Na primeira vez que o Porvir falou de ensino híbrido, lá pelos idos de 2012, não sabíamos nem como chamar essa tendência. Foi no site de uma organização chamada Innosight Institute que as coisas ficaram mais claras. O tal blended learning, que estava pipocando aqui e ali, se referia à mescla do ensino presencial com o virtual, dentro e fora da escola. Com essa integração de oportunidades de aprendizagem que a tecnologia proporcionou, os alunos passariam a ver mais sentido no conteúdo que lhes era apresentado, teriam acesso a um aprendizado mais personalizado às suas necessidades, seriam estimulados a pensar criticamente, a trabalhar em grupo. Um mundo de oportunidades se abria.
Dois anos depois, o ensino híbrido já se consolidou como uma das tendências mais importantes para a educação do século 21. Um dos especialistas internacionais que tem ajudado na disseminação dessas práticas e na análise de como o fenômeno tem se manifestado em diferentes redes de ensino é Michael Horn, que em 2008 escreveu com seu professor em Harvard, o renomado Clayton Christensen, o livro Disrupting Class: How Disruptive Innovation Will Change the Way the World Learns (Classe disruptiva: como a inovação disruptiva vai mudar a forma como o mundo aprende, em livre tradução), no qual abordava o nascimento de uma nova forma de fazer educação. Horn tornou-se cofundador do Innosight Institute, que em 2013 passou a se chamar Clayton Christensen Institute.
Leia mais:
– Tecnologia ajuda professor a aprender com professor
– Formação do professor é o maior desafio para uso de tecnologia, mostra estudo
– Tecnologia na educação: recomendações e experiências
– Personalização: Como colocar o aluno no centro
Em entrevista ao Porvir, o norte-americano, que tinha experiência na área pública e na de negócios antes de enveredar pela educação, diz considerar que o ensino híbrido é a única forma de se promover a transformação em redes de ensino. Dissse ainda que essa abordagem é capaz de oferecer ao aluno tanto o conhecimento quanto a oportunidade de desenvolver as habilidades de que vai precisar para ser bem sucedido na vida. “O ensino híbrido abre espaço para trabalhos em equipe, pensamento crítico como nunca antes”, afirmou. Para Horn, que será um dos palestrantes do Transformar 2014, o ensino híbrido tem também trazido à tona discussões sobre avaliação e organização dos alunos por idade e série.
Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista.
O que você chama de inovação disruptiva em educação?
A palavra “disruptivo” tem sido tão usada que seu significado real tem se perdido. A disrupção é algo muito específico. Significa que uma inovação transformou algo que era caro, complicado, centralizado e inacessível, que só servia a um número limitado de pessoas, em algo com um preço muito mais acessível, conveniente e simples, que pode servir a muito mais gente. As inovações disruptivas em educação são sempre muito primitivas em seu início. Elas não começam como rupturas muito fortes. Elas vão melhorando e se aprofundando com o passar dos anos.
Existem muitas diferenças entre o que se chamava de disruptivo em 2007, no início do Innosight Institute, e agora?
Não. A disrupção sempre terá a ver com o ensino híbrido. Na educação básica, pelo menos. Na superior é diferente. No livro Disrupting Class ainda não usávamos o termo ensino híbrido, mas três ou quatro outros nomes. Agora o vocabulário amadureceu e é mais fácil falar de ensino híbrido.
Por que você acredita tanto em blended leaning?
Nosso sistema educacional, não apenas nos EUA, não foi construído para otimizar o aprendizado para cada aluno. Foi construído como uma indústria para atender a um grande número de alunos. Funcionou bem numa economia industrial, mas [não] na economia do conhecimento, quando se questiona por que o modelo não serve a muitos alunos. O sistema [educacional] está fazendo exatamente o que ele foi programado para fazer. O que temos visto consistentemente é que a inovação disruptiva é o único jeito confiável de se transformar o sistema. A coisa mais legal do ensino híbrido é que você pode personalizar o ensino para diferentes necessidades dos alunos.
Que bons exemplos práticos você já tem visto acontecer, especialmente em grandes redes?
Temos visto distritos do país inteiro se engajarem mais profundamente com o ensino híbrido. A cidade de Nova York, Houston, Miami Dade… São grandes distritos que estão fazendo dessa metodologia o centro de sua estratégia de transformação. Em uma escala menor, temos outros, como o Quakertown Public Schools in Pennsylvania. Temos também a Florida Virtual School, que é um distrito de escolas públicas que está servindo centenas de milhares de estudantes não só na Flórida, mas no mundo. Existem alguns sinais de esperança.
Já dá para ver como o ensino híbrido tem mudado a vida das pessoas individualmente?
Conheci algumas boas histórias. Estava em uma escola de ensino médio que adota o ensino híbrido em Utah. Eles tinham lá uma jovem que era totalmente desestimulada. Ela me disse: “Pela primeira vez, o professor está me ensinando individualmente, não para a turma inteira. De repente, estou aprendendo o que eu preciso. Percebi que sou alguém que importa e que pode ter sucesso”. E agora ela, que não tinha muita esperança na vida, falava pela primeira vez em ir para a universidade. Outro grupo muito beneficiado com o ensino híbrido é o de alunos com necessidades especiais. Cada aluno tem um plano individual de aprendizagem, então eles não se sentem diferentes, eles se sentem mais pertencentes ao grupo.
É uma questão de aumentar a autoestima e a noção de identidade, certo?
Identidade é grande parte disso. Faz diferença dizer a todos que eles importam, que vamos buscá-los onde estiverem e que vamos ajudá-los a serem bem sucedidos. Tenho uma história da Summit. A Diane [Tavenner] fala sobre um aluno que tinham que ido mal em toda a sua vida acadêmica. No modelo que adotaram na escola, os alunos precisam dominar os conteúdos para avançar [os alunos têm acesso primeiro ao conteúdo por um programa de computador]. No primeiro dia de aula, esse aluno ficou apenas sentado, não fez nada [no programa]. No segundo dia, nada. No terceiro, ele levantou a mão e disse: “professora, acho que não estou evoluindo”. Ela perguntou por quê. “Na escola anterior, eu ia para a aula e o professor falava as coisas. Eu não entendia o que ele dizia, mas todo dia era uma coisa nova. Então eu evoluía. Agora, nada está mudando e ainda estou parado no mesmo lugar”, ele disse. “É porque agora você tem que fazer alguma coisa”, respondeu a professora. Esse sentimento de que o aluno precisa dominar, ser persistente, que ele é o dono daquilo é o que acontece num ambiente de aprendizagem.
E isso tem a ver com as competências para o século 21?
No século 21, você tem que ser capaz de aprender a vida inteira, de encontrar materiais de diferentes fontes. Os empregos estão mudando tão rapidamente, é preciso aprender a aprender. O ensino híbrido bem-feito – e não são todos os modelos que fazem – diz: “você é o dono do seu próprio aprendizado”. O ensino híbrido abre espaço para trabalhos em equipe de forma como nunca antes havia sido possível, abre espaço para o pensamento crítico. As pessoas passam a dominar os assuntos a partir de aulas virtuais e aprofundam esse conhecimento com seus professores com perguntas importantes.
E o que garante que o ensino híbrido seja bem-feito? Com o que devemos nos preocupar?
Precisamos nos preocupar em dizer que o conhecimento ainda importa, mas só o conhecimento não é suficiente. Devemos nos preocupar em analisar, avaliar, ter o domínio do próprio aprendizado, trabalhar em equipe, conectar o conhecimento a problemas da vida real para que o aluno entenda por que ele é relevante. Isso quebra o argumento de que o conhecimento não importa e o que importa mesmo são as habilidades. As pessoas que defendem o conhecimento diriam: “não é possível desenvolver habilidade a menos que você tenha conhecimento”. A melhor coisa do ensino híbrido é que podemos ter os dois.
E se formos apontar questões de infraestrutura?
