alunos à distância?
10. Garanta a inclusão dos alunos em condições sociais mais desfavoráveis e recomende o uso de tecnologias acessíveis, mesmo aos que não contam com uma internet de alta velocidade em casa.
Compartilho com a colega Flávia essa mesma angústia e questionamento.
Se nem os professores tem recursos. Como ?
Muito bonito, mas na prática não temos suporte pra tanto.
Verdade. Eu tenho uma internet razoável e não está fácil!
concordo com a Paula temos que garantir acesso a todos e como fazer isso ?
Esta é uma pergunta que também me fiz. Como fazer com que todos tenham acesso?
verdade Paula a prática é bem diferente.
Este é um dos principais problemas, elaborar aulas online com grandes tecnologias, sabendo que a maioria dos alunos não terão acesso. É preciso pensar no aluno, em primeiro lugar…Na prática, tudo é tão diferente.
Só esqueceu de mencionar aos alunos que nem acesso a internet tem, quais são essas tecnologias acessíveis para esse caso?
Concordo com a opinião da professora Flávia, estamos dispostos a nos reinventar para acompanhar as mudanças que acontecerão radicalmente a partir da pandemia. Porém, devemos nos preocupar em estratégias que não excluam os alunos que não tem acesso a recursos tecnológicos.
Vdd concordo com a prof Larissa,e devemos pensar também nos alunos AEE,como disponibilizar atividades e materiais para essas crianças?
Bom dia,
Andrea e Larissa, vocês refletem acertadamente sobre uma parcela dos educandos que requer um olhar distintos para a inserção digital. Encontramos dificuldades de acessar recursos que contemplem as acessibilidades para a elaboração das atividades pensadas ao grupo de alunos e neste cenário contemplando aos com deficiência visual, auditiva, motora e intelectual, como o desenho universal. Assim como, do desafio ao professor em utilizar as ferramentas no meio digital.
Verdade concordo com você por que muitos alunos não tem acesso a internet devemos pensar em um todo.
Realmente Larissa. Espero que um benefício desta epidemia seja a continuidade e melhoria das soluções encontradas, por exemplo o acesso a Internet gratuito através do aplicativo das escolas estaduais de Säo Paulo, o o app Centro de Midias. Não está funcionando muito bem mas está melhorando, apesar de ainda esbarrar nas incríeveis dificuldades de acesso a celulares por parte de um grande número de alunos.
Concordo com você Flávia, vivencio esta realidade acima colocada por você na pele, alunos que não tem sequer um celular , computador é de outro mundo. A desigualdade social é muito forte. É preciso repensar em políticas públicas capazes de atender a todos e não somente a minoria.
Concordo plenamente com o que colocou aqui. Se for pra fazer uso dessas “tecnologias modernas”, será preciso contemplar a todos envolvidos.
Concordo, sem excluir ninguém
Concordo
Sua reflexão coaduna com a minha, pois temos que ter muitas mudanças em nossa sociedade, em que a diversidade seja vista com contribuição cultural e não um meio de rotular e segregação.
A educação jamais será a mesma. Meio que forçado a inclusão digital, mas necessária e eficiente nos dias atuais. Acredito que irá fortalecer a relação família-escola, ajudando no desenvolvimento pedagógico.
Dedicação e envolvimento, estas palavras são essenciais neste período!
O texto nos leva a refletir sobre as diversas possibilidades de trabalhar, nesse momento de muitos desafios para todos os envolvidos, hora de sairmos da zona de conforto e buscarmos aprender sempre mais. Ao final de tudo, sem dúvida, apesar das situações de maior ou menor desespero, teremos aprendido e avançado muito.
Anotado os 10 passos! Um norteador pra a realização das propostas.
Realmente Carla, os 10 passos nos nortearam por muito tempo!
Neste momento inusitado, é importante buscarmos estratégias pedagógicas inovadoras, inclusive com o auxílio das tecnologias de informação para mantermos nossos alunos focados nos objetivos de estudo.
As escolas, neste momento, estão se reinventado e mais do que nunca o professor precisa se apropriar de recursos midiáticos que contemplem esta nova estrutura para as aulas acontecerem. Iremos aprender e ensinar ao mesmo tempo!
Apesar de toda a angustia e questões envolvendo essa pandemia, sairemos pessoas e professores melhores, olharemos além da nossa caixinha e o “faremos o nosso melhor” nunca fez tanto sentido! Aprender, se atualizar é fantástico, mas olhar com muito mais cuidado para aquele que nem tem tanto acesso assim será nosso grande desafio e diferencial, que possamos atender todos, dentro de suas necessidades e que nos façamos presentes mesmo virtualmente!
Concordo com sua fala. Este é um momento de reinvenção. há situações não favoráveis que nos obrigam a melhorar nossa prática e criar novos caminhos.
Também tenho certeza de que esse desafio será superado por todos, alunos e professores.
Na Educação Infantil fica tudo mais difícil: sabemos que os dias longe da escola não são recuperados apenas com a realização de atividades/tarefas, pois o BRINCAR é fundamental para o desenvolvimento e o aprendizado das crianças. Quando mais nova a criança, mais necessidade de interação e brincadeira e, por isso, mais importante se torna a mediação de quem propõe as atividades. Podemos colocar à disposição da criança bons filmes, bons textos, boas propostas de artes… Mas, se não houver uma conversa com ela sobre o que ela está realizando, sobre o que ela pensa sobre aquilo, será um mero fazer… O adulto que acompanha a realização da atividade pela criança tem uma função essencial! E, será que esse adulto conseguirá realizar as mediações necessárias? EAD na Educação Infantil é bem difícil!
Concordo. Nada substitui as interações,em ambiente educativo,o brincar,o interagir com o outro,enfim o *viver experiências *,e sem perder o fundamental,o acesso. Pois muitos não têm condições de acessar a internet,nem têm meios. Neste momento de pandemia,muitos estão em casa,e muitas vezes,a pouca *acessibilidade * que tem,é mais para os adultos/adolescentes (que estão trabalhando/estudando home office)
É o nosso desafio, junto da falta de meios e etc.
Acho que o mais difícil nesse sentido é mediar a relação da criança com a brincadeira ou atividade. A oferta das brincadeiras pelos educadores, seja por qual via de comunicação é o menor dos desafios, as crianças já possuem uma criatividade e interação com brinquedos e vídeos, e para eles o que muda muito é o convívio com outras crianças e a intervenção do adulto nos momentos certos, será uma grande perda realmente.
Concordo plenamente com vc. ???????
Perfeito. Este é meu questionamento: Como trabalhar à distância com crianças de 0 à 3 anos? Como realizar as observações e as intervenções necessárias?
Me fiz, e continuo a perguntar e quanto a nós professores de creche, e quanto aos alunos, é certo que algumas estratégias foram pensadas, mas o que se trata de mídias não é tão longo o alcance.
E as famílias sem acesso à internet? No papel tudo é perfeito, mas a prática é bem diferente.
A palavra de ordem é reinventar, os desafios estão aí; nos pegaram surpresa, mas é muito positivo, pois, a partir, dessa situação, dessa pandemia, com certeza, estaremos abertos a novas descoberta. Mas, não há como refletirmos sobre a questão social, são inúmeras famílias que não teem acesso a intenet.
Acredito que se essa diferença não for sanada de algum jeito será mais uma forma de exclusão . Cabe ao governo e a todos os verdadeiramente interessados fazer com que seja minimizado este fator.
O momento exige que nos reinventemos em ações de ordem pedagógica. Acredito no processo de adaptação. Estamos escrevendo a historia.
Concordo que a escola nunca será a mesma. Já estou observando, como coordenadora pedagógica, o quanto os professores estão se empenhando e diversificando propostas no intuito de oferecer aos alunos o melhor nesse momento! Vejo, a cada dia, ideias e estratégias diversificadas que, com certeza atrairão as atenções e o interesse dos alunos e das famílias.
Esse é um momento em que estamos diante de muitas experiências e certamente nossos esforços devem ser para que por meio de parcerias não percamos o prazer pela troca de aprendizagens. Família e escola estreitarão mais suas trocas.
Concordo com a professora Valdelice. Além da condição social ser absurdamente diferente e, nem todos possuírem recursos e facilidades com os recursos oferecidos, o mais preocupante é não perdemos o prazer pelas trocas.
Realmente, depois dessa pandemia as pessoas não serão as mesmas e a escola, bem já faz um tempo que precisa mudar sua metodologia, alguns professores que são resistentes as novas tecnologias, terão que sair da caixa.
Texto muito bom e pertinente para o momento.
As crianças, mesmo as bem pequenas já sabem transitar nesse mundo digital. Nós adultos é que teremos que nos apropriar e conduzir às crianças a fazerem escolhas assertivas . Precisamos continuar a ser o farol para essas crianças. A internet é um campo vasto de publicações: boas e péssimas. É nossa função , como educadores, ensiná-los a ter o discernimento nas suas escolhas. Enfim., como sempre , estamos nós também em constante aprendizado.
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Acredito que este momento que estamos vivendo trará grandes mudanças tanto no trabalho do professor quanto na forma dos pais e alunos verem a escola como um todo. Agora mais do que nunca necessitaremos da parceria da família.
As dificuldades surgem para que sejam vencidas. É tempo de refletir e agir, lembrando sempre da importância das competências socioemocionais, o relacionamento com colegas de trabalho de forma colaborativa e transmitir também para os alunos, focando na importância do relacionamento, seja presencial ou não.
Sabemos que tempos sempre trouxeram grandes aprendizados a sociedade. Há tempos que percebemos que os recursos tradicionalmente usados na escola, já não atingiam com tanto sucesso essa nova geração que já nasceu conectada, acredito que esse tempo será na verdade, uma enorme oportunidade de nós reiventarmos nos aproximando de nossos alunos de maneira mais significativa. A escola com certeza não será mais a mesma.
Viver na zona de conforto não nos trás outros benefícios, e a tecnologias educacionais nos ajudam no processo ensino aprendizagem – temos percebido também um caminhar das gerações pós-Internet e isso é bom.
A penas é uma maneira diferente do habitual, mas as mudanças trazem benefícios, caminhar na mesma direção, pois estamos todos em busca de um aprendizado que não é tão novo, mas pouco explorado pelas escolas públicas e agora se tornou imprescindível
concordo com você!
Mudanças sempre geram desconforto – olhei a expressão de um certo medo e desconforto no semblante dos professores – fizemos reuniões online – estabelecemos alguns procedimentos …pensamos na grande quantidade de famílias sem acesso a internet…é realmente não seremos os mesmos educadores de antes…
Acredito que esse desafio será para nos atentarmos em novas formas pedagógicas.
O desenvolvimento da tecnologia e da internet possibilitou uma série de avanços na educação. Além de facilitar o acesso à pesquisa e à informação, e de proporcionar mais recursos nas salas de aulas e laboratórios, a internet também contribuiu para a expansão de uma modalidade de ensino alternativa EAD, que atualmente em situação de pandemia esta favorecendo o acesso a educação remota, e uma grande interação entre professores e alunos, quase que o dia inteiro, de acordo com a possibilidade de cada individuo, tentando atingir a maior parcela dos educandos.
“A Educação nunca mais será a mesma.” A tecnologia veio para ficar. É o início do início. Com a parceria e a dedicação de todos, logo será simplesmente mais uma ferramenta constante de trabalho, ampliando vínculos entre família e escola.
Infelizmente ainda há um grande número de crianças que não tem acesso à internet em suas casas, Essa ainda é uma realidade a ser constatada atualmente, onde muitas são familias não tem o básico, e num momento como esse, acabam excluidas semo alcance a esse formato de educação remota, Os professores terão uma missão muito importante na retomada pós quarentena.
Ferramenta que irá agregar e fortalecer vínculos familiares em casa com maior significado para uma grande parte do publico, contudo, ainda terá muitos alunos que além da dificuldade financeira terá a dificuldade de utilizar os ‘aparatos tecnológicos’. É um processo de longo prazo que não se faz do dia para a noite que demanda paciência, reflexão e a reflexão como um todo que depende da união e determinação de todos.