Você precisa ter banda larga, uma boa conexão com internet. Nos EUA, estamos falando hoje em 100 megabits por segundo. Até 2020, será 1 gigabite por segundo. Mas o que temos visto é que escolas inovadoras estão descobrindo como fazer o ensino híbrido acontecer com muito menos. Em termos de número de equipamentos, existe muita flexibilidade. Se você tem 30 crianças, você pode ter de 8 a 10 aparelhos. Você não precisa de um para cada. Isso é legal, mas não é necessário. Cada vez mais, com esses equipamentos ficando mais baratos, mais estudantes terão um eles mesmos. BYOD (sigla para Bring Your Own Device, ou Traga o seu próprio aparelho) será parte disso.
Voltando ao assunto das habilidades para o século 21, como promover uma educação baseada em competências aliada ao ensino híbrido?
O ensino híbrido é a ferramenta que personaliza a educação, tanto nas “competências duras” [conhecimento] quanto nas transversais. Uma educação baseada em competência trabalha com a noção de que os estudantes só podem avançar quando eles realmente dominarem um conceito. Você não avança de acordo com a hora do dia, mas de acordo com o que você sabe. É muito difícil ter uma educação baseada em competências, a menos que você tenha ensino híbrido. Eles são primos, mas não são a mesma coisa. Você pode ter um ensino híbrido ruim e nada de desenvolvimento competências e você pode ter um ensino baseado em competências sem o ensino híbrido, mas é muito difícil de fazer em escala.
Isso muda a forma como os professores gerem sua sala de aula.
Sim, muito. Antes, os professores davam uma aula para a turma inteira. Agora, eles podem ter 30 alunos em 30 níveis diferentes. Sua tarefa é muito mais ser um designer do aprendizado de cada aluno e avaliar para ver se estão dominando o assunto. Eles são assessores do conhecimento, treinadores, designers do aprendizado.
Mas em algum momento do ano eles terão de ser nivelados…
Esse é o tipo de coisa que a educação baseada em competências começa a questionar. Visitei uma turma de quinto ano em que os alunos estavam fazendo problemas de trigonometria. O problema é que o atual sistema vai dizer que, no fim do ano, eles serão avaliados em conteúdos de quinto ano. No ano seguinte, eles vão para o sexto ano e pronto. Isso não faz sentido, estamos impedindo o desenvolvimento deles. No entanto, se uma criança chega ao quinto ano sabendo matérias apenas do segundo, ela pode conseguir dar um salto e chegar à quarta série. Esse crescimento de dois anos é impressionante. O que queremos desse tipo de educação é um ritmo mínimo, no qual nenhum aluno avança menos do que um ano em um ano, mas não podemos restringir o lado oposto.
Isso também implica numa mudança das provas oficiais do governo, certo? No Brasil, temos a Prova Brasil, que acontece de dois em dois anos.
Esse é um grande desafio, não apenas no Brasil, mas em países de todo o mundo. Podemos criar exames e sistemas de prestação de contas que também são personalizados? Enquanto eu completo o estudo de um assunto adequadamente, será que posso fazer provas sob demanda para provar o que eu sei, um exame pequeno e pontual? Isso criaria um sistema muito mais confiável porque hoje no Brasil você só consegue me falar do desempenho das escolas do país com dados do ano anterior. Nesse sistema, você saberia todos os dias onde estão os estudantes.



Outro grande material.
🙂
Achei muito interessante. Gostaria de saber mais de como é a metodologia do ensino híbrido.
Sem duvida o blended learning esta no caminho mais direcionado ao sucesso quando se fala em novas tecnologias para educar. Aqui no Instituto Brasileiro de Desenho Instrucional, o wwwibdin, em que nos tornamos referencia em ensinar por meio de metodo do design instrucional a criar cursos on line, implementar plataformas, fazem alguns anos temos nos dedicado a incentivas o ensino hibrido com auxilio de todas as tecnologias existentes disponiveis e varias empresas tem obtido grandes resultados de melhorias em seus treinamentos e entidades educacionais em fixar seus conteudos e melhorar interatividade.
Ter uma turma com 30 alunos, em nosso país, já facilitaria um aprendizado de melhor qualidade. Com referência ao Ensino Híbrido, ainda é uma novidade bem distante dentro da nossa realidade. Ter alunos com níveis diferentes dentro da mesma sala no Ensino Fundamental, com a nossa cultura educacional assistencialista, deixo a pergunta: Dará certo? Como fazê-lo na prática?
Educação Híbrida um desafio para quem quer ter a tão falada EDUCAÇÃO MEIO DE TRANSFORMAÇÃO .
A Ciência precisa chegar nas Escolas
Excelente matéria
Excelente matéria
Acredito que sem dúvida alguma o modelo tradicional de ensino está em conflito com a realidade das novas tecnologias que está presente no dia a dia. Porém, vemos a dificuldade em termos um corpo docente com total domínio sobre as ferramentas tecnológicas disponíveis na área de ensino. Vamos comparar a estrutura necessária para a elaboração de cursos e-learning (EAD), mal chegaram e já estamos conviendo com o m-learning (mobile), e suas necessidades que diferem significativamente do aparato necessário das necessidades do e-learning. Como imputarmos a responsabilidade ao professor do ensino presencial sem sobrecarregarmos esse profissional? Quantas escolas públicas de ensino presencial possuem ao menos um profissional de TI para auxiliá-los? O planejamento estratégico aqui se faz imensamente necessário, e os custos iniciais dessa iniciativa, sem qualquer tipo de retorno efetivo na sua implantação, inviabiliza vários projetos, pois sempre existem prioridades mais emergenciais… Se queremos uma mudança, temos que investir pesadamente no treinamento e suporte dos professores para o domínio das novas tecnologias, mas também numa estrutura adicional de planejamento didático pedagógico para orientar no conteúdo do conhecimento que será abordado nas aulas… Não podemos querer imputar ao professor a missão de ser um “editor” do material didático e também tomar cuidado para que ele não utilize as ferramentas das novas tecnologias, para simplesmente substituir o giz e o quadro negro, mantendo o modelo já utilizado a décadas do ensino tradicional.
Acredito que sem dúvida alguma o modelo tradicional de ensino está em conflito com a realidade das novas tecnologias que está presente no dia a dia. Porém, vemos a dificuldade em termos um corpo docente com total domínio sobre as ferramentas tecnológicas disponíveis na área de ensino. Vamos comparar a estrutura necessária para a elaboração de cursos e-learning (EAD), mal chegaram e já estamos conviendo com o m-learning (mobile), e suas necessidades que diferem significativamente do aparato necessário das necessidades do e-learning. Como imputarmos a responsabilidade ao professor do ensino presencial sem sobrecarregarmos esse profissional? Quantas escolas públicas de ensino presencial possuem ao menos um profissional de TI para auxiliá-los? O planejamento estratégico aqui se faz imensamente necessário, e os custos iniciais dessa iniciativa, sem qualquer tipo de retorno efetivo na sua implantação, inviabiliza vários projetos, pois sempre existem prioridades mais emergenciais… Se queremos uma mudança, temos que investir pesadamente no treinamento e suporte dos professores para o domínio das novas tecnologias, mas também numa estrutura adicional de planejamento didático pedagógico para orientar no conteúdo do conhecimento que será abordado nas aulas… Não podemos querer imputar ao professor a missão de ser um “editor” do material didático e também tomar cuidado para que ele não utilize as ferramentas das novas tecnologias, para simplesmente substituir o giz e o quadro negro, mantendo o modelo já utilizado a décadas do ensino tradicional.
Há alguns anos, aproximadamente 10 anos, foi e é percebido o surgimento de um novo público, os nativos digitais – crianças de 1-2 anos já mexem em tablets, celulares, e outras tecnologias cada vez mais avançadas, bem melhor do que muitos adultos (pais), outros até analfabetos digitais (avós).
O Ensino híbrido é uma ótima alternativa para todos os níveis da educação, desde a Educação Infantil até o Ensino Superior. Portanto, é válido o investimento por parte de Secretarias estaduais e municipais, e posteriormente, até Governo Federal. Entretanto, demandaria preparo e contratação de pessoal, o que geraria gastos, algo que brecaria qualquer iniciativa de secretarias por parte das prefeituras e estados.