Tudo isso é muito importante e eficiente na medida em que todos pensarmos sobre também ensinar nossos alunos a ‘aprender a aprender’ e ‘a importância do ato de ler’, seja qual for o portador, digital ou não. Acredito que, no momento, somente iniciaremos um outro momento de abordagem para ensinar muito parecido com o que já fazemos que depende bastante ,e espero profundamente, que as famílias se envolvam de fato. No entanto, anseio que o mais rápido possível se inicie, verdadeiramente, um processo de inclusão digital, colocando à disposição da comunidade escolar material, conteúdo e estudo que objetive o ensino e a produção de conhecimento tecnológico (e de todos os outros campos) que provoque buscar um rumo de verdadeiro acesso e poder de colaboração. Enfim, acredito ser necessário para toda comunidade, sem exceção, num momento tão difícil, que se possa nos fazer unir para uma evolução pertinente e paulatina rumo a uma mudança de costumes. Todos unidos num projeto de ensinagem, aprendizagem e de uma nova perspectiva de relações entre todos que compõem a escola.
Um beijo e Saúde, pra todos
Sem dúvida, esse é um momento que ninguém imaginava que iríamos viver. São grandes os desafios para professores, alunos, pais e gestores. Entretanto, acredito que podemos transpor essa fase com o mínimo de estresse possível e com inúmeras aprendizagens.
Todos nós fomos arrancados de nossa zona de conforto o que nos impele pela busca de crescimento e desenvolvimento de novas habilidades. A educação se encontra em um grande laboratório de novas experiências e releitura de práticas de ensino-aprendizagem assim como também nas relações sociais.
Esta sendo uma momento de repensarmos nossas práticas de ensino, buscando se renovar, observando os recursos tecnológicos que possam auxiliar na diminuição desta distância e nos dando subsídio de trabalho…
Aprender é tão inerente ao professor quanto ensinar. Neste momento, todos temos a oportunidade de ressignificar muitas coisas. Inclusive de nós reinventarmos como profissionais e pessoas. Nós, nossos alunos e a sociedade não seremos mais como antes, por isso, nos atualizar para atender melhor nossos estudantes é essencial
Está sendo um momento desafiador para todos nós. Mas, tenho certeza que como em todos os desafios, teremos uma oportunidade para aprender, desenvolver e enriquecer nossa prática no futuro . Sou muito otimista em relação as crises: todas que vivi foram fonte de criação ,inspiração e progresso em vez de sofrimento.
Sempre devemos pensar como você, positivamente, compartilho do mesmo.!
Com certeza as redes sociais já são há muito tempo uma realidade na vida de muitos de nossos alunos do Ensino Fundamental 1 – temos visto o quanto as tecnologias educacionais nos ajudam no processo ensino aprendizagem – temos percebido também um caminhar das gerações pós-Internet.- seus acessos nos mostram um rumo solto e descomprometido com um pensamento crítico. Como diz o texto: Estas tecnologias são indispensáveis na medida em que sejam acessadas e atreladas à outras tecnologias, com fins pedagógicos, certamente irão se revelar como recursos altamente eficazes para montar grupos de conhecimento, promover debates, trocar arquivos, organizar videoconferências e muito mais. – Nossa escola jamais será a mesma…nosso objetivo neste momento deverá ser…orientar e até “vigiar”(não encontrei palavra melhor) esta busca.
Serão novos desafios para toda a equipe escolar. Pensar em criar estratégias que contemplem a participação ativa e que proporcionem experiências significativas em plataformas online. Sim, por força da necessidade avançaremos e acredito que, de fato, não seremos os mesmos após passarmos por essa nova realidade. Pensando na Educação Infantil, teremos ainda mais desafios, mais discussões e inovações para garantir uma educação à distancia que seja prazerosa e atenda as especificidades das crianças.
Quem diria que passaríamos por esse momento? Mas diferente de outras épocas, temos nessa geração os recursos tecnológicos para nós auxiliar. Será um grande desafio para todos, mas um avanço grande nesse momento tão contubardo.
Acredito ser de vital importância pensarmos na autonomia do aluno para a realização das atividades propostas. Por mais que os pais sejam o apoio neste momento, não podemos esquecer que muitos deles também estão envolvidos em suas atividades profissionais em home office!! E também propiciar encontros virtuais entre os alunos, pois esta troca e interação entre eles, ainda que virtual, são fundamentais!
Verdade Dani… pensar que a família precisa conciliar outra dinâmica.
Realmente as nossas escolas não serão as mesmas.
Tudo muito novo, mas sempre fomos desafiados para enfrentar o novo, principalmente na educação no decorrer dos anos, ela mudou muito.Creio que essa nova fase nos trará novos aprendizados significantes.
O momento requer distanciamento das unidades escolares, mas não significa que precisamos nós distanciar da aprendizagem.
Neste momento único que estamos vivenciando, as famílias tem um papel fundamental! Mais do que nunca, precisamos caminhar juntos, buscando minimizar os efeitos do afastamento temporário das unidades educacionais, porém quando propomos o uso das tecnologias e importante considera os recursos disponíveis e as particularidades do contexto que a escola esta inserida.
“Sua escola nunca mais será a mesma”. Em busca de atividades que simplifique e ao mesmo tempo dinamize minhas aulas nesse tempo de pandemia me deparei com este belíssimo texto. Momentos de desafios!
AS ferramentas irão agregar e fortalecer vínculos fámiliares em casa com maior significaddos para uma maior parte do público. Acredito que a demanda será de paciência e reflexão e união de todos.
Estamos vivenciando um momento único delicado e com muitas informações ,refletiremos juntos em uma forma de adequar a nossa rotina, dar continuidade aos conteúdos pedagógicos e manter vínculos afetivos.Sendo assim é essencial criar canais de aprendizagem que possamos seguir de forma tranquila,organizada e saudável.
A relação família e escola é fundamental para o desenvolvimento do trabalho a distância. Essa relação irá fortalecer o elo entre família e escola. Quando tudo voltar ao normal, essa relação irá favorecer o desenvolvimento pedagógico dessa criança.
Vejo o momento como importante para o avanço de nossas hipóteses de uso das tic´s.
penso apenas se o alcance será significativo.A parceria com as famílias e com os alunos neste momento será importante.
Toda mudança gera desconforto… No início é assustador e parece que nada irá dar certo, mas acabamos nos adaptando e passaremos a utilizar essas ferramentas normalmente em sala de aula
Acredito que apesar de toda angústia e desafios do momento, as unidades escolares e professores estão se reinventando e dando o melhor de si. Diante do grande desafio as ferramentas digitais será sem dúvida a melhor forma de garantir aos nossos alunos o acesso a aprendizagem, entretanto é fundamental um olhar diferenciado para aqueles alunos que não tem acesso a essas ferramentas digitais.
As dicas do documento são muito valiosas. Não gerar frustração e trazer um aprendizado confortável, proveitoso e divertido será nosso desafio e propósito neste momento.
momentos difíceis trazem grandes aprendizados, temos que unirmos forças em benefício maior e comum a todos que estão envolvidos neste processo da educação à distância.
Com certeza, Daniella. Momentos difíceis trazem grandes aprendizados e para tanto, temos que nos dispor a enfrentar os desafios que o novo nos trás a cada dia. É fato que a atual situação de isolamento social exige de todos nós uma nova maneira de fazer, de ser, em fim de viver. O nosso trabalho sempre foi um fazer desafiador na medida que exige de nós constante reflexão sobre o fazer pedagógico.
Agora é hora de nos reinventarmos e juntos encontrarmos uma maneira de continuar o nosso trabalho. Os desafios serão imensos, mas tenho certeza que o resultado será positivo e gratificante. Sabemos da dificuldade ao acesso a essas tecnologias que muitos de nossos pequenos vivenciam e sabemos também que muitos de nós professores não tem tanta familiaridade com essas ferramentas ( estou entre esses), mas não há dúvidas de que é possível encontrarmos uma solução e estou certa de que daremos conta.
Concordo que precisamos nos reinventar, e esta é uma ótima oportunidade para testar nossas habilidades.
Tenho visto no grupo de professores que participo, o quão surpreendente podemos ser na nossa profissão, mesmo estando distantes.
Acredito que mesmo tendo algumas dificuldades no manuseio destas ferramentas digitais, vamos perceber que nos desenvolvemos muito e que tudo deu certo.
Este momento de isolamento social,as mudanças de atitudes na comunicação e no fazer pedagógico,realmente está promovendo novas aprendizagens para todos.
Hoje os desafios são grandes, mas acredito que logo vamos nos adaptar com o uso destas tecnologias que vieram para ficar e ampliar nossos recursos didáticos e quando esta epidemia passar, creio que estaremos sedentos para resgatar os afetos, o olho no olho, não somente através de uma câmera, o abraço e a conversa mais aproximada do outro ou dos outros, como no caso da equipe escolar , das crianças e das famílias.
Neste momento, estas ferramentas têm nos aproximado,isso é maravilhoso, mas sabemos que nada substitui o contato, o fazer e o aprender junto, presencial em parceria,vivenciando, explorando e aprendendo de forma holística como se faz na educação infantil.
Envolvimento, é uma palavra chave, pois com todo esse movimento, a aproximação se consumará.
O momento exige bastante o comprometimento familiar e um empenho efetivo na realização das propostas de atividades complementares sugeridas aos nossos alunos. Temos que nos adaptar a situação atual e nos empenharmos a auxilá-los da melhor maneira possível. Sabemos que os recursos digitais e suas ferramentas serão os nossos grandes aliados no momento atual, por isso concordo plenamente com sua fala, “envolvimento” da família será a chave do nosso sucesso, pois juntos somos mais fortes!
Mas um momento em que a humanidade é levada a adaptar-se, o novo assusta, o novo nos leva a refletir, mas o novo vem carregado de expectativas, curiosidades e grandes descobertas, texto perfeito, só alteraria a última colocação, pois a casa já é espaço de aprendizagem significativa, agora será espaço de aprendizagem escolar, ou formal!!!
vamos lá!!
Iraneide
Muitos dos colegas concordam o quanto o novo assusta,mas as autoridades educativas deveriam ampliar e possibilitar o acesso tecnológico para todos, seriam bem interessante.
exatamente isso, é delegada ao professor a função de se reinventar em sala de aula virtual, porém não se oferece o recurso para que isto ocorra, na escola publica por exemplo, não se tem nem computador para contemplar os professores e nesse momento, ou o professor tira do bolso para bancar a atividade com computadores pessoais e internet particular, ou a implementação do ensino a distancia não ocorre. Acredito que a reflexão deve ser feita.
Concordo com a Alzeni precisamos nos reinventar. Novos desafios estão aí acompanhado de muitas mudanças nos pegando de surpresa. Por um lado é muito positivo, pois, a partir, dessa situação, desse momento que todos estão vivenciando , com certeza, estaremos abertos a novas descobertas. Mas, não há como refletirmos sobre a questão social, são inúmeras famílias que não teem acesso a intenet e que provavelmente sentarão excluida .
Momento inesperado, temos muitas ferramentas a nosso favor, porém nem todos tem facilidade para trabalhar e acessar, mas não podemos desistir, temos que fazer a nossa parte e o possível para ajudar o próximo e fazer a diferença. Juntos somos mais fortes.
Isso mesmo Claudia! Pensar em como podemos superar as faltas de equipamento, de conhecimento das ferramentas com a parceria dos colegas!
Texto perfeito e muito esclarecedor… nesse momento de inovação da prática e desenvolvimento pedagógico, rever, repensar e aprender é imprescindível a todos nós profissionais da área. Lendo o texto fico aliviada ao enxergar todo esse cuidado e reflexão do meu grupo de parceiras de ano ciclo nessa construção do material e da nossa sensibilidade ao ouvir e respeitar a comunicação com os pais.
O novo assusta, mas é uma oportunidade de crescermos e evoluírmos. É hora de reinventar, de adaptar -se ao novo.
Sabemos que todos estão fazendo um esforço muito grande para colocar em prática o ensino remoto onde acredito que vêm sendo novo para muitos educadores. Isto irá requerer a contribuição e esforço, com cada “diagnóstico” em orientar as nossas ações com os familiares e educandos. Isso é algo novo para todos, mas juntos vamos vencer esse desafio de dar continuidade ao processo de ensino e aprendizagem significativos às nossas crianças.