Além do Ensino híbrido, outra alternativa chamada BYOD (Bring your own device) ou BYOT (bring your own technology) tem se mostrado bastante promisora, principalmente na escola. Funciona assim, os gestores pedem para que os alunos e os professores levem seus próprios dispositivos para que sejam utilizados em sala de aula.
Vinícius Bopprê comenta em seu artigo veiculado neste site no dia 23 de dezembro de 2013, que “defensores do movimento afirmam que essa solução é fundamental para que os alunos tenham acesso a conteúdos on-line, como aplicativos, videoaulas, imagens, principalmente em escolas que não tem grandes recursos financeiros para comprar um dispositivo para cada. O que melhoraria, e muito, a aquisição de novas competências e habilidades – potencializaria aprendizagens.
Muito importante, acho fantástico mas muitos professores não tem acesso gratuito a cursos, nem condições de adquirir um bom computador e muitas escolas públicas favorecem um acesso de Wi fi.
Esse dado chamou muito minha atenção,
“Você precisa ter banda larga, uma boa conexão com internet. Nos EUA, estamos
falando hoje em 100 megabits por segundo. Até 2020, será 1 gigabit por segundo
“Sou professora de Arte
em escola do Estado e gosto muito de trabalhar com tecnologia ,porem quando
vamos fazer o uso da sala de informática, uma decepção total, perdemos muito
tempo para conseguirmos uma conexão favorável (quando funciona).Quando passo
atividades em celular, que quase todos os alunos possuem, outra decepção, quase
ninguém tem credito .Acredito muito no uso da tecnologia na educação, mas temos
que olhar a realidade de cada escola.
O ensino com tecnologias é fantástico, mas infelizmente não temos bons computadores nem, nem conexão de internet boa nas escolas. Isso dificulta o trabalho com as diversas tecnologias. O celular por ser um das novas tecnologias não está dando espaço para podermos utilizar de uma forma mais prazerosa para as aulas.
Espero que daqui um tempo possamos utilizar o celular nas aulas. Mas temos que ser capacitados para todas essas tecnologias e temos que ter acesso, pois muitas de nossas máquinas estão desatualizadas.
Realmente é lamentável as condições dos computadores das Escolas Estaduais, a conexão lenta sendo necessário 2 aulas para poder realizar uma atividade, porque fazer as maquinas funcionarem levam quase 1 aula….
Encontraremos alguns desafios para trabalhar com o ensino híbrido,enfrentamos a falta de ferramentas tecnológicas educacionais, a falta de internet na escola, porém desenvolver a autonomia dos alunos para uma aprendizagem mais personalizada faz com que esse aluno construa um currículo onde ele seja o protagonista.Essa realidade seria de grande valia para ambos.
Creio que, além das questões que envolvem a tecnologia, no Brasil há as questões que dizem respeito aos professores. Esses profissionais teriam que aceitar essa nova metodologia, capacitar-se para tal utilização e acima de tudo deixar de lado a resistência que a maioria deles apresenta com relação ao novo.
A proposta do Ensino Híbrido é excelente, porém na pratica ainda nos faltam muitos recursos: A falta de espaços adequados, wi-fi em toda a unidade escolar, tablets ou notebooks em sala de aula ou sala especifica. Quantidade de computadores, tablets ou notebooks para o número de alunos em sala (aproximadamente) ferramentas tecnológicas em português, e uma cartilha com recursos para possíveis dúvidas.
Excelente sugestão, que funciona bem nos EUA, mas não querendo ser pessimista, tal realidade ainda está longe de chegar nas salas de aula de uma escola pública estadual, onde falta até giz, onde o “Laboratório de Informática” tem 10 computadores para a escola inteira, sendo que normalmente de 5 a 6 computadores estão quebrados ou ainda não voltaram do conserto.
Concordo com voce!
Primeiramente, boa tarde. Como o ensino híbrido poderá ser estabelecido em nosso método de ensino, sendo que, não temos estrutura para os nossos alunos, nem materiais de trabalho para nós professores e muito menos incentivo pedagógico vindo das próprias escolas? Projeto excelente e incentivador nos EUA, porém, o Brasil ainda precisa se munir de meios de acesso a internet em todas ás escolas, estrutura nas salas, materiais para seus professores e mais incentivos pedagógicos.
É verdade seria otimo, porém não temos espaço fisico, nem tão pouco conexões adequadas.
Concordo com os comentários abaixo. Mas acredito que, hoje em dia, já podemos ter mais autonomia para aplicar metodologias de ensino como essas, sem custo algum nem conhecimento técnico avançado, e principalmente sem depender de estrutura. Compartilho um complemento para esta reflexão que permite aplicarmos este método de forma mais simples,gratuita, sem depender de grandes recursos: https://www.goconqr.com/pt-BR/ensinar/aprendizagem-combinada/
Além das questões ressaltadas pelos colegas quanto a infraestrutura, conexões ineficientes ou ausentes, utilização de recurso próprio (BYOD), resistência de docentes quanto a inovação; entre outros, há um complicador a ser visto no Brasil, que difere de outros países do primeiro mundo; a inclusão efetiva de usuários capazes de manusear tablet, notebook ou até mesmo smartphone, muitos possuem mas não se utilizam dos recursos devidamente, a maioria navega pela rede social sem conhecimento do uso da ferramenta, para o uso híbrido efetivo, existe a necessidade da inclusão digital de fato, possivelmente havendo a inclusão informacional básica em todo os níveis escolares para obter sucesso.
concordo. principalmente professores. muitos de nós não transita bem pelas tecnologias.
lendo os posts abaixo, que dura constatação: trabalhamos em ambientes e dentro de um sistema avesso às inovações necessárias. escolas públicas onde projetos floresceram são a minoria da minoria. infelizmente. além disso, estamos em pleno contexto de fechamento de escolas no estado de sp em nome de uma “reorganização” nada factível. todavia, podemos fazer algo, não podemos? fazer o possível.ouvir essas experiências me anima.
Apesar de tantas dificuldades enfrentadas na educação, encontramos professores que realizam excelentes trabalhos.
Infelizmente o investimento feito nos laboratórios de informática das escolas é tão pequeno que não conseguimos estar sempre nos atualizando ou utilizando programas mais atuais com nossos alunos.
Considero que, além das dificuldades relatadas, acrescento a gestão do tempo do professor para avaliar e fazer intervenções necessárias para cada aluno individualmente. Porém o uso de tecnologia se faz importante na atualidade, e devemos encontrar meios de utilizá-lo com eficácia.
É verdade seria uma ótima forma de chamar a atenção de nossos alunos, porém infelizmente não temos conexões adequadas e com certeza, haveria também diversas dificuldades, principalmente pois tudo que é novo requer um trabalho árduo e mudanças de posturas, nos quais muitos não querem aderir ao novo.
O que eu acho mais interessante com essa abordagem é que ela auxilia a trabalhar contra um dos maiores problemas no ensino: a falta de sentido real do que é aprendido. Quando o aluno tem a oportunidade de testar seus conhecimentos fora da sala de aula ele consegue construí-los de forma pessoal e proeficiente. Vou estudar mais a fundo este modelo de ensino e tentar aplicar. É um bom ponto de partida para uma mudança real e relevante
Podemos resumir assim: Universalização do Ensino. Personalização de Ensino com o uso das diversas tecnológias. Foco na Aprendizagem otimizando o tempo do professor.
Entendo que o ensino híbrido favorece o desenvolvimento de estratégias de aprendizagem para o aluno. Se levado a sério, favorece o desenvolvimento de conteúdos (conhecimentos e informações técnicas) e competências relacionadas ao pensar. Há necessidade e ressignificar a sala de aula, o processo de ensino e aprendizagem. O pensamento e as sequências didáticas deixam de ser muito linear…sem abrir mão de momentos de síntese da aprendizagem realizada.
Li todos os 36 comentários postados até este momento. Algumas considerações.
Primeira: o conceito de ensino híbrido sumarizado pela autora do post, no primeiro parágrafo da introdução, “mescla do ensino presencial com o virtual, dentro e fora da escola” parece-me pouco preciso; efetivamente, a afirmação sugere contraposição entre presencial/virtual que seriam mesclados. As contraposições seriam presencial/a distância e, talvez, real/virtual. Ou seja, embora aceitável em artigo jornalístico, convém leituras/reflexões adicionais – talvez o curso as oportunize – para trabalhar com conceitos mais precisos. Segunda consideração: pareceu-me interessante o conceito de “inovação disruptiva” como ambiência que provê o “habitat” adequado ao ensino híbrido e, pelos comentários, há quase consenso com relação à inexistência da disrupção na escola pública brasileira, embora, supostamente esteja acolhendo “nativos digitais”. Ou seja, se não houver as condições ecológicas, há possibilidade, de que trabalhar com ensino híbrido na escola brasileira seja similar a cultivar algas marinhas em Cuiabá, de onde escrevo. Terceira consideração: no entanto, são frequentes a ambientação de plantas em nichos ecológicos diversos do originário; ou seja, o ensino híbrido requer significativa adaptação às condições da nossa escola. Acredito que a customização seja possível, mas seria sobre-humano, se realizada por um ou outro professor; é necessário prover condições para que essa ação seja pensada e operacionalizada por um grupo de professores comprometidos com a inovação, com forte apoio dos gestores e pais. Quanto aos alunos, penso que, em sua grande maioria, envolver-se-iam com a proposta, sem resistências significativas.
O problema de conexão com a internet preocupa muito e deixa o sistema hibrido duvidoso se visto pelo lado de ter de estar online, parecendo não existir outra forma a não ser esta, não é mesmo? Fiquemos atentos as Tecnologias offline, que podem também serem fortes aliadas ao processo de ensino-aprendisagem. Neste momento profissionais da Educação devem estar alinhados aos profissionais das áreas de Tecnologias da Informação (TI) e vice-versa.
Estou confiante de que, com esse curso, encontrarei novas formas de aprender e ensinar, e que poderei motivar cada aluno para a aprendizagem. Tudo é muito inovador e promissor, pois vem de encontro aos interesses das crianças e da sociedade atual.
Com a metodologia do Ensino Híbrido, faz com que se tenha a preocupação por parte do educador em interagir mais com o educando, e também obter um maior rendimento, e uma relação mútua de troca de informações, e uma diversificação da grade curricular com os conceitos no âmbito digital.
Estou iniciando o curso agora nas férias. Meus amigos que já concluíram me disseram que o curso é excelente e estou apostando nisso. O lema em uma das escolas em que trabalho é focar na solução e não nos problemas. Não posso ser resistente, tenho que tentar proporcionar o melhor ensino aprendizagem.
A educação escolar necessita desenvolver as habilidades e competências necessárias aos alunos, para a sua formação cidadã, porém, não podemos desconsiderar os conhecimentos que cada um deles trás consigo. Há a necessidade de se repensar o ensino para que os conhecimentos ensinados sejam apreendidos e tragam significados para vida desses alunos.
Estou muito feliz por aprender novas formas de ensinar, a educação necessita de mudanças e avanços, e devemos usar as tecnologias a nosso favor. A questão da infraestrutura me preocupa, pois acesso a internet precisa melhorar muito…Estou animada, vamos tentar! É importante e urgente nos aproximarmos mais de nossos alunos, oferecendo mais recursos e oportunidades para todos.
Meu maior interesse nesse curso é conseguir desenvolver habilidades em nossas crianças de maneira que o conhecimento torne-se seu aliado para a vida. Se para isso a interatividade é um grande aliado, aqui estou para aprender a utilizar esse meio. Que venham aulas virtuais que permitam a participação de todos em busca da aprendizagem.
Creio que o importante é ampliar a visão do aluno sobre as possibilidades de escolha que ele pode fazer em sua vida. Mostrar através de um aprendizado diversificado que é possível cada um autodescobrir suas capacidades, qualidades e habilidades.
Gosto do conceito disruptivo é quando o professor tem a percepção que aos poucos ele está conseguindo avançar com o aluno no processo ensino aprendizagem, visto que o ser humano mude seu jeito de aprender ele precisa aprender se adaptar,então esse conceito vem para ajudar as ações dos professores em sala de aula junto com a tecnologia.
Adoro inovar,transformar as minhas aulas,pois no mundo em que vivemos temos que estarmos sempre em inovaçaõ para avançar no conteúdo ,do processo de aprendizagem e esse conceito veio pra somar e não dividir…muito interessanteo conceito disruptivo.
O Ensino como um todo precisa de inovação, mas é no Médio que vemos o quanto isso se torna essencial. O uso das tecnologias pode desenvolver competências de leitura e, consequentemente, o conteúdo.
Estou animada
com o curso.
Acredito que existe
sim uma necessidade de se
repensar o ensino e devemos usar
a tecnologia ao
nosso favor.
A tecnologia tem a função de favorecer a todos. Assim, a medida em que esta tecnologia é incorporada para o êxito do ensino aprendizagem, certamente, favorecerá a todos, inexoravelmente ao aluno.
O ensino precisa mudar, temos hoje uma nova clientela, que aprende de maneira diferenciada, não adianta ficarmos com lousa e giz, precisamos estar preparados. O curso é um caminho, mas temos que buscar muitas outras fontes e formas de fazê-lo.
A proposta do ensino híbrido vem de encontro com as necessidades de inovação nas práticas e didática em sala de aula, para atender aos clientes cada dia mais exigente, com características peculiares e motivações diferentes, sem as necessidades básicas desenvolvidas com diferentes arranjos de família, enfrentando todo tipo de desafios. Por outro lado temos o professor que não foi formado para atender as individualidades e na maioria das vezes continua preparando as aulas para a turma mesmo sabendo dos diferentes níveis da classe e da necessidade de novas estratégias para ensinar. Trabalhar conhecimento e habilidade é necessário então é preciso que apropriemos da tecnologias disponíveis que estão acessíveis e fazem parte do cotidiano dos alunos.
Concordo com você Marli. É preciso evoluir, desmistificar o novo e constatar que as novas possibilidades de aprendizagem estão ai. as tecnologias serão de muito auxilio. Já não se pode pensar, ensinar, transmitir sem lançar mão dos meios tecnológicos.
Devemos atuar com grandes inovações no mundo contemporâneo utilizando e abusando das tecnologias aprimorando as habilidades e competências do séc XXI contribuindo para a formação do HUMANO ampliando as suas possibilidades de escolha em busca de sucesso e satisfação pessoal.Devemos estar preparados não só para atuar mas também para enfrentar os desafios do cotidiano.
Muito bem pensado colega, muito bom lê-la ainda mais que foi a primeira logo depois de minha postagem, vc vem com algo que está totalmente ligado ao que disse e ao que sinto e ao que lemos aqui, é muito bom saber que estamos partilhando do mesmo chão, ou do mesmo vazio, importante é que lançamo-nos e de mãos dadas ao “lançarmo-nos neste vazio criamos o próprio chão!”
A proposta do ensino Híbrido vem de encontro às necessidades e anseios de nossos alunos (e de nossa sociedade), que estão vivendo uma era contemporânea e o ensino ainda é tradicional e arcaico. Sem ampliar horizontes, utilizando-se de novas ferramentas, não há como contribuir para uma educação voltada para a apreensão do conhecimento com foco em desenvolver habilidades e competências possíveis, plausíveis e reais.
O grande desafio é promover a formação dos professores para mudar a prática docente. O domínio das tecnologias muitas vezes chega antes aos jovens e os professores precisam se apropriar das ferramentas disponíveis para ensinar melhor no século XXI.