Realmente um momento desafiador para todos, com certeza as escolas e as famílias aprenderam muito com essa situação.
Realmente m momento desafiador para todos, com certeza escola e famílias aprenderão muito com a situação.
E levaremos estas novas experiências para nossa prática a partir de então não é mesmo?
O momento e de mudanças, angústias e dúvidas que temos que superar dianta da situação que estamos vivendo.
Sei que nossas escolas nunca mais será a mesma teremos novos olhares.
Apesar do momento ser assustador, ele no traz a necessidade e iniciativa em trabalharmos com outros recursos que não sejam os tradicionais. Por incrível que pareça é um momento de aprendizagem positiva, apesar desta diversidade, iremos realmente sair desta fase com outro olhar e do comodismo que estávamos estagnados. Os recursos digitais vão ser mais amplamente utilizados e farão parte com mais propriedade de nosso futuro.
Como professora de EI pensar em atividades que comtemplem o nosso currículo, sem esquecer o eixo estrutural focado na interação e no brincar, percebo que as simples atividades do cotidiano de cada família são ricos em ludicidade e aprendizagem. O nosso desafio nesse momento acredito que seja mais em mediar a família e propor sugestões que enriqueça o que já é feito em família.
Acredito que os valores individuais e coletivos não serão os mesmos ao retornarmos para a escola. Cabe ao “sistema educacional” encontrar formas de não acentuar desigualdades entre todos os envolvidos nesse processo.
Muito pertinente e discutíveis as colocações aqui feitas. Também concordo que a escola nunca mais será a mesma e espero que a partir de então haja o reconhecimento e entendimento de que o professor, a troca com o outro e com o meio, a convivência são fundamentais na construção do conhecimento.
De repente fomos obrigados a aprender, também em EAD, para minimamente conseguir atender nossos alunos sem que desqualifique o nosso trabalho, porém muito me preocupa a questão da igualdade X equidade…
Acredito que nesta fase tudo esta sendo uma adaptação, para todos os envolvidos.
Realmente a educação não será mais a mesma, devemos nos reinventar, rever as didáticas e as práticas. Acredito que todo o ensino terá desafios e muitas duvidas, principalmente de como direcionar os alunos e pais, pois há atividades, experiencias e brincadeiras realizadas na escola, principalmente na creche e educação infantil que necessita de interação com o outro para que haja aprendizado e avanços. Com isso as propostas para serem realizadas em casa terão que ser replanejadas.
Coisas boas virão disso tudo! Tenho certeza disso!
Compartilho dos mesmos anseios que a colega Flávia, como garantir que todos tenham acesso? A pandemia nos traz oportunidade de crescimento em vários aspectos não só da apropriação dos usos tecnológicos para EAD (ensino a distância), mas também escancara as portas da desigualdade social , como atender as crianças que não tem alimento em sua mesa, muito menos tecnologias a disposição para aprendizagem. A grande oportunidade que nos traz a pandemia e de sermos aperfeicoados como espécie humana.
Todas as orientações foram esclarecedoras para nortear uma proposta pedagógica nos moldes digitais.
Importante encararmos as dificuldades como possibilidades. Dessa forma, nos motivamos a estarmos diante da realidade focados em transformá-la. Que essa nova etapa nos mova rumo a novos saberes e que estes se efetivem na construção do ensino acessível a todos. Mais uma vez, vem para nosso desafio a questão do acesso e da permanência. Que ninguém fique de fora desse momento de aprender!!
A Educação Infantil fica muito prejudicada quando feito como ensino a distância, já que a principal aprendizagem da educação infantil é o contato da criança com outras crianças, e aprender a lidar com o mundo fora da sua casa.
Sem dúvida é um momento de muitas aprendizagens para todos nós, textos como este nos ajudam a refletir um pouco mais sobre cada um dos envolvidos, principalmente sobre nossos alunos.
Estamos todos tendo que nos reinventar, mas com ajuda iremos construir dias melhores, pois acredito que tudo isso aconteceu para que possamos pensar mais nas atitudes que temos perante as pessoas e ao mundo em que vivemos. Nós da educação temos de pensar naquelas crianças menos favorecidas e também nas inclusões. Como é tudo muito recente espero que possamos ter um olhar diferenciado para eles, contando com a parceria dos pais e escola,
O texto da Doutora Luciana Allan, é muito gostoso de ler e também significativo para o momento, nunca mais seremos os mesmos….As competências Socioemocionais vem de encontro com minha realidade em relação as novas tecnologias, meu questionamento é: tenho dificuldade com essa habilidade, muitas vezes fui e sou motivo de piadas por colegas e me sinto invisível no contexto atual.
Tenho aprendido muito, nem sei avaliar o quanto, e entendo que é um aprendizado para levar para vida toda.
Isso mesmo Cristina, estamos aprendendo juntas.
O texto” A escola nunca mais será a mesma”, enumera diversos itens, que cabe ao professor, propiciar para que o aprendizado se concretize dentro dessa nova modo de se fazer educação.
Sim o professsor deverá ter suporte necesssário para que isso ocorra, deverá ter bom sinal de internet, suporte técnico, e equipamentos.
Segue no texto algumas recomendações de Carlos Seabra, que gostaria muito que me apontassem com exemplos práticos, como desenvolvê-las com os recursos que tenho em casa.
Que as novas tecnologias possam ser realmente úteis a todos neste momento de pandemia. Infelizmente sabemos que nem todos terão acesso as informações, pois muitas famílias na usufruem destes recursos.
O momento pelo qual estamos passando pegou a todos de surpresa e apesar de termos várias ferramentas a nossa disposição para tentar minimizar a situação, muitas de nós tbem não está preparada para tal. Além de tudo, precisamos pensar que as crianças são da educação infantil e que nem sempre tem internet em casa
Seguindo em frente…
De fato não seremos os mesmos depois dessa experiência. Para mim tem sido um grande desafio lidar com essa modalidade. Além dos entraves em relação a tecnologia sinto falta do corpo a corpo, da presença física das crianças.
Com certeza, toda esta experiência enriquecerá o nosso aprendizado. Retornaremos às aulas presenciais com maior bagagem no que tange às tecnologias, com um novo olhar para as ferramentas digitais.
Boa tarde!!!
Acredito nas mudanças que toda sociedade sofrerá, e muitos desafios que teremos nos professores em oferecer as atividades online para nossos aluno e resgatar todo aprendizado .
Mudanças nos trás muitas reflexões e isso tem pontos positivos , refazer e fazer uma aprendizado já visto anteriormente. Repensar em como aplicar todo conteúdo e incluir as crianças do AEE, nesta longa caminhada. Muitas duvidas irão surgir e esperamos que elas sejam sanadas no decorrer deste trajeto.
A união entre família e escola serão de muita valia neste momento.
Em partes CONCORDO. Porém como professora: darei meu melhor!
Como MÃE…ESPERO QUE SEJA APENAS TEMPORÁRIO, pois mesmo sabendo da minha importância e papel na educação dos meus filhos.
QUERO DELES SER A MÃE! NÃO A PROFESSORA!
APENAS A MÃE!
MEUS FILHOS AINDA TEM “SORTE”. SOU PEDAGOGA.
O FILHO DE MUITOS SE VIRAM SÓS C SEUS ESTUDOS POIS OS PAIS SÃO ALFABETIZADOS FUNCIONAIS. SIM! NÃO VAMOS GENERALIZAR MAS POR FAVOR RETROCEDER NÃO!
(EXCLUSÃO DIGITAL… EDUCAÇÃO PARA TODOS….)
não consegui enxergar aqui a especificidade da Educação Infantil…
Com certeza o mundo não será mais o mesmo.
Muito interessante as considerações expostas no texto, mas acredito que devido as especificidades da Educação Infantil, essa proposta apresenta um aspecto ainda mais desafiador para os profissionais da Educação que trabalham nessa fase.
Os 10 passos recomendados por Carlos Seabra, pareceram-me propícios às crianças de salas regulares sem nenhum comprometimento físico, cognitivo ou motor…Como será o planejamento em relação à inclusão social, respeitando as especificidades de cada crianca e conseguindo envolve–los nessa nova dinâmica de aprendizagem citada por Luciana Allan, respeitando eventuais limitações cognitivas, físicas ou motoras e adaptando o trabalho de inclusão social para inclusão virtual?
É uma experiência nova para todos, com muitos questionamentos, tenho vivenciado boas experiências com os meus alunos. Sabemos das dificuldades encontradas por algumas crianças. Tive que buscar, aprender a reaprender , nós professores, gestores, estamos unidos e juntando esforços para fazermos sempre nosso melhor.
Acho que essa forma de atividades poderá auxiliar alguns alunos. Os que são publico alvo do AEE vão necessitar de uma atenção bem especial nas atividades e uma elaboração bem diferenciada.
Devido ao isolamento social, as ferramentas tecnológicas estão sendo as mais utilizadas, eu mesma não tenho facilidade nesses novos recursos, mas tenho me esforçado como muitos para aprender a utiliza- los. Outro ponto importante é que infelizmente muitos alunos com poucos recursos financeiros não conseguirão acessar essas ferramentas devido a falta de recursos mais avançados, fico muito apreensiva com essa questão.
Aprendemos nas dificuldades, somos seres capazes de nos adaptarmos aos momentos e as situações que a vida nos impõem.
Vivemos em uma época em que a tecnologia está para ser usada a nosso favor e vem corroborar com o momento que estamos passando. Entretanto, sabemos que nem todos têm acesso a esses meios de comunicação e que deveremos olhar com carinho e cuidado para esses alunos, que necessitam, ainda mais, do esforço de todos.
Concordo com a ideia de que nada será como antes, porém antes de qualquer coisa precisamos primeiramente termos condições básicas para trabalhar e não adianta de imediato querermos sobrecarregar, as famílias com demandas que não serão capazes de dar conta, acarretando em frustração e estresse ainda maior para todos os envolvidos, não basta querer fazer tem que poder e saber fazer e isso demanda tempo e recursos.
Realmente a escola nunca mais será a mesma…Todos teremos que repensar o uso de diversas ferramentas ,porém existem muitas crianças carentes que não tem acesso a internet …
Estamos vivendo um momento único, onde o uso da tecnologia digital se faz necessária e estamos nos adaptando e aprendendo a cada dia com novas informações que ajudem nesse desafio em lidar com essa situação totalmente nova de aprendizagem, principalmente na educação infantil pensando na qualidade do uso desses recursos de forma a torná-los mais interativos, dinâmicos e diversificados que promova interesse e envolvimento com a proposta de aprendizagem.
Eu acredito que diante deste tempo difícil o qual estamos vivendo, esta é uma grande oportunidade para podermos aproveitar os recursos que a tecnologia nos oferece. Vamos tentar aproveitar ao máximo este momento para que estes recursos sejam descobertos de maneira prazerosa, uma vez que a tecnologia encanta estudantes de todas as gerações, então agora é a grande hora para nós nos apropriarmos de tudo isto.
Realmente a escola e todo mundo passará por uma transformação, mas os alunos que não possuem acesso a internet estarão sempre à margem da sociedade? O que poderemos fazer para amenizar este impacto pra eles? Realidade triste a desigualdade social, eu diria lamentável!
No momento em que estamos vivendo, temos que a cada dia reinventar.
Acredito que é um momento muito difícil e desafiador para todos, e temos que levar em consideração a disponibilidade das famílias em ter acesso a tecnologia digital. Pensar em atividades que possa contemplar todas as classe sociais.
Considero que a partir desta transformação social imposta, as famílias passem a participar mais da vida escolar dos filhos e acompanhar mais sobre o seu desenvolvimento e aprendizado. Desta forma, as crianças se interessam mais pelo aprendizado. Não podemos dizer que isso de fato ocorrerá, mas certamente todos passarão a valorizar mais o papel dos Professores, compreenderão melhor muitos dos desafios vivenciados em sala de aula, e assim, passarão a valorizar mais o nosso trabalho .
A Educação nunca mais será a mesma, assim como a história nos ensinou após outros grandes eventos. Espero que possamos aproveitar esse momento para melhorar o nosso trabalho e as aprendizagens dos alunos
Nesse período de aprendizagem a distância é fundamental que a escola ofereça todo o suporte para reduzir os prejuízos causados pelo distanciamento social, incluindo acompanhar diariamente os estudantes, estimular a organização e autonomia deles, além de gerar devolutivas frequentes aos familiares, para que possam acompanhar os resultados nesse momento. As escolas precisam indicar quais serão as ferramentas – pedagógicas e tecnológicas – que serão utilizadas para a efetivação dessa estratégia.