COM O ACELERADO AVANÇO DA TECNOLOGIA QUE ACABA SENDO MAIS ACESSÍVEL AOS ALUNOS DO QUE AO PROFESSOR, ELE PRECISA SE INSERIR NESSAS MUDANÇAS, DEIXANDO AS PRATICAS ANTIGAS, E SE APROPRIEM DO QUE É REAL E NOVO, E QUE REALMENTE FUNCIONA PARA A MELHOR FORMAÇÃO DOS EDUCANDOS
O professor tem que aprender a trabalhar em equipe, considerando suas experiências e as partilhando com seus colegas de trabalho. Hoje ainda o individualismo impera, e nosso aluno é o mais prejudicado. Temos que dar condições de implantar o que realmente da resultados. O nosso aluno merece.
ESTOU GOSTANDO DO CURSO HÍBRIDO E COM CERTEZA SERÁ UM GRANDE DESAFIO ROMPER AS BARREIRAS DO ENSINO EM SALA DE AULA,MAS É PENSANDO NO APRENDIZADO DO ALUNO QUE ESSE CURSO,
No início o tema me assustou. O novo causa medo. Porém, o curso híbrido está me ajudando a melhorar o meu papel enquanto educador. Infelizmente, não temos estrutura, espaço e disponibilidade de auxílio. Mas, eu creio que aprenderemos muito neste curso
estudo híbrido
Olhem esse trecho da entrevista: “Você precisa ter banda larga, uma boa conexão com internet. Nos EUA, estamos falando hoje em 100 megabits por segundo. Até 2020, será 1 gigabite por segundo. ”
Pois é! Em quais escolas públicas temos internet que funcione? Muitas delas nem computador, nem sala de informática não há.
O que fazer então? Com GLS (Giz, Lousa e Saliva)?
Olá, até o momento da leitura do texto não tinha noção do que era educação híbrida; achei interessante a maneira com que é abordado a questão da aprendizagem, espero trabalhar com os meus alunos e obter um resultado positivo.
Intuo que será uma experiência não só muito interessante, como indispensável para nos colocarmos em dia com o nosso tempo. Olhando do ponto de vista de meus alunos, minhas aulas devem ser muito chatas, por mais que eu queira me enganar. E isso que me preparo continuamente para ser um bom professor. Mas, está faltando essa revolução – mudança de conceitos e o uso cotidiano das novas tecnologias. Ainda sonho voltar a ser um grande mestre, como fui outrora. Sinto estar dando os primeiros passos nessa direção. Aprendizagem “forever” e p’ra frente brasil!
É uma forma de ensino que deverá ser estruturada pelos sistemas de educação, pois pelo que observei estrategicamente o aluno tem a oportunidade de avançar em seu aprendizado sem que seja observado tempo ou classificação em sua escolarização seja por série, nível ou série. Atualmente LDB e os Sistemas de Ensino estruturaram a Educação Básica através de um currículo onde também estão abrigados, além dos conteúdos que serão ensinados, os critérios
para avanços do ensino e da aprendizagem por idade e anos cursados, conforme é estabelecido no artigo 23 da LDB “A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar”. Neste contexto, observem que o aluno não avança individualmente em sua aprendizagem, mas sim de acordo com a turma em que está incluído. Para que o princípio do ensino e da aprendizagem tenha este novo desenho de respeito aos avanços individuais dos alunos há de haver uma total reformulação na organização da educação no Brasil.
Também não sabia o que era Educação híbrida até o momento, após a leitura do texto pude observar que ela é interessante para o aluno, trazendo benefícios de aprendizagem.
Esta plataforma de Ensino trará benefícios mútuos tanto para professores, quanto aos alunos.
estou gostando muito deste curso ,pois é um desafio e está cada vez mais presente em nossas vidas, o ensino hibrido vem nos incentivar a trabalhar com mais precisão e uma aprendizagem mais significativa.
O Ensino Hibrido é um incentivo na busca de aprendizagens significativas. Vejo o ensino hibrido como uma forma de trabalhar em equipe rompendo com as barreiras ainda existentes nas salas de aula que se traduzem apenas no uso do giz, do livro didático e na fala do professor.
Está sendo interessante isso, mas terá que alterar toda a estrutura da educação brasileira???
Espero poder através desse curso possibilitar práticas novas mas não poderei sair do sistema que trabalho na rede de ensino do Brasil
O Ensino Hibrido é um incentivo na busca de aprendizagens concretas é uma forma de trabalhar em equipe, tanto os alunos quanto os professores,.
também aprendendo a replicar boas praticas.
O Ensino Hibrido é mais um recurso que temos para trabalhar e desenvolver as habilidades. Com esse recurso fica mais atraente as aulas, e também em desenvolver trabalhos em equipe.Com esse novo incentivo tanto os alunos como os professores serão os grandes beneficiados, e é um incentivo a mais na busca de um aprendizado mais significativos.
Adorei saber que evoluiremos por um processo em que o aluno com certeza gostará de estar inserido. Basta convidá-lo, pois dentro de minha realidade de Ensino Médio a inovação tecnologica é uma constante. O protagonismo que também é requerido faz parte de minha realidade e o saber conviver. Excelente! é tudo o que preciso. Mãos a obra, já sabemos o que nos falta e vamos buscar as soluções. Abraços
concordo a questão tecnologica é de fundamental importancia no ensino basico
Realmente está na hora, de uma grande inovação. Nesse modelo o meu aluno será construtor do seu aprendizado, assim como foi citado ele ficará incomodado se perceber que não estará evoluindo, pois ele deverá dominar conteúdos para avançar. Estará frente a um desafio.O professor será então assessor do conhecimento, e sua sala estará em vários níveis de aprendizagem.Pois sentimos hoje nas salas de aula um desprezo por parte de alguns alunos quanto a aprendizagem, pois caminham com a turma sem desenvolverem nenhum conhecimento. E para nós educadores é decepcionante. Creio que é necessário inovar.
Realmente começa a trazer ideias de como vencer as dificuldades. Sou Coordenadora Pedagógica em busca da melhoria da aprendizagem de nossos alunos, e sei que devemos mexer em algo mais do que o que estamos fazendo…
Bom, há alguns anos fiz um curso universitário ead,e nem sabia que isso se tratava de ensino Hibrido,na verdade foi o curso que mais me deixou satisfeita até então.Acredito que essa nova forma de ensinar irá ampliar o conhecimento de várias pessoas, o que é necessário é incentivo e condições nas escolas para que isso aconteça.
Na verdade essa é a evolução para a educação.
O ensino híbrido é uma inovação e desenvolve o conhecimento e as habilidades do aluno.
Entendo que essa formação é para o Professor, porém, na prática deve alcançar o aluno, sua aprendizagem, seu interesse e motivação em estudar. Necessita fazer frente aos interesses que alcançam os alunos atraves das própias tecnologias e que os afastam da escola. Se essa missão for alcançada com essa nova formação, terá valido a pena.Toda nova perspectiva que surgir para ser aplicada na escola, deve levar o aluno a se interessar pela escola, não como uma instituição ou pelos professores, mas como um local onde ele possa se desenvolver, se formar, se tornar uma pessoa melhor, habilitada, construtiva, produtiva ser o senhor do seu própio destino.
O ensino híbrido por ser algo inovador gera vários questionamentos e dúvidas, mas na minha opinião o principal é favorecer a aprendizagem dos alunos.
O ensino hibrido pode ser considerado mais livre e flexível, mas como o próprio autor Michel Horn aborda as avaliações e processos seletivos como vestibulares por exemplo precisam sair deste modelo apenas conteudista de “medir” pessoas. Texto muito interessante.
Eu gosto desse tipo de ensino, já fiz duas faculdades ead, uma pós mista, aulas com ensino hibrido e outras com o professor, não tive dificuldade alguma, gostei bastante, mas para utilizar essas metodologia nas escolas, me baseando nas escolas que eu trabalho, penso que irá demorar um pouco, a estrutura é totalmente desfavorável… uma pena!
Com o passar dos dias, TUDO na vida muda, não é a educação a única a ficar estagnada. Estamos décadas atrasados na educação.Precisamos mesmo, de pessoas ANOS LUZ A FRENTE, para ter coragem para iniciar o novo, mesmo que não seja tão novo quanto parece. Professores e alunos, estamos vivendo no século 21, precisamos de pensamentos ,ideias e ações que nos façam sentir que profissionais, crianças e jovens podemos querer e sermos mais, nesse mundo em permanente mudaça.
Pelos textos que tenho lido sobre o Ensino Híbrido, sinto-me estimulado a conhecer mais e mais sobre o assunto. Acredito que com as ferramentas certas, utilizadas da maneira correta, é possível o professor, em sala de aula, conseguir atingir todos os alunos a e não apenas alguns. Atingir a todos os alunos, esse é o grande desafio do professor do século XXI.
A inovação é sempre um desafio, mas sem duvida é necessário inovar já que existe dinâmica em tudo. O aluno atual necessita de formas de abordagem diferenciada, direcionada a desenvolver suas potencialidades e o ensino hibrido vem de encontro.
É interessante conhecer o novo, fazer a diferença.
Este novo formato de ensino é interessante cabe a nós professores analisar e planejar nossas ações. Para gerir a sala de aula.
Devemos estar sempre dispostos’ a mudanças, sempre em prol de uma melhor educaçao.
Até o momento não tinha noção do era Ensino Hibrido.
O ensino hibrido é transformador não só para os alunos, mas principalmente para os professores.
Estou começando o curso e estou gostando, pois pelos vídeos e o texto que li é bem interessante e temos que estar sempre aprendendo, porque somos educadores e nossas crianças precisa e tem o direito a diversidade e outros meios de aprendizagem.
Estou começando o curso agora . A ideia de inovação do nosso sistema de ensino é de extrema importância. Espero poder utilizar o aprendizado deste curso na sala de aula.
Já utilizo algumas ferramentas em minhas aulas, mas comecei a elaborar aulas híbridas agora. Tenho certeza que será um sucesso!
A diversificação da aula, dos temas a serem trabalhos, de como isto pode chegar até os alunos pode ser melhorada com o ensino híbrido, uma mescla de diferentes estratégias podendo atingir toda a turma, ou até mesmo aquele aluno com maior dificuldade, sendo assim, uma avanço bastante enriquecedor! Transformar para conquistar!
Eu estou conhecendo e aprendendo sobre o assunto hoje, estou achando muito interessante, penso que toda forma de ensino-aprendizagem que vier para acrescentar tanto de um lado como do outro deve ser considerada.
estou começando o curso agora, e ja estou gostando.
Estou feliz com as novidades que este curso esta me oferecendo, estou gostando muito.
Estou começando o curso e gostando muito da proposta de ensino que o curso está proporcionando.
Não tinha noção do era Ensino Hibrido,estou gostando muito das novidades o ensino hibrido é transformador não só para os alunos que amadurecem seu protagonismo, mas principalmente para os educadores.
Estou iniciando o curso e achando essa proposta muito inovadora e interessante. Nos dias atuais os métodos de ensino tradicionais não acompanham toda a bagagem tecnológica que o aluno possui, tornando o ensino desestimulante
O curso vem ao encontro para evitar com nossa aula seja a mesma aula que tem sido trabalhada a década, sabemos que precisamo inovar, com calma, reflexão, referencial teórico e com certeza o curso nos dará parâmetros para colocar em prática.
É fundamental mudanças para que o aprendizado realmente aconteça. Tudo evoluiu nessas ultimas décadas, mas sabemos que, no processo ensino e aprendizagem as coisas acontecem a passos lentos. O curso vai ser um estimulador para alcançarmos esse objetivo.
É um processo…
Sabemos que precisamos inovar as práticas de ensino sim, pois o mundo está em constante transformação, e o ensino deve acompanhar. Mas o que fazer se as avaliações “posteriores” são “conteudistas”?
O professor é o grande provocador de mudanças para gerar transformação. Para tanto, é necessário que uma gestão democrática que confie nas ações para mudar essa realidade estática da sala de aula. De fato, fazer valer a premissa do Protagonismo, formar jovens autônomo, solidário e competente,
Ensino Híbrido uma conquista diária de novos parceiros, pois trabalhamos por adesão. Engajamento do professor e aluno.
Hoje, ser educador exige muito mais do que ter somente conhecimento sobre sua área específica. É preciso ser um estimulador do prazer em construir o conhecimento.
No mundo de hoje, as tecnologias são indispensáveis na educação das crianças e dos adolescentes. Eles ‘vivem’ tecnologias e quem não vive sonha em viver. É o mundo deles. Isto é fato.
A inserção das tecnologias de acordo com as necessidades da sala de aula só tem a trazer benefícios para o cenário da educação no Brasil.
Com toda a certeza, o ensino hibrido é o futuro da educação. Porém no modelo da escola pública, infelizmente ainda falta muito investimento tanto no fator humano(treninamento) quanto na infra-estrutura.
Os alunos estão preparados para receber este tipo de ensino. Eles pedem por isso, está mais proximo a sua realidade nos dias de hoje. O que precisa é capacitar professores e melhorar a estrutura na rede publica.
Olá, Rosi.
Para saber mais sobre o tema de formação inicial, visite nossa série sobre Formação Inicial http://porvir.org/?s=S%C3%A9rie%20Forma%C3%A7%C3%A3o%20de%20Professores&t=1
Com certeza o ensino híbrido é a ferramenta que personaliza a educaçaõ. No entanto precisaríamos ter computadores e internet nas escolas para podermos proporcionar,facilitar e inovar a prática para a aprendizagem dos alunos.
Olá, Genilda. Já conhece o guia Tecnologia na Educação do Porvir? Discutimos muito sobre esse assunto. Aqui vai o link http://porvir.org/especiais/tecnologia/
Boa noite , estou de acordo, até porque existem muitas escolas onde a internet não funciona mas a ideia do ensino hibrido é boa , no começo dará um pouco de trabalho mas acredito que o resultado final será excelente.
Como educadores precisamos parar de achar que há apenas um único caminho para melhorar a educação e a realidade. O ensino híbrido é apenas mais uma proposta para promover aprendizagem, mas não é e nunca será o único meio para fazê-la acontecer. Precisamos levar em conta a realidade de cada comunidade a fim de verificar se, de fato, esta ou aquela metodologia vai dar certo ou não. Outro aspecto tem a ver com a formação dos professores. Trabalhar com o ensino híbrido não é simplesmente colocar internet na escola, montar estações de trabalho em sala de aula e permitir que os alunos escolham como querem apreender. É preciso investir na formação dos professores para trabalhar com metodologias disruptivas. Vivemos numa sociedade na qual na maioria das vezes não escolheremos o que queremos fazer. Além do mais, tomar o ensino híbrido como única metodologia para promover a educação é também engessar os alunos e não prepará-los para a realidade. Pois, pode haver que, em uma determinada escola este aluno estude com o modelo híbrido, mas ao sair desta instituição ele não continuará a ter esse modelo. E, como disse acima, levar em conta a realidade de cada comunidade é crucial para implementar uma ou outra metodologia de trabalho. Acredito que utilizar o ensino híbrido pode trazer bons resultados, mas não acredito que ele seja a salvação da educação. Cabe a cada escola e a cada educador, conhecendo sua realidade e a realidade da sua comunidade implementar os métodos que forem mais adequados para cada caso. Levar a educação a sério é o passo principal para uma transformação.
Esses estadunidenses observam coisas que já existem, dão uma pequena alterada, colocam um novo rótulo e espalham pelo mundo que inventaram uma revolução, um fenômeno. Ensino híbrido mescla várias abordagens existentes, como aprendizagem ativa, significativa, métodos de trabalho em grupo. Esse cara veio do meio empresarial e quer vender um produto. Aplico vários métodos inclusive com internet em minhas aulas e na casa do aluno e não sou famoso. Talvez por não ser norte americano. Mais do mesmo.
O mundo está em constante transformação, há sempre mudanças… e com o ensino não pode ser diferente, devemos ter a tecnologia em nosso favor e com ela acrescentar aos recursos que temos no momento para um bom trabalho em sala de aula.