Muitos dos professores não tem um acesso legal as redes sociais e outros meios de comunicação adequados, então pensamos e os nossos alunos? O Brasil num todos deve crescer muito ainda no assunto educação.
Concordo com você, Quésia…Muitos professores não tem acesso às redes sociais… Pensemos naquelas regiões do Brasil, onde o salário do professor é um salário mínimo, quando recebe em dia…Mal dá para vestir-se e para a alimentação.
Agora é o momento para nós educadores quebrar barreiras, no que diz respeito a tecnologia. Buscar conhecimento e se transformar.
A educação infantil tem um grande desafio pela frente já que as crianças pequenas aprendem explorando materiais e espaços, brincando, vivenciando diversas experiências através da interação com as demais crianças. Como garantir isso através do ensino remoto?
Pensamento positivo é o que precisamos nos esforçar para ter. Certa de que nossos alunos e familiares estão valorizando ainda mais a escola como um todo em suas rotinas. O ambiente escolar é muito importante para os alunos e comunidade. Dentro desse ambiente que nossos filhos desempenham seus papeis, mostram a educação que procuramos garantir a eles. Além das aprendizagens dos conteúdos, é um ambiente onde ele aprende a ser um ser sociável, capaz de fazer amizades, interagir.
São tempos em que todos precisamos nos adaptar a essa nova realidade!
Penso que as crianças estão de fato conectadas com os recursos tecnológicos, mas até então estão sendo utilizados como entretenimento, então nós professoras e professores temos muito que aprender, mas as crianças também nesse processo de aquisição de conhecimento a distância que não conta com as intervenções individuais tão específicas que são recorrentes na sala de aula, o olho no olho sabe, que fazem muita diferença.
Preocupa-me muito a insistência no tal protagonismo infantil, visto que pa
São nas adversidades que sentimos a necessidade de nos reinventar. Esse momento que nos aflige de várias maneiras também nos fez mais resilientes. Infelizmente as desigualdades ficam escancaradas, pois pensando em nossos alunos da rede municipal de ensino, onde em sua maioria não possuem condições para o acesso a um computador e a uma internet de qualidade, mas nem por isso devemos deixar de ofertar o ensino e devemos buscar opções para cada situação para atingir o maior número de alunos.
Sabemos da necessidade de atualizar nossas práticas, estamos passando por um momento,onde devemos refletir as nossas ações. Assim sendo pensar em mudanças que ajude a educação atualizar-se com a tecnologia acessível.
Este é o momento de ensinar e aprender.
Precisamos atualizar nossas práticas. O momento atual nos faz refletir sobre nossas ações e repensar o investimento e a dinâmica em relação a acessibilidade tecnológica. A Educação precisa atualizar-se, e essa é uma oportunidade para isso. Precisamos nos reinventar para continuarmos aprendendo e ensinando.
De fato nessa crise estamos diante da oportunidade de evoluir ao nos apropriarmos mais dos recursos tecnológicos em função da aprendizagem significativa para nossos alunos “nativos digitais” (de acordo com o texto acima). Anterior a essa situação de ensino remoto emergencial, que diga-se de passagem não é EAD, nós educadores da rede de São Bernardo do Campo, já estávamos nos familiarizando com o ambiente virtual para aprender. Agora temos a oportunidade de construir os conteúdos de aprendizagem.
Diante da situação pela qual estamos passando, tudo passa por uma mudança, onde nos encontramos diante de desafios , no qual temos que criar, reinventar e fazer o nosso melhor para auxiliar os educandos através do uso das tecnologias.
Acredito que após a pandemia o mundo não será mais o mesmo, e nem as nossas aulas. No entanto, e as crianças que não possuem acesso a internet? Os pais que não possuem instruções, como ajudarão seus filhos? Isso tudo me preocupa. É preciso inovar sim, mas também é preciso ajudar a todos a terem acesso.
Acredito que esse momento está sendo de uma grande ferramenta para o nosso conteúdo, um aprendizado do qual acredito que seja bastante reflexivo, pois passamos a pensar não sò em nós mesmos, mais sim em um grupo, dessa forma acabamos vivenciando um momento global.
Sem dúvida este é um momento de muitas aprendizagens para todos. Vamos tentar aproveitar ao máximo este momento para que estes recursos sejam descobertos de uma maneira prazerosa, e nos ajude a refletir um pouco mais sobre cada um dos envolvidos, principalmente sobre nossos alunos uma vez que a tecnologia encanta os estudantes e toda estas experiências enriquecerá o nosso aprendizado.
Esse momento nos apresenta um novo desafio, onde será apresentado em níveis diferentes da aprendizagem. Poderá criar um desnível entre os educandos. Teremos que ter a capacidade de enfrentar o futuro com as coisas de que não estamos acostumados.
As ferramentas no campo do aprendizado demanda um esforço enorme em acompanhar as diversidades que a vida nos apresenta.
Oferecer igualdade no trabalho pedagógico em busca de habilidades necessárias, ser um novo capítulo da nossa história.
Com o cenário da atual realidade ,os profissionais vão se adaptando com os detalhes de aprendizado a distância .
As dificuldades sempre vão surgir,porém,temos que ter em mente e achar estratégias para resovê-las.
Importante neste momento a equipe escolar estar engajada e proporcionar caminhos para parceria entre escola e famílias. Com certeza teremos bons aprendizado diante desta situação que estamos vivendo,nada é por acaso.
Poisé, defino todo meu pensamento em uma única palavra inovação nas praticas de ensino…
Oque dizer dessa nova situação… Momento delicado, onde as crianças estão perdendo muito.. acredito que atividades que estimulem movimento, memorização sejam de grande valia nesse processo. Como também atividades que permitam as crianças dizerem oque sentem… um video com o professor, para encorajá los diante da dificuldades.
Eu acredito que neste momento de adversidade, precisamos nos reinventar, porém, sem nos esquecer que muitos alunos e muitas famílias ainda não tem acesso a tecnologia e temos que criar meios de não excluirmos ninguém neste processo. Acredito que este momento pode nos propiciar uma aproximação maior da parceria entre família e escola, o que eu acredito ser muito importante.
Interessante reflexão , nesse momento sinto que estamos nos encontrando no meio de tanta novidade. Como o próprio texto diz, chegou a hora de exercitar nossa resiliência.
Realmente após passarmos por este momento, muitas serão as mudanças deixadas. Estamos vivendo tempos desafiadores, e que exigem muitas quebras de paradigmas. Confesso que estou aprendendo muito, mas confesso também que muitas são as preocupações que me cercam. A dificuldade de alcance total é uma delas. não é possível garantir que todas as crianças tenham a mesma qualidade de acesso e auxílio familiar. Enquanto uns tem uma excelente estrutura familiar, outros vivem a violência doméstica.
É fato: A escola, a sociedade não serão mais a mesma no pós pandemia. Tenho as mesma inquietações e relato de muitos: E quem não tem o alimento do dia a dia, como se prevenir quanto mais acompanhar atividades virtuais. Como alcançar estes alunos com realidades divergentes de muitos da mesma sala de aula? A única certeza é que após a pandemia muitos alunos terão experiências e fatos para compartilhar . Por que na prática não temos ferramentas de trabalho.
O atual cenário que vivemos vem nos impondo uma série de inovações e reinvenções. Nos vemos obrigados a nos apropriar de novas tecnologias e formas de ensinar e aprender. Muitas delas, um tanto quanto sedutoras. Mas o que me traz inúmeras indagações são as questões relacionadas ao acesso, tanto à internet, quanto aos equipamentos em si. Atendendo alunos de uma rede pública, a realidade é de uma diversidade extrema. E, como não ferir os princípios da igualdade de acesso e respeito à diversidade?
É extremamente necessária, essa forma de comunicação, através das redes sociais, principalmente com aqueles alunos que necessitam de acessibilidade, que estavam numa rotina que se encontravam com seus iguais, dentro da comunidade escolar, que trocavam informações uns com os outros, que falavam do seu dia a dia, e que de repente, se vêem isolados dentro de casa, sem entenderem direito o que fez trocar toda essa rotina. E é ele o professor que nesse momento estará pronto para orientar, mediar, não
Estamos nos reinventando nesse novo cenário que estamos vivendo a cada dia aprendemos a lidar com tantas ferramentas tecnológicas que nos facilitam a vida. e que bom que conseguimos ir além e alcançar nossos alunos auxiliando os nesse momento de isolamento social.
O confinamento obrigatório provocará uma nova fase na vida da socidade brasileira. Haja vista que estamos diante de algo nunca vivido anteriormente. Contudo, temos que nos reenventar, conviver com os novos habitos e criar uma série de estratégias para que consigamos pacientemente passar por esse momento turbelento em nossa história. Porém, dispomos de uma certeza, a que sabemos como entramos. A duvidade consiste em quando e como sairemos.
Na educação infantil ser um bom professor é aquele que acompanha cada etapa de seu desenvolvimento, onde a principal ferramenta de construção de conhecimento se dá através da interação, com o outro, com o objeto, enfim… Acho muito difícil trabalhar EAD com crianças tão pequenas, deixamos o ato de criar e construir de lado, não sei… talvez colaborar e garantir que tenham acesso a cultura compartilhar livros, brincadeiras e até mesmo indicar desenhos construtivos mas as atividades, eis minhas
Olá , anotado os 10 passos para um projeto ativo assim eu espero.
Gostei muito da matéria e, particularmente, incluo-me na geração da década de 70, que enfrenta um turbilhão de dúvidas ao acessar a tão temida tecnologia. Esta quarentena fez com que, muitos de nós, deixássemos os ‘medo” de lado para planejarmos nossas aulas, htpcs em videoconferências e outros.
Esse momento será lembrado como de aprendizado e de muitos desafios.
Para mim, esse cenário de pandemia só reforça e dá luz a uma realidade que já se sabia há tempos… A desigualdade social e equidade de direitos, o que de longe na escolas públicas principalmente as localizadas em periferia as quais usadas pela populacao em sua totalidade, não possui recursos suficientes para oferecer uma educação qualidade, o que dirá na atual conjuntura…triste realidade…
É necessário se modernizar, mas em uma sociedade com imensa desigualdade social, isso é um desafio.
São momentos difíceis. Estamos vivendo uma situação Onde todos nós Estamos aprendendo a ter que diversificar nossos pensamentos além da sala de aula. Estendendo o olhar para o lado humano , percebemos que ao longo da vida deixamos de contemplar o verdadeiro significado dos valores afetivos. Diante dessa nova situação imposta, é necessário repensarmos o quanto somos frágeis Diante da vida. Realizar trabalhos com os alunos a distância é um desafio, mas venceremos mais essa etapa.
Senti falta da consideração dos recursos digitais que os professores possam ter: eu por exemplo tenho plano pos pago e só no celular.
Esse momento em que vivemos atualmente é bastante difícil. No nosso cotidiano muitas coisas mudaram e por esse motivo temos que cada vez mais nos reinventar. Trabalhar com a tecnologia envolvendo os alunos é um grande desafio, porém estou aberta para essas transformações.
Enquanto professora, garantir que todos os alunos consigam ter acesso as tecnologias é um movimento quase impossível. Sabemos da realidade de muitos dos nossos alunos, muitos faltam o básico para se alimentar, quanto mais internet móvel paga. Seria um sonho atender a todos, é o que gostaríamos que acontecesse. Percebemos essa dificuldade em nossas casas. Um computador para varias pessoas utilizarem, de varias faixa-etárias. Enquanto profissional da educação orientamos por uma melhor solução.
Concordo que há um movimento em prol da utilização das tecnologias em nossas escolas e no mundo! Porém, a Educação em si, não estava preparada para isso. Somos capazes como professoras, de movermos montanhas, e isso ficou bem claro neste momento!
Estamos nos aperfeiçoando, pelos nossos alunos! Para isso dar certo temos que ser realmente valorizados e respeitados. Pq não temos um tablet? Pq temos que usar nosso celular e nosso computador? Trabalho para uma empresa. Não somos donos.