Mas, infelizmente há falta de estrutura na rede pública, não há computadores funcionando adequadamente e os que têm são utilizados por mais de um aluno ao mesmo tempo, assim o propósito quase não é atingido, o que é uma pena!
O conceito é interessante…muito interessante, quero ver aplicado nas escolas, nas salas de aulas, nas casas. Tomara que seja o início de uma grande mudança, pois esse modelo tradicional ..em pleno século XXI, simplesmente faliu….
Mudanças sempre geram insegurança. Sem dúvida, a vontade de fazer o trabalho diferente com o fito de motivar o aluno no processo ensino aprendizagem tem sido preocupação frequente na fala dos professores. Quem sabe o ensino híbrido não seja o caminho!
O Ensino Híbrido chega para inovar de maneira dinâmica o Ensino, pois está interligado à nossa nova geração tecnológica. Espero com o curso, aprimorar meus conhecimentos e auxiliar meus alunos.
Motivar o aluno a aprender,buscar sentido no que aprende.Motivar o professor com a política nacional vigente.Motivar-se com os desafios de encarar e enfrentar uma,duas,três jornadas.E o ensino híbrido chega,ou já existia.Bem…é uma possibilidade para melhorar nas aprendizagens e possibilitar nosso planejamento a ser mais eficaz.
Muito bacana o Ensino Híbrido, realmente vem inovar um sistema que penso eu já está totalmente desatualizado, é como se o estudo convencional já estivesse encerrado seu ciclo. Precisamos adequar à realidade do Estado com escolas ainda sem sala de informática, como é a minha, sem wi fi para os alunos utilizarem os celulares… Mesmo com esses empecilhos penso que temos que inovar, estar abertos ao novo.
Para o ensino hibrido realmente acontecer é necessário primeiro que o professor se mostre aberto para a mudança e depois acreditar na capacidade do protagonismo dos alunos. O ensino hibrido o professor deixa de ser o único detentor de conhecimento e o aluno é ativo em sua aprendizagem e capaz de desenvolver as habilidades e competências necessárias, sempre sobre a tutoria de seu professor que o ajuda durante essa josrnada…uma verdadeira mudança de postura e ideias.
Toda mudança gera desconforto, mas vale a pena tentar para que nossos alunos sejam beneficiados com as melhorias que o ensino hibrido pode lhes proporcionar.
Nosso sistema de ensino/aprendizagem está muito desatualizado, gerando desinteresse por parte dos alunos. Estando eles como protagonistas do seu próprio aprendizado, acreditamos em uma educação de maior eficiência e qualidade.
Concordo professora,mas nos arriscar faz parte na formação de uma sociedade onde é composta por nativos digitais
Para nós professores é um despir-se de crenças e metodologias para incorporar ao nosso cotidiano o novo.
O ensino híbrido vem de forma que os alunos veja os recursos tecnológicos podem ser mais que uma simples rede social,mas algo capaz de ensinar e aprender de com a mais atual e tecnológica,e a troca de experiências saindo além dos limites de sala de aula.
Um ensino que faz todo o sentido, visto que, realmente, o sistema tradicional não consegue, se é que já conseguiu algum dia, incluir a todos em suas dificuldades e peculiaridades. É uma forma de ensino que se apresenta como esperança para um problema que todos nós educadores já percebemos: Como não nivelar por baixo e como assegurar aprendizagem para aqueles com maior dificuldade, sem desestimular os que têm maior facilidade? Acredito que a ideia é boa e que não será fácil a sua implantação, mas percebo claramente o quanto se faz necessário esse tipo de ensino.
Aulas híbridas é uma realidade. Precisamos nos transformar.
A profissão professor requer a constante reinvenção dos atores.
A mudança é difícil. Sair da zona de conforto é doloroso! É preciso muita determinação.
Boa tarde!
A proposta é bem interessante eu particularmente utilizo pouco esses recursos Essa geração é muito antenada as tecnologias e devemos, sim proporcionar o conhecimento com essas novas possibilidades de aprendizagem, pois a inovação é estimulante e dinâmica.
A aprendizagem apresentada de forma individualizada traz para o aluno uma perspectiva diferente com relação ao seu conhecimento mas ainda precisamos despertar nesse aluno o interesse individual pelo aprendizado porque ele está realmente acostumado a ouvir informações e a ser um agente passivo no processo de ensino e aprendizagem. No ensino híbrido ele passa a ser o protagonista de seu conhecimento e a buscar esse conhecimento de forma ativa. Acredito que muito já está acontecendo dentro das escola mas muito ainda deve mudar para que esse tipo de ensino se desenvolva a contento de todos.
Tenho refletido muito em minhas aulas sobre novos olhares sobre a educação e esse curso está me concretizando o que me faltava.
O desafio das escolas públicas, apesar das opções de adaptação dos recursos, ainda pesa sobre a escola e os professores as habilidades computacionais para que atue com segurança.Depois o interesse pessoal em se capacitar e fazer uso do conhecimento adquirido.
Como dito na definição de “disruptivo”, As inovações disruptivas em educação são sempre muito primitivas em seu início, assim, temos como principio elaborar boas aulas com metodologias que se adéquem a essa nova plataforma de ensino. Será um desafio para ser vencido em etapas.
Toda mudança gera um desconforto, porém é bem interessante tentar. Com as melhorias que o ensino hibrido pode lhes proporcionar, conhecimento com essas novas possibilidades de aprendizagem, pois a inovação é estimulante e dinâmica. Acreditamos em uma educação de maior eficiência e qualidade.
Excelente a entrevista. Gostei bastante quando falou-se da questão da infraestrutura. Muitas pessoas julgam que é difícil implementar o ensino híbrido em suas escolas por déficits neste aspecto, todavia, essa ideia do BYOD (trazer seu próprio aparelho) facilita a inserção da prática e ajuda também na propagação da cultura digital para ampliar possibilidades de aprendizagem, de uma forma que os estudantes passam a modificar também a maneira como utilizam seus ETMs (equipamentos de tecnologia móveis) otimizando seus usos para aquisição e propagação de conhecimento.
Acredito que devemos mudar as estratégias e o ensino hibrido é uma inovação. Devemos cada vez mais, procurar estimular nossos alunos para uma aporendizagem significativa.
É um método que devemos tentar que assim como revolucionou os estudos, podem também trazer um incentivo a mais para as nossas aulas e auxiliar no processo de ensino aprendizagem dos nossos educandos.
Visto que as novas gerações de estudantes tendem a ter ótimas habilidades com o mundo virtual e tecnológico, direcionar este ensino para o propósito da personalização da aprendizagem, nos leva a acreditar que a verdadeira educação será mais sedutora e eficaz.
O Ensino Híbrido é uma tendência para a educação do futuro. Portanto, professores precisam se atualizar e adquirir um novo olhar sobre o uso das tecnologias digitais em sala de aula.
Muito inspirador nos faz sonhar com algo novo e despertar em nossos alunos o interesse e a vontade de participar ser “protagonista de seu conhecimento”!
Muito interessante o tema abordado. Estava preocupada apenas sobre a infraestrutura, porém fiquei mais tranquila quando li que “…se você tem 30 crianças, você pode ter de 8 a 10 aparelhos.” Assim, estamos agora em um universo mais real. Muito bom!
Acredito que devemos nos aperfeiçoar e usar todas estratégias para que nossos alunos possam avançar e o ensino híbrido é uma inovação.
O ensino híbrido é algo que vem nos apoiar neste momento onde a tecnologia se faz muito presente na vida de nossos alunos. Não dá mais pra imaginar a educação distanciada da tecnologia.
Se você for ver o ensino ou estudo híbrido sempre existiu. É como montar partes do jogo Lego ou quebra-cabeça, com exceção que as novas tecnologias atuais ajudam muito.
O Ensino hibrido é a unica forma de se promover a transfomação, em redes de ensino.
Acredito que seja mais instrumento para nos nortear em sala de aula,para que possamos lidar com as diferenças que nela existem.