O acesso dos alunos. Que muitos tem celular é fato . Mas pelo celular vão conseguir fazer as atividades?
Fico pensando no 1o. Ano…
Acredito que a sociedade tem desafios futuros e que a união entre as pessoas fará uma boa diferença. Muitos estão em desvantagens, nas questões relacionadas as novas tecnologias e que nos leva a refletir … como ajudar o outro? e quais formas?
Buscar o equilíbrio e traçar objetivos, trará clareza e tranquilidade para quem mais precisa, esteja onde estiver.
Devido esse distanciamento social, estamos vivendo um momento muito difícil , isso não nos impede de aperfeiçoamento, devemos inovar e usar os recursos digitais é demasiadamente importante para a nosso trabalho pedagógico.
Momento muito delicado. Quando poderíamos imaginar que viveríamos um tempo assim, escolas vazias, aulas através da internet para crianças do ensino fundamental I. Meu desejo é que todos os alunos consigam ter acesso a essas atividades, seja via internet ou retirando-as na escola.
Momento muito delicado, onde as escolas deverão desenvolver um trabalho que consiga alcançar à todos os alunos.
Estamos certos que o quê era uma tendência agora virou uma necessidade, a educação à distância terá impactos permanentes por conta da pandemia.
Porém, o grande desafio é incluir os alunos desfavorecidos de internet e da tecnologia básica para acesso às mídias e como lidar com alunos com dificuldades educacionais à distância.
Entendo ser procedente também considerar as possibilidades de acesso a ferramentas de mídias das quais professores disponham: eu, por exemplo só disponho de celular com plano pós pago.
Dicas muito importantes, me trouxe muitos aprendizados que poderei compartilhar com colegas de trabalho e principalmente somar aos alunos, parabéns, a todos os envolvidos|
Nossa!! A tecnologia teve imensos avanços no decorrer dos tempos!!! Percebo que nossa geração é como se estivesse correndo atrás deste tempo para alcançá-lo e conseguir acompanhar. E agora, neste tempo de distanciamento, mas que pelo nosso compromisso de cuidar e zelar pelo nosso papel educativo estamos em busca de meios para alcançar as nossas crianças e famílias. Estamos diante de dois desafios ao mesmo tempo: Aprender e Fazer por meio da tecnologia.
“Garanta a inclusão dos alunos em condições sociais mais desfavoráveis e recomende o uso de tecnologias acessíveis, mesmo aos que não contam com uma internet de alta velocidade em casa”.
E como fazer isso? Diante da desigualdade social, se muitas famílias não possuem acesso a internet como chegar e garantir essa inclusão?
Mais uma vez, devido a situação, carregamos o peso da desigualdade social que deveria ser minimizados pelos governantes, infelizmente será mais uma forma de exclusão social.
Entendo a importância do engajamento de todos neste novo cenário. A dedicação das famílias, o empenho das equipes escolares, as políticas públicas, com certeza, desenharão um novo caminhar na Educação. Acredito que a capacidade de adaptação nos permitirá atravessar este momento de maneira criativa e nos levará a uma nova realidade. As infinitas possibilidades e recursos de que dispomos, terão imensa importância na implementação deste novo currículo e com certeza permanecerão.
Boa tarde.
As ferramentas digitais são aliadas no processo de ensino e aprendizagem, de certa maneira, nos aproximam de maneira mais abrangente da informação. Porém, é preciso lembrar, que informação não significa conhecimento. E a orientação do professor através de mediações pertinentes é primordial.
Apesar das facilidades das ferramentas digitais, é preciso lembrar também que nem todos tem acesso.
Sem mais, Ana Paula de Oliveira.
Um avanço extraordinário, mas a maior preocupação neste momento é o acesso, também precisamos motivar e levar essa compreensão às família, a real necessidade de proporcionar essa forma de aprendizagem. Vai além do interesse dos alunos, deparamos com a necessidade de equipamentos para as crianças, que os pais em sua grande maioria possuem.
É uma questão cultural, fazer com que compreendam que a realização do trabalho colaborativo com a escola nesse momento é fundamental.
Realmente os desafios são muitos, mas acredito que mesmo diante das dificuldades existentes no acesso a um ambiente virtual ou a um equipamento tecnológico em casa, iremos ter êxito nas nossas ações. A organização do tempo e das atividades a serem realizadas diariamente, será imprescindível para um resultado satisfatória nesse processo de planejar e acompanhar as famílias durante este tempo.
É um momento de adaptação e esforços para entendermos melhor as novas tecnologias e a interação com nossos alunos e familia
Realmente a escola não será mesma, temos que nos reinventar para motivar as crianças, pais e nós professora para um novo desafio, será muito bom, apreender só ganha.
Estou tentando formular tarefas mais práticas do que escritas. Minha turma está dividida em trê partes, o que me deixa muito angustiada. Uma parte da turma não tem internet, não tem impressaora e não consigo comunicação com ela. Uma parte tem internet e, possivelmente, impressora e não tem interesse e não faz as atividades, nem se prenuncia, exceto quando a turma pra uma brincadeira coletiva.
Poucos acompanham diariamente as aulas , fotografam os cadernos, fotografam as atidades ou postam no gr
Sem dúvida é um momento de grandes mudanças para humanidade. Mas neste primeiro momento não será fácil, considerando que essas novas ferramentas ainda não é uma realidade ativa dentro da nossa sociedade.
O modelo EAD, sim é algo que veio para ficar, no entanto quero crer que a longo prazo desse processo todo tenhamos aprendido a valorizar os professores, médicos, enfermeiros, policiais, e toda uma classe trabalhadora que vem sendo desvalorizada, massacrada e humilhada.iremos pagar caro por seculos de descaso, alias já podemos vislumbrar esse fato com a área da saúde,onde se tivéssemos um sistema eficiente passaríamos por essa fase de um modo menos desesperador.
Está sendo um momento muito desafiador para todos, professores, alunos e pais.
Todos sentiram a diferença no fim desse momento.
Estamos longe de chegar na era tecnológica, porque a maioria das crianças brasileiras não tem recursos como computadores, nem internet.
Vamos à luta!
Concordo, desde que TODOS tenham acesso aos recursos digitais.
Vejo uma nova era da Educação. A da reinvenção. Essa pandemia veio pra ensinar e agregar muitas coisas boas.- Concordo- até a página dois. Enquanto por um lado vejo profissionais se ajustando, aprendendo na marra todo esse universo tecnológico do outro vejo o quanto apreensivo está se tornando tudo isso, não só para os professores mas também para as famílias em geral, temos contextos múltiplos dentro de uma mesma sala por exemplo e também em nossa vida particular.
Manter as crianças mais novas concentradas e o acesso a computadores e internet de qualidade são grandes desafios a serem superados.
Devemos se dúvida prepararmos para uma nova realidade educacional. O uso de tecnologias virtuais não estará somente no ensino médio e superior, lógico que já usávamos essas ferramentas principalmente nos laboratórios das escolas e pesquisas pelo Google mas estamos nos tornando protagonistas dessa nova escola remota.
Nunca se usou tanto a tecnologia para fins educativos como hoje em dia, entretanto, nada substitui a figura do professor. Muito se tem feito durante essa pandemia e só conseguimos chegar a conclusão de que os professores são a base da sociedade, para muitos pais e responsáveis, o trabalho do professor era moleza, sempre muito fácil de se realizar. Com esse momento que vivemos, espero que possam valorizar mais o profissional da educação.
Esta muito difícil eu conseguir me apropriar de tantas coisas novas. Mas vou conseguir!
Concordo a interação é algo necessário para o desenvolvimento dos educando.Mas na atual situação a apropriação dos recursos digitais torna-se indispensávei. Porém ao termino de tudo isso a era tecnológica deverá ser de fato implantada e claro com professores capacitados.
“Não, não é fácil sintonizar o ‘home office’ com as tarefas domésticas. Não é fácil concentrar no trabalho com os pequenos batendo à porta pedindo atenção. Eles estão aí na sala, no quarto, no jardim, transbordando energia sem saber como canalizar esta sobrecarga repentina que os prendeu em domicílio e os arrancou da rotina escolar.” Não tem sido fácil! Não se trata apenas do ensino à distância; home office. E sim a razão de estarmos vivenciando isso. De como estar o nosso psicológico
concordo com que diz que o mundo não será mais o mesmo, pelo menos até quando sair essa vacina. Como já trabalhei em regime semipresencial no Kumon, acho que nós professores brasileiros, devemos olhar para outras realidades e buscar outras alternativas, pois minha rotina era estar 2x vezes na semana na unidade , onde estava com os alunos, cada um com seu material individualizado auto instrutivo, eu e minhas auxiliares estava ali para uma mera orientação, pois nem quadro negro existia.
Momento de grande reflexão no contexto da aprendizagem, seja por educadores ou alunos.
Novas barreiras a serem ultrapassadas. E a preocupação do melhor a fazer, de como proceder e atender todas as dificuldades e diversidades.
Devido a esse isolamento social, estamos vivendo um momento de aprendizagem que devemos inovar e utilizar novas ferramentas .
Acredito que vamos vencer esse novo desafio, tentando sempre atender todas as dificuldades e pensar em estratégias que não excluam os nossos educandos que não tem acesso aos recursos tecnológicos.
No texto vimos possibilidades da educação EAD que é voltada para um público maior e não para crianças na faixa etária de zero a três anos de idade. Para esta clientela não há como ofertar atividades a distância. Outra questão é o acesso as tecnologias e a sua manutenção, considerando a comunidade atendida muitos não têm acesso.
Infelizmente a velocidade da internet no Brasil é precária, isso prejudica muito o interesse por fazer novas descobertas virtuais, além disso, nossa realidade como professora que atua nas áreas mais precárias das grandes cidades, no nosso caso, São Bernardo do Campo, a internet se torna algo difícil, prejudicando alunos em suas descobertas e aventuras pelo mundo virtual.
Vejo que, nesse momento delicado, os educandos, crianças e adolescentes, também precisam adaptar-se adaptar-se, porém, coerente idade, eles não tem método e estratégia para adequarem a um ensino EAD, no entanto, existe uma ânsia , principalmente na educação e sociedade de mudança na Educação e, essa pandemia está aí para nos impulsionar a aprender e ensinar de forma criativa e diversa.
Esse curso do Avamec considerei que foram muitas informações em um curto período de tempo devido a nossa grande demanda com as atividades online e HTPC. Deixo como sugestão que o vídeo foque no máximo em dois assuntos que realmente vai ajudar e contribuir com essa nova forma de trabalhar. Afinal temos que dar conta dessa parte digital e não é incorporado no nosso salário o auxílio para internet. Estou com um computador travando aqui, na maior dificuldade para realizar as tarefas.
Concordo com você Sandra, pois convivo todos os dias com essas crianças com alto risco de vulnerabilidade social, que não tem condições de garantia do básico para sobrevivência humana, muito menos acesso a esses meios de comunicação. Realmente é preciso repensar em Políticas Públicas capazes de atingir esse público.
Este é um momento histórico para toda existência humana.Estamos diante de uma situação imposta por uma contingência de saúde.No entanto, em todas instancias da sociedade houve a necessidade de se adaptar buscando novas formas de coexistência. Na educação, esta é uma realidade que exigiu por parte de todos uma flexibilidade para acessar os conteúdos escolares, reinventando, aprendendo e se comunicando muito mais porque a situação exige por parte de todos um exercício de aprendizado.
Parece fácil lendo o texto, mas fico muito triste e beirando o desespero quando penso que meus pequenos alunos estão entre dois e três anos e a maioria faz parte de uma camada da população não privilegiada, que não possui nem as ferramentas básicas para “estar online”…o que fazer mestres das soluções instantâneas?
Infelizmente, como foi citado acima, nem todos os alunos terão acesso a esta tecnologia e ela não chegará em todas as casas. Porque nem todos têm computador ou celular para isso, muito menos internet.
EAD, para educação infantil e fundamental, no ensino público brasileiro, deixou de ser virtual e passou a ser real…me recordo de 2018, um certo candidato à presidência era favorável à EAD, e nos dias atuais, em vista desta pandemia, estamos vivenciando tal realidade… E. nós professores nunca imaginávamos vivenciar isto, de fato, como no momento que nos esforça mais ainda.
Somente a escola será diferente após essa pandemia que nos pegou de surpresa? Acredito que não. A instituição escola, as empresas, as famílias, tudo irá se reinventar. Estamos vivendo algo inédito, que nos pegou de surpresa, trouxe preocupações e tristeza, porém também nos trouxe uma oportunidade única de viver algo novo, de olhar mais atentamente para os nossos e aperfeiçoar nossas práticas rotineiras.
Essa pandemia nos mostra o quanto temos a aprender, todos os dias temos uma nova oportunidade seja ela nas atividades dos nossos filhos, na execução de uma receita enfim em tudo ah uma aprendizagem …
Este período está sendo difícil para todos, mas elaborando atividades e brincadeira uma educação a distância será maravilhoso para as crianças e disponibilizando meio para todos terem acesso e melhor ainda. Pois temos que pensar nas famílias que não tem recursos tecnológicos ou tem mais não tem acesso a internet.
Dra Luciana: mensagem muito elucidativa e encorajadora. Que possamos todos aprender com as novas tecnologias: alunos e professores. Só me preocupa realmente, saber que muitos não possuem acesso aos instrumentos dessa nova tecnologia. Sem dúvida, os jovens experimentam e conhecem muito sobre internet porque é, primeiramente, para eles um instrumento de comunicação, mas também de aprendizagem, muitas vezes sem se darem conta disto.
Toda mudança traz inquietações,tanto em pais,educadores como nas crianças, é preciso ter muito cuidado ao planejarmos as atividades para que sejam lúdicas, inspiradoras, para não aumentarmos o nível de estresse dos pequenos , adolescentes e adultos.”Reaproxima-los dos amigos ainda que virtualmente , pode devolver um pouco da sensação de pertencimento.” segundo a Educadora Bianca Stock.
Esse momento de pandemia causou muitas mudanças na nossa rotina, mesmo as crianças já desde de cedo saberem manusearem as ferramentas tecnológicas, elas ficaram distantes da escola dos amigos e professores, essa distancia da vida escolar causa uma mudança brusca na sua vida e da sua família. Precisamos ajudar os alunos e as famílias a terem acesso a vida escolar da melhor forma possível e continuarem suas rotinas de forma favorável, e assim não ficarem prejudicados devido essa pandemia.
A sociedade e escola não será mais a mesma depois dessa pandemia.
Quantas mudanças em um prazo tão curto de tempo!!! Grandes serão os desafios e os aprendizados! A tecnologia diminuirá a distância nesse momento de isolamento social, mais nunca substituirá a convivência. Ser presença em tempos de ausências não é uma tarefa fácil para nós professores, porém é necessário sermos resilientes e fazermos o nosso melhor! Nosso trabalho vai esbarrar nas dificuldades do domínio das tecnologias, do acesso das famílias, entre outras. Mais vamos lá!!!
Acredito que o acesso a internet será o maior desafio para que todos possam participar e interagir com as atividades em EAD.
Com certeza a escola jamais será a mesma. Porém a realidade ainda diverge da teoria. A precariedade de instrumentos de trabalho para os alunos implica no desempenho. Os pais inúmeras vezes indispostos e ou incapazes de entender o conteúdo ja administrado. Precisamos repensar a prática.
Dá um frio na barriga, mas vamos com medo mesmo. Sabemos que no final teremos aprendido muitas coisas, o que é bom e o que não é possível. Nunca antes pensei que a caneta da história estivesse em nossas mãos de maneira tão clara. Vamos fazer histórias colegas!
Concordo plenamente com a colocação da professora Flávia, por mais que pareça simples e que temos de nos adequar as novas mudanças, não podemos deixar de pensar no contexto geral, afinal de contas a escola é direito de todos e, no contexto atual, muitos ficarão de fora.
Precisamos nos reinventar, estamos em um momento difícil, utilizar ferramentas digitais não é fácil, mas nesse momento faz-se necessário o único problema é o acesso que temos em casa e mts alunos se quer tem internet.
As mudanças sempre geram desconforto, olhei a expressão de um certo medo e desconforto no semblante dos dos colegas professores, fizemos reuniões online, estabelecemos alguns procedimentos, pensamos na grande quantidade de famílias sem acesso a internet, e também na riqueza que temos disponibilizado dos recursos digitais, e todo esse momento nos leva a refletirmos e nos modificarmos como educadores, realmente não seremos os mesmos de antes.
A desigualdade é muito grande,muitos alunos não tem acesso a internet.
Texto pertinente ao que estamos vivendo no momento; Não estamos preparados para este momento, mas nada nos impede de aprender, afinal o aprendizado é continuo, e como diz uma famosa frase do Cortella ” … faça o teu melhor nas condições que você tem, enquanto você não tem condições melhores pra fazer melhor ainda…”.
Os desafios são imensos e nós na condição de educadores precisamos sempre estar nos reinventando, aprendendo.
A sociedade, a escola, os professores, a comunidade, os alunos, nada será como era antes dessa pandemia e esperamos que muitos aprendam com tudo isso; aqueles que sabia mente sabem aproveitar as oportunidades farão desse momento o melhor. Já dizia uma bela frase “Tudo que acontece de ruim na vida, é para melhorar.””
Nada será como antes, vamos dar mais valor as pequenas coisas e rever muitos conceitos.
Com certeza a escola jamais será a mesma. Porém a realidade ainda diverge da teoria. A precariedade de instrumentos de trabalho para os alunos implica no desempenho. Os pais inúmeras vezes indispostos e ou incapazes de entender o conteúdo ja administrado. Precisamos repensar a prática.
O mais triste é ver que muitos alunos n tem acesso a internet.
A tecnologia neste momento é uma grande aliada, mas será que todos terão acesso garantido? Sendo que muitos não tem comida ou as mínimas condições de sosobrevivência?
Com certeza esse é um momento de quebra de paradigma. Sabemos que não sera fácil e um período de aprendizado para ambas as partes. Acredito que uso da ferramentas tecnológicas poderá auxiliar no desenvolvimento dos alunos e que a união entre escola e família neste momento sera crucial para alcance dos objetivos.
Olá,
É um desafio olhando pela falta de recursos de alguns. Mas, devemos fazer o possível para que tenha bons resultados e alcance sentido educacional com qualidade.
Acredito que a inserção do ensino a distância deve ser prazeroso e, instrutivo ao mesmo tempo. As novas tecnologias estão aí, desde muito tempo, e não é de hoje que algumas instituições já fazem uso desse método. Para as crianças deve sim, haver adaptações para que, as mesmas possam aprender de forma lúdica.
Período de mudanças e temos que respeitar também as famílias, pois se está difícil para nós imaginem para as famílias que muitos não dominam conteúdos e a “mundo digital”.
Tarefas estão sendo enviadas porém a cobrança está muito avançada,exemplo alguns professores solicitam que a criança faça a tarefa no próprio computador,sendo que muitos não são alfabetizados,não dominam a digitação e informática.
Estamos sim,mudando muita coisa com esse período que passamos,mas temos que ser realistas.
Por mais que a tecnologia esteja presente no dia a dia a realidade da familia brasileira e totalmente voltada para o fato de se sustentar pagar suas contas este e o grande desafio alcançar essas pessoas.
Partindo dos estudos que caracteriza a educação a distância como uma forma de transmitir intencionalmente mensagens educativas através dos meios de comunicação, necessitamos entender o trabalho dos educadores, sabendo que para muitos será difícil o manuseio com as tais ferramentas tecnológicas.É preciso, agora com tal demanda investir na formação continuada que deve ser voltadas a aquisição de habilidades.
Muito interessante e discurso bacana, porém independente da pandemia ter aparecido, como dito no texto, a tecnologia já estava aí, já podia ter tido uma formação para os professores, descobrirmos sozinhos em casa e com recursos próprios, é bem complicado. Não temos suporte e a plataforma não é simples.
É muita etapa, a página nem sempre está disponível. Uso celular, a internet do mesmo. Não tenho computador e a secretaria não fornece material nenhum. Difícil!!
É complicado adaptarmos aulas para educação infantil, pois a socialização o afeto a interação é muito importante para os pequenos, sem contar o brincar, o explorar, é difícil passar para os familiares como fazer isso, um teatro via face ou via zap, não é a mesma coisa que estar ali presente com eles, como diz o texto acima.
Não, a escola jamais será indispensável. A convivência social é inerente ao ser humano e fundamental para desenvolver competências socioemocionais.
Compartilho com a amiga Flavia toda a indignação quanto as diferenças sociais, A pandemia trouxe á tona o que os governantes não fizeram em décadas de mandato e hoje temos que os adequar, porem a sociedade não esta preparada.
A tecnologia faz parte do nosso cotidiano e as crianças tem acesso. Nós educadores precisamos de orientações e formações para iniciar as aulas utilizando as tecnologias.
Muito importante o texto salientar a questão das competências socioemocionais porque não adianta o professor construir um material bacana para as aulas EAD e o aluno não conseguir se organizar, ou ter tranqulidade para cumprir as propostas
A escola e a sociedade serão vistas e analisadas no pós pandemia, acredito que essas mudanças serão melhores, temos a oportunidade de desenvolver projetos e repensar nos já existentes para nos readaptarmos e com certeza isso será muito benéfico.
Para que o acesso as tecnologias sejam uma realidade, é preciso garantir condições de acesso à todos, fornecendo inclusive equipamentos. Sabemos que isso está longe de ser uma realidade.
Acredito e espero que não só a escola, como também a sociedade sejam diferentes, que nos sejamos pessoas melhores. Sei que perante a situação a escola precisa se reinventar, precisa da nossa dedicação, mas o que me preocupa é a acessibilidade de todos, na prática vai ser bem complicado.
Estudar à distância é o que temos pra hoje, mas não será fácil. Muitos nem acesso à internet não tem.
Realmente podemos garantir a inclusão de todos os alunos com o uso dos recursos digitais? Li muitos comentarios nas redes sociais, a favor e contra esse tipo de ensino, uns até preconceituosos, “As familias pobres podem não ter comida, mas com certeza tem um celular.”
Penso que ter um celular não quer dizer ter acesso a internet, eu tenho um trabalho, sou uma professora, e muitas vezes não acesso a tenho internet, sem uma rede publica ou por ter acabado os dados moveis.
Para que o acesso as tecnologias sejam garantidas à todos, é preciso dar condições as famílias, fornecendo inclusive equipamentos. Acredito que poucas possuam uma internet que garanta isso.
O texto nos leva a refletir sobre o que de fato estamos vivenciando durante essa pandemia.
As palavras: reinventar, desafios sempre estiveram presentes na Educação o tempo todo e agora elas aparecem com mais força. É preciso seguir e com certeza tudo isso será visto no futuro como um grande aprendizado.
Boa tarde a todos. essas informações estão sendo muito importantes para nós ajudar nesse momento tão especial do nosso planeta. Necessitamos nós reinventar, reorganizar para que esse aprendizado continue sendo aplicado depois que tudo isso passar.
obrigado Fernanda
É um momento difícil, porém há muito o que aprender. Há escassez e também há abundância. Sendo assim é necessário que cada um tenha um olhar sensível para tal momento e procure fazer o seu melhor em todos os sentidos.
a desigualdade diante dessa pandemia está gritando, está escancarada, os políticos alguns preocupados, outro talvez preocupados com a próxima eleição, os pais, coitados, muitos com tantas preocupações muitos desempregados, a fome e a dificuldade batendo em muitas casas, nem vou chamar de lar, e a escola diante disso? preocupada em transmitir conteúdo, seguir as normativas, será mesmo que os familiares têm estrutura psicológica, conhecimento e recursos tecnológicos para acompanhar tudo isso?
Diante dos acontecimentos reinventar é importante para nos fortalecermos .Mas garantir o acesso a todos se faz necessário
Diante no novo cenário,que estamos de isolamento social ,devido ao novo coronavirus.Acredito que após essa fase e o retorno pós pandemia,traremos novos aprendizados,novas experiências.Vivenciamos momento de angústia,medo e inquietudes. Mas sairemos dessa….Tenho certeza.
Concordo com a fala da Soraya Cerino,quando ela relata sobre a falta do convívio que as crianças estão sentindo.Infelizmente é o que torna esse momento difícil.A interação online é necessária.Mas o brincar juntos é essencial.
A colega Flávia foi muito feliz em suas colocações a meu ver. A modalidade EAD já faz parte da educação há algum tempo, contudo agora é a única possível. Deixou de ser opção para ser o meio. Contudo, sabemos que na rede pública a equidade social não é fato, infelizmente, e essa questão é muito preocupante, pois possivelmente muitos já são privados de tantas coisas… Não podemos excluí-los ainda mais. Não seria justo! Esse equilíbrio é muito delicado e ninguém pode ser deixado de fora.
De fato, toda esse situação está nos levando a reflexões diárias, atreladas a momentos de extrema incerteza, insegurança e medo. Mas, em contrapartida, vem a esperança na capacidade de reinvenção, inerente ao ser humano, e daí surge a luz do fim do túnel. Nessa luz está a Escola com seus profissionais sempre dispostos a encarar e vencer os desafios, e as crianças sedentas por descobertas e aprendizagens. Como aliados esperamos poder contar sempre com as famílias e as tecnologias. A história dirá
Está sendo um momento desafiador, mas que também nos trará grandes aprendizagens.
Sinto apenas por saber que no nosso país a tecnologia não é uma realidade presente na vida de muitas de nossas crianças, e isso com toda certeza será nosso maior complicador para levar a continuação pedagógica do ano letivo a todos.
Mas, são os primeiros passos para uma inclusão digital na educação.
Este será um grande desafio, não só para professores mais também para pais e alunos, pois nem todos tem acesso a internet, facilidade na utilização e recursos necessários.
O momento já é de muita dificuldade, portanto, não acho razoável ficarmos apontando as adversidades e sim encontrarmos soluções para continuarmos da forma mais viável. Agora é hora de unir forças e fazer o nosso melhor, não esquecendo que também estamos aprendendo. Falamos tanto em atender as diferentes comunidades escolares e suas realidades, creio que cada escola encontrará o melhor caminho!
Acredito que muitas mudanças irão acontecer, precisamos de apoio neste momento tão difícil.Acredito que me preocupo com as pessoas que não tem acesso fácil a internet, para corresponder a todas as atividades que serão elaboradas, aqueles que não tem condição como irão acompanhar? E as crianças com necessidades especiais neste momento como será este recurso? E qual será o tempo de formação para os professores se apropriarem deste meio em tão pouco tempo? agradeço e aguardo um retorno.
Muito produtivo esse texto,faz nós educadores se reinventar,e repensar nas novas práticas e pensar nos Pais,alunos e professores.
Tempo de se reinventar. O novo nos amedronta, porém está me fazendo crescer em alguns segmentos que eu achava que não seria capaz. temos que nos permitir a isso. Percebo muitos professores que não “gostam” de mexer no que está dando certo. Mas agora a questão que não temos outra saída. Trabalhar com a tecnologia está sendo difícil, gostoso, cansativo mas está dando certo. O foco agora é colocar nosso alunado para pensar mais e desafiá-los a mostra que existe muito mais do que jogos no celular..
Já tento colocar em prática em sala de aula o uso da tecnologia, mas percebo que os gestores não estão preparados tbem para tal, novidade que para muitas crianças não tem nada de novidade. Incluir a criança ao século que ela vive, proporciona alegria e envolvimento as mesmas nas questões escolares.
Sabemos que neste momento é muito importante usarmos esta dinâmica de aprendizagem em ambiente virtual, é um desafio para nós professores, porém será maior ainda para os pais e alunos, portanto, não tem como não nos preocuparmos se iremos garantir a inclusão dos alunos em condições sociais mais desfavoráveis, principalmente por sabermos que estes alunos representam a maioria nas escolas publicas.
Concordo plenamente com a Flávia e ainda enfatizo que toda essa situação nos obriga a aprender se comunicar virtualmente, mas o povo cada vez mais tem dificuldade ao acesso, por estarem preocupados com a pandemia que a cada dia se agrava mais e mais ,chegando próximo aos nossos familiares e também por estar diminuindo os recursos financeiro e já ter muita gente passando dificuldades financeiras e até fome.
“Dias que não deixaremos para trás” já dizia um verso da música interpretada pela banda Jota Quest.
Importante olharmos para tudo que está a nossa volta e refletirmos sobre como tudo isso nos modificará e como queremos que isso aconteça, pois não dá para dizer que voltaremos a trabalhar de onde paramos, que voltaremos a ver nossos amigos, colegas de trabalho, familiares como se nada houvesse.
O lado bom de tudo isso é a oportunidade de poder dentro do meu planejamento experimentar novas ferramentas, não que eu não fizesse ou não tivesse vontade e oportunidade, mas agora a ausência dos alunos e das aulas presenciais nos obriga.
O conteúdo aqui apresentado, expõe a realidade na qual grande parte sociedade tem utilizado, tanto para fins sociais, educacionais , profissional, comunicação e entretenimento. No entanto é preciso pensarmos que há uma desigualdade no que se trata esse assunto. Haja vista as barreiras socioeconômicas que separam os indivíduos e suas possibilidades. Nem todos têm acesso , nem todos têm condições de aprendizagem para manusear tais ferramentas .
Com certeza a tecnologia está presente em nossas vidas e devemos sim usá-las no processo de aprendizagem. Temos diversos recursos excelentes para propor atividades atrativas e significativas. Com esse momento de pandemia que estamos vivendo, tivemos que nos adaptar em 24 horas praticamente, usar as rede sociais no dia a dia com amigos e familiares é simples, agora pensar, elaborar e concluir atividades para nossos alunos requer muitos cuidados e manejo com todas as ferramentas ofertadas.
Acredito que todos, sem exceção, teremos que nos empenhar e nos adaptar a este novo tempo. Dificuldades e obstáculos teremos, porém, sairemos mais fortalecido. Pensar e discutir o futuro da educação é essencial, para construir um mundo melhor.
A Educação a distância é uma forma eficiente para o momento em que estamos vivendo, porém quando se trata de crianças de creche e a importância do que aprendemos sobre protagonismos desses pequenos, fica difícil sua interação por meio de vídeos, pois sua presença no espaço junto aos colegas faz acontecer a experiência com a proposta que lhe é ofertada.
veronica
O complicado é garantir o acesso de todos por que isso não depende dos professores.
Se nem os professores tem recursos. Como ?
Muito bonito, mas na prática não temos suporte pra tanto.
Delegar, organizar plantões, planejar, desenvolver tarefas colaborativas, colocar o aluno como protagonista, evitar frustração e estresse nos mesmos, propor atividades simplificadas, garantir experiências sócio emocionais, são cuidados e procedimentos primordiais, porém entre todos o mais relevantes é garantir a inclusão de todos os alunos, pensando nas possibilidades de acesso , na diversidade e especificidades educacionais de cada um!
O corona vírus já mudou nossas vidas, e temos que nos adaptar as contantes mudanças que iram surgir. Ainda bem que a natureza nos fez seres adaptáveis, e outra, parece que o brasileiro sempre teve que lutar pela vida e sobrevivência nesse país tão desigual. É como todos estão falando ” o mundo não será mais igual”. Lamentável que foi súbita essa mudança. Agora temos esses desafio de permanecer em casa e de casa tocar nossas vidas através da tecnologia.
Situações extremas faz que busquemos novas formas de proceder diante da realidade, isso é fato. Com certeza não seremos mais os mesmos após essa pandemia. Mas, minha preocupação são com aqueles que sempre precisaram de olhar diferenciado devido suas carências e necessidades. Nesse grupo incluo as crianças com necessidades especiais, elas sempre foram nosso foco de preocupação quanto à inclusão. Precisamos pensar numa forma de não deixar ninguém para trás.
Precisamos pensar que um recurso tecnológico, nunca substituirá as interações sociais, seja em quais locais elas se realizarem. O convívio e o aprender juntos devem mediar qualquer forma de aprendizagem, portanto antes de escolhermos os recursos digitais devemos refletir sobre quais formas de interação entre escola e família que privilegiarão as crianças em suas aprendizagens. Não se trata de transferir a escola para dentro das casas de nossos pequenos a escola como ela é.
O texto é maravilhoso para quem trabalha com crianças maiores e adolescentes mas não fala da minha realidade que no caso é a creche. O desafio para quem trabalha com crianças de 0 a 3 anos será, sem sombra de dúvidas, o maior.
Ok, no comentário anterior meu nome saiu com letra minúscula e tem uma foto no perfil que não sou eu e também não foi eu que coloquei. Como faço para apagar ?
Acredito que após esse período pandêmico que estamos vivendo, a Educação jamais será a mesma e exigirá mobilizações para as necessárias transformações. .
Espero realmente, que façamos reflexões com mais frequência sobre o que realmente é importante ensinar, como, quando e para quem. Que possamos realmente fazer a diferença na vida de nossos alunos e quebrar o ciclo da proliferação das desigualdades sociais .
A escola, os alunos, o mundo… Nada será como antes. Nós professores estamos aprendendo muito nesse momento e compartilhando saberes.
Com certeza, o mundo nunca mais será o mesmo. A nossa expectativa é que isso tambem se aplique à distribuição de riqueza, fazendo com que tudo seja mais acessível a todos, especialmente o acesso ao uso de tecnologias pela classe mais pobre.
Estamos vivendo um momento único, o isolamento social, onde temos que inovar e aprender a usar novas ferramentas para contribuir no desenvolvimento do nosso trabalho pedagógico, contando agora, mais do que nunca, com a parceria da família. E uma coisa é certa : a escola nunca mais será a mesma.
Pensando ma realidade sócio- economica dos meus alunos.A angústia é sabee que por mais que se planeje , elabore , envolva nao temos garantias de acesso do aluno aos recirsos dosponiveis .Numa perspectiva muito otimista, se alcançar 50% ja será um bom resultados.
Realmente estamos vivendo um momento muito difícil de isolamento social. É preciso se reinventar, procurar estratégias para conseguir atender a todos, novos desafios estão sendo lançados mas não podemos esquecer das grandes dificuldades encontradas no caminho.
Temos que nos reinventarmos para darmos conta, mas acho positivo. Sairemos mais sabida dessa quarentena.
Ao ler várias este texto confesso que este momento ´´e de grande desafio , mas que valerá apena pois poderemos enxergar várias possibilidades para otimizar a educação .Distanciamento serve para reinventarmos a forma de ensinar e aprender . E nós professores deveremos mais do que nunca pensar no conteúdo que vai chegar até este aluno, como os pais poderão auxíliá-lo e cumprir prazos e ao mesmo tempo o que vai aprender e como aprender de forma signifi.
Na momentos em que nos encontramos hoje, foi a melhor ferramentas para resolver a atual situação e assim transmitir conhecimentos e aprendizagem aos alunos.
Em tempos de crise muitas soluções surgiram , mas muitas ainda precisam ser alcançadas no real cotidiano das escolas. Não estamos preparados ainda. Professores e gestores precisam ser formados e treinados para utilização de tantos recursos tecnológicos. Agora, às pressas, apesar de termos um pequeno investimento nas formações contínuas, tivemos que correr atrás em nome do bem comum e atingir minimamente nossa comunidade com os recursos que temos. Quem não se sentia preparado,se “virou nos 30.”
A pandemia trouxe questões muito importantes para o desenvolvimento escolar e reflexões sobre os recursos oferecidos aos profissionais, para a realização de atividades digitais, que na escola publica são completamente escassos, aos professores não é ofertado um suporte digital adequado, no qual atualmente um computador conectado a internet, ferramenta mínima para a realização de pesquisas e elaboração de atividades, a escola publica não garante esse suporte ao professor. Vale refletir sobre.
não consegui ler todos os comentários, mas o que é uma constante , é a cerca da desigualdade social, de nem todos dispormos dos recursos digitais necessários para o minimo possível de aprendizagem a distância, claro que sempre haverá dificuldades, mas também é bastante louvável que já tenhamos algumas propostas, algo com o qual possámos iniciar…obviamente que nem todos terão o mesmo aproveitamento, pior seria ainda se não tivesse os recursos que hoje dispomos.
As questões socioeconômicas ainda é um abismo na sociedade atual e faz com que o ensino seja discrepante. o saber se dá na interação com o outro. Mediar saberes técnicos e científicos, os colegas professores tiram de letra, ainda que não dominem as ferramentas citadas no texto. Já a socialização fica como? As crianças de creche e educação ficam como condicionados na sala/quarto de suas residências. Essa pandemia não irá trazer maior equilíbrio e consciência, ela vai oportunizar o “homeoffice”.
Como está sendo uma novidade e necessidade no momento, temos que ser positivos quanto ao novo desafio, porém há várias perguntas e uma delas é: realmente como garantir essa qualidade , sendo que para várias famílias, existe uma realidade de condições sociais desfavoráveis para certos recursos digitais e materiais para enriquecer as propostas. Como garantir ?
Gostei das dicas,o grande desafio é incluir os que nao tem acesso as tecnologias.
Com o aumento do perÍodo de isolamento, muitas famílias estão cada vez mais preocupadas com a situação financeira, muitos sem empregos e até com faltas de alimentos em suas casas, sabemos que a tecnologia digital não faz parte da maioria das pessoas que não possuem internet em casa e nem tem acesso a esses recursos. É necessário que todos possam ter esse direito garantido, fazendo uso dessas tecnologias mesmo após essa quarentena, já que ocorrerão muitas mudanças nesse novo formato de ensino.
Acredito que esta situação de pandemia pela qual estamos passando será um marco para a reinvenção da escola.
Nossos educandos nasceram na era digital, mas estudam numa escola ainda analógica. Agora será a oportunidade de nos reinventarmos e adotarmos práticas da era digital e as introduzirmos em nosso fazer pedagógico.
A escola e a persona do professor são insubstituíveis. Porém, com novos recursos digitais, conseguiremos atrair mais a atenção dos estudantes e desenvolver suas habilidades.
Compartilho da preocupação com aqueles alunos que não tem acesso à internet, ficando assim excluídos do uso dessa tecnologia. Tecnologia essa ,que deveria dentre outros serviços públicos, ser acessível, com estrutura e organização para realmente ser um instrumento de formação de todos alunos, neste momento em que todos estão por questão de saúde pública, impedidos de compartilhar os espaços físicos. A escola física é fundamental na formação do cidadão.
Já estamos usando as tecnologias para auxiliar a aprendizagem remota de nossos alunos em nossa escola.As famílias tem sido parceiras;Tirando dúvidas, recebendo orientação sobre as tarefas e intervenções da família nas atividades propostas. Recebem acolhimento e orientação para não gerar ansiedade e desconforto. Infelizmente o acesso não é universalizado. Gostaria que todos os meus alunos e dos demais tivesse o direito de forma efetiva.
A minha preocupação é a de que as ferramentas digitais aumentem a exclusão dos que não possuem acesso a essas mídias. Já passou da hora da internet ser um bem e não um produto que só alguns podem consumir.
Repensar o uso dos recursos digitais é essencial neste período, mas também se faz necessário que o processo iniciado continue no pós-pandemia, sem simplesmente colocar de lado, e pensar em retomar de onde foi parado antes do uso de todas essas ferramentas. A mudança de paradigma tem que ganhar força, e permanecer numa crescente .
Concordo com o discurso. Acredito que é esse o caminho que devemos seguir
Essa pandemia mexeu com a vida de todos e de todo mundo. Vivemos numa era digital e isso , está ajudando muito, estamos fazendo reuniões on line, e agora , aulas on LINE. Nos professores tivemos que aprender essa nova modalidade. Minha maior preocupação é o acesso de todas as crianças a essas vídeos aulas. Vivemos num país bem injusto, onde a qualidade da educação são para poucos.
Acredito que a rotina de retorno as aulas será com novo aprendizado com o auxílio de novas tecnologias que o grupo de professores no dia-a-dia, até então, não tinha o conhecimento e adaptação no trabalho.
Estamos vivendo tempos difíceis e o estado emocional esta abalado… não é fácil lidar com tudo isso. Mas é como as professoras ja disseram , precisamos estar dispostas para nos reinventar.
Concordo que a educação não será a mesma e, acredito eu, que o grande desafio será como desenvolver a autonomia do educando para que ele consiga fazer as perguntas mais adequadas a sí mesmo, tornando-se um agente cada vez mais otimizador de sua aprendizagem.
Temos nos esforçado para oferecer conteúdos de qualidade aos alunos e tenho acompanhado as famílias tentando suprir as necessidades dos alunos, mas iniciamos este trabalho sem tempo pra testes, é muito assustador pensar que essa é a chance, essa é a hora.
Tudo já mudou…basta agora nos adaptarmos a nova realidade e continuar oferecendo ensino de qualidade.
Acredito que a maioria dos estudantes tem acesso a internet, mesmo não sendo diário. Mas os que não tem acho interessante a escola imprimir as atividades e pedir aos pais ir buscar uma vez por semana, até a pandemia passar. Nós não seremos mais os mesmos, nos reinventamos o tempo todo.
O novo realmente faz-se necessário e também, na mesma proporção, assusta e muito a todos nós educadores, educandos e famílias, porém precisamos lembrar que realidades são diferentes, aprender e fazer acontecer tudo ao mesmo tempo garantindo qualidade, acesso e participação, tudo junto, me parece meio utópico. Com certeza todos estão se empenhando e fazendo o melhor. Que tudo isso que estamos vivendo não seja em vão, que o acesso às tecnologias seja para TODOS.
NOSSA, QUE INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO! TUDO MUDANDO.
Vamos nos preparar.
Chegou a hora, a educação vai se reeinventar.
As tecnologias são de suma importância nesse momento que estamos vivendo, uma ferramenta de extrema necessidade, pena que ainda enfrentamos a falta desse recuso por parte de algumas famílias dificultando o acesso aos estudantes.
Sou professora de escola pública e periférica e sem bem das dificuldade encontradas nas comunidades.
Fazer com que os alunos acompanhe as aulas mas como… A realidade da base social se tiver a internet é de dados, não tem como pagarem uma internet. Se o fizerem deixam de comer. O Brasil não é o que vemos nas redondezas das nossas casas. O verdadeiro Brasil é de fome e miséria, com sapato furado para alcançar o desejo de estudar.
E os deficientes?
Como a tecnologia vai fazê lo aprender se a presença física do outro é o fator fundamental para a intervenção e vinculado para o aprender?
Ao criar uma rotina, conseguimos estabelecer um momento onde todos estarão fazendo seus deveres e ficará mais fácil equilibrar os papeis dentro de casa, onde somos pais, professores e donas de casa, tudo ao mesmo tempo.
O momento que estamos passando exige mudanças e adequações em todas as áreas, inclusive na educação. Mudanças geram aprendizado. É importante que os professores tenham a parceria das famílias, pois trabalho em uma creche e todas as atividades realizadas necessitam que os pais tenha comprometimento com a escola e incentivem seus filhos a participar, mesmo que online das atividades propostas.
Também é fundamental que o governo e os municípios possibilitem as famílias terem acesso a internet.
Algumas mudança ocorrerão, mas a educação sempre esbarra na desigualdade social, dando oportunidades a quem tem mais condições financeiras, com mais oportunidades, acesso e permanência nos estudos. Para alguns alunos essa situação de pandemia irá trazer benefícios, estreitar relacionamentos, com inclusão digital escolar. Enquanto os alunos mais carentes e que mais precisam levará ao distanciamento e exclusão com uma evasão escolar digital. A ideia é ótima mas a prática distante da realidade.
Este é um momento para repensarmos nossas práticas e com muitos desafios também para as famílias. ” A escola nunca mais será a mesma”…é um momento delicado e desafiador para toda a equipe escolar. Precisamos de suporte técnico e tudo aconteceu muito rápido, sem tempo para aprendermos a lidar com esses recursos e a educação infantil fica prejudicada. Me questiono como as crianças que não tem acesso à internet poderão aprender neste formato? Afinal crianças bem pequenas necessitam do brincar…
Por mais que nós professores pensamos em atividades diferenciadas para incluir todos os alunos, a desigualdade fica ainda mais evidente com projetos de educação remota, pois sem internet, computadores, um lugar adequado para estudar e muitas vezes sem merenda, pois essa a realidade da escola pública.
Trata-se de um tema difícil, pois nem todos terão facilidade e acesso à internet.
A questão de garantir acesso a todos é muito complexa, pois esse poder não está nas mão dos educadores. infelizmente existem muitos alunos que não tem acesso a tecnologia em casa por não ter recurso esse tempo.
O acesso à informação neste momento de pandemia faz toda a diferença. A minha preocupação está com os educandos excluídos: o desafio está em como promover a equidade em meio à tanta desigualdade. Nisso reside o desafio docente.
Pensar em uma proposta de ensino remoto é difícil, principalmente para as unidades escolares que atendem as comunidades carentes, o que é o caso da UE em que atuo. E a efetivação de forma eficiente dessa proposta enfrentará vários desafios, desde a dificuldade de acesso dessas famílias aos recursos digitais até a dificuldade dos próprios educadores para se apropriarem desses recursos em tão pouco tempo.
O tenho observado com relaçao a aulas online e todos os recursos disponíveis no momento …ainda estamos aprendendo a utilizar toda essa tecnologia, acredito que para as famílias também será um grande desafio, estamos todos ficando extressado com tantas informações.
Percebo que a escola está passando por mudanças e quebrando paradigmas com o sistema de ensino, buscando no EAD, um recurso emergencial para todos os estudantes. Porém nossa sociedade trás consigo uma desigualdade social muito grande, impedindo as famílias mais desfavoráveis acessar e até participar desse momento em que a tecnologia assumi um papel importante em intermediar nossas relações sociais.
Acredito e espero que o mundo ao retornar em sua normalidade muda sua ações com a humanidade.
Acredito que estamos fazendo um trabalho bem , feito , porém em nossa rede de ensino , há muitas crianças que ainda não tem o acesso a internet ,precisamos pensar nesses alunos , a comunidade que trabalho , por exemplo é uma das mais carentes da cidade , mesmo sabendo que estamos buscando o melhor recurso para atender as crianças nesse momento , precisamos sempre como educador , pensar na equidade.
No meu caso, que sou professor da EJA – educação de jovens e adultos – é ainda mais complicado. Infelizmente esse texto não aborda tanto a realidade da EJA. Mas imaginem os alunos com pouco ou nenhum acesso a tecnologia, tendo ainda de sustentar uma família , ajudar os filhos e sobreviver a uma pandemia. É uma situação ainda mais complicada.
Otima discussão, podemos entrar em todo um mundo novo que se descortina a nossa frente. Vamos juntos!
concordo com a professora qundo disse que na prática a situalçao e a realidade é outra.
Bom dia, muito motivador o texto, além deão tudo desafiador, mas o seu real sucesso, está ligado ao contexto de cada região, bairro….como fazer com aqueles, que não têm acesso nem ‘a uma internet de sinal fraco, ou aos meios, aparelhagem… como é a realidade da maioria, onde leciono atualmente, ou seja, alguns terão o privilégio de estarem engajados nesse novo normal, a maioria não, para esses como fica…
A pandemia escancarou o analfabetismo digital e tecnológico existente no Brasil, professores, alunos e a sociedade no geral demonstrou ter total desconhecimento dos recursos digitais existentes.
Não acho que a escola vai mudar nem tão pouco a sociedade. Para que tal mudança aconteça na escola tem que ter investimento real. Se estamos falando de mudança significativas.
As novas ferramentas são muito boas, mas o acesso a elas ainda está restrito.
Nem todos tem rede sociais.
Boa noite!!!
Estou tendo dificuldade para responder a tarefa. Não encontro.
Alguem poderia me ajudar
A pandemia tem um lado positivo: oportunizou os professores a entrarem em contato com os recursos digitais e se apropriar deles para o seu trabalho.
Excelente texto e argumentos muito eficaz.
Muito interessante e fundamental para o desenvolvimento.
Excelente
Para esse trabalho remoto que estamos realizando, temos que usar nossa internet, celular computador etc. Tive que comprar outro celular, pois o antigo esgotou. Não recebemos nenhum suporte para isso, apenas críticas.
Que passamos cada vez mais aprender como usar as tecnologia ao nosso favor, mas como dito no texte, manter concomitantemente a interação social.