Só pela leitura da entrevista podemos perceber que o Ensino Híbrido é um grande desafio para professores e alunos, que terão papéis bem diferentes daqueles que desenvolvem em aulas “normais”
Gostei da proposta do ensino hibrido, mas infelizmente a grande maioria das escolas não possuem a estrutura que comporte este modelo.
Acho a proposta do ensino híbrido um grande desafio para professores e alunos, mas é um instrumento para auxiliar já que a tecnologia se faz muito presente na vida de professores e alunos.
Vcs ainda não perceberam que a cada dia surge uma nova metodologia, um nome novo e jeito novo de ensinar, mas esquecem que os problemas são os mesmos sempre! Na verdade querem ensinar conhecimento a todo preço para alunos que vão para uma escola com outros objetivos, ou seja, alunos vão continuar recebendo aquilo que menos importa à eles, conteúdos e fórmulas, excluindo-os do que realmente é primordial, VALORES!
Simples assim.
O desafio na implementação dessa proposta começa na mudança
das estruturas de formação e competentes, voltados menos ao eu e sim ao
próximo, é um caminho longo a ser percorrido, mas necessário uma vez que a
tecnologia avança em um único sentido no tempo.
Desafio imenso para o professor! Dominar para poder usufruir. Sair do giz e lousa e começar a utilizar novas tecnologias para aprendizagem. Se olharmos ao redor não temos infraestrutura. Somos criativos e tentamos. Não desistimos, não! Acredito que a formação e troca de experiências sejam os primeiros passos para a concretização. Trabalhar a prática, fortalecer o grupo, buscar parcerias e trabalho entre áreas do conhecimento.
O Ensino Híbrido é um grande desafio para professores e alunos, que terão papéis bem diferentes, daqueles que desenvolvem nas sala de aulas, mas infelizmente a grande maioria das escolas não possuem a estrutura que comporte este modelo, mais com certeza é uma tecnologia que se faz muito presente na vida de professores e alunos, tendo dificuldades, mais sempre aprendendo.
A questão “foi inspirador” me leva a responder que SIM! Evidentemente, desejo ver como funciona efetivamente o ensino híbrido, penso que realmente não oferecemos oportunidades de aprendizado pleno aos nossos alunos, nos baseamos pela maioria. Eu digo, inclusive, que nós professores nos preocupamos com aqueles com maiores dificuldades e não damos as devidas oportunidades àqueles com maior facilidade. Nivelamos por baixo, por assim dizer e, não de forma consciente, mas acabamos desmotivando estes alunos e tirando seus direitos de aprendizagem também! Por esta razão, uma proposta que vá contribuir para minimizar isso, personalizar o ensino é, sem sombra de dúvida,muito bem-vinda!
A proposta de estudo com ensino híbrido, tem salas que vai funcionar legal mas,enquanto outros casos vai ser um grande desafio para muitos professores, alunos com dificuldades para usar a tecnologia digital.
No meu caso na fundação não tem laboratório de informatica. Vamos pensar futuramente como vai ser.
Gostei da proposta do ensino hibrido, mas infelizmente a grande maioria das escolas não possuem a estrutura que comporte este modelo.Precisamos que todos os governantes também olhem com amor para essa nova tecnologia.
Penso que o ensino hibrido é sensacional, contudo, também penso em como viabilizar essa proposta em escolas que não possuem estruturas – máquinas (PC’s/note) adequados e nem uma internet que efetivamente funcione a contento. Vejo isso como a principal dificuldade. O personalizar o ensino para cada discente é ainda, ao meu ver, utópico, frente a entraves que superam o déficit de aprendizagem do grupo. Há também o desafio para o docente que, ainda não domina as novas tecnologias, tanto e quanto o alunado.
Toda mudança que visa melhorar e ampliar o campo de conhecimento tanto do professor quanto dos alunos é muito bem vida, mas é também um desafio muito grande para escola e professores. O grande impasse é a estrutura que encontramos nas escolas e como viabiliza-las para desenvolver o Ensino Hibrido e formas de levar ao docentes essas tecnologias para que possam ser levadas efetivamente aos alunos.
A proposta é bastante interessante, mas acredito que deve ser bem estruturada de acordo com as nossas condições educacionais.
Muito interessante! A proposta do “Ensino Híbrido” é o desafio para o século XXI. Num primeiro momento, pensando na estrutura física e curricular em que trabalhamos, diria ser impossível. No entanto, ouvindo cotidianamente comentários sobre necessidade de mudança, é possível acreditar que é a solução. Nada fácil, mas possível. E o primeiro passo acredito que deva ser a conquista de um grupo de profissionais que gostam de enfrentar desafios, corajosos e que acreditam na educação. A partir daí, discutir e planejar a mudança diante das possibilidades da escola.
Interessante o estudo hibrido
Muito interessante essa nova maneira de ensinar, mas é preciso uma infra-estrutura adequada para que os resultados sejam promissores.
Um dos grandes desafios para os educadores no séc XXI: ensino híbrido -“Sim, muito. Antes, os professores davam uma aula para a turma inteira. Agora, eles podem ter 30 alunos em 30 níveis diferentes. Sua tarefa é muito mais ser um designer do aprendizado de cada aluno e avaliar para ver se estão dominando o assunto. Eles são assessores do conhecimento, treinadores, designers do aprendizado.” – a fala que mais me impressionou… o tradicional já ficou par trás há muito… e a ‘revolução nos modos de ensinar’ avança na velocidade da luz.
O ensino hibrido é uma proposta inovadora que desafia e exige de professores e alunos, é um processo sem volta
Muito interessante essa nova maneira de ensinar, no entanto é necessário treinar os professores para essa nova ferramenta para que se adaptem para trabalhar com crianças e níveis diferentes, utilizando a tecnologia. Um grande desafio.
O ensino hibrido é uma grande oportunidade de renovar a educação e criar seres humanos de valor, elevando o leque de habilidades e com isso aumenta o conhecimento de acordo com as possibilidades de cada aluno.
O Ensino Hibrido é uma ótima alternativa para aulas criativas, com contexto único entre todos os inseridos no processo.
A educação precisa se preocupar em se adaptar as estruturas para apoiar o professor.O professor tem a legitimidade em dar os primeiros passos, pois através de seus passos, os alunos vão se desenvolvendo para um ensino adequado, e trara bom frutos.
Acredito que a proposta da metodologia tem tudo para ser uma excelente ferramenta para o professor usar nas suas aulas. Porém tenho dúvidas quanto a participação ativa dos alunos como construtores do seu próprio conhecimento, visto que as redes sociais e a informação rápida e sem relevância, são a menina dos olhos de nossos jovens. Esperaremos para ver.
Apesar de que a metodologia do ensino hibrid e realmente um grande desafio, mas assim que o professor conseguir usar na sala de aula, abre janelas de oportunidades em termos de criatividade, ideais, os alunos vao conseguir resolver conflitos porque vao trabalho muito em equipe e tambem ficaram mais independente. Vale muito a pena mesmo
Penso que o melhor do ensino híbrido é que os alunos têm mais tempo para avaliar o conteúdo que receberam e pensarem em perguntas a serem feitas.
Acredito que o ensino híbrido une mais ainda o universo professor/aluno, humanizando a aprendizagem.
O ensino híbrido direciona para a prática de trabalhos em equipes, oportuniza o pensamento crítico em vários contextos.
A proposta é muito interessante, com ela o aluno teria maior compromisso com os estudos e para os docentes seria uma possibilidade a mais de desenvolver o espirito de trabalho em equipe, a criticidade e uma aprendizagem significativa aos alunos. No entanto, faz – se necessário que esta proposta seja estruturada de acordo com as condições e a realidade educacional de cada lugar.
Confio na capacidade do trabalho desafiador. Sempre que recebo algo diferente, penso nas várias possibilidades de fazer acontecer, para buscar um em nossos educandos um amplo e critico olhar sobre o mundo em estamos vivendo, assim terá maiores condições de escolhas em seu futuro.
Penso ser importante todo esse estudo híbrido, principalmente em um tempo que as tecnologias estão muito próximas de nossos alunos, os quais tem muitas habilidades e capacidades para se envolver em algo novo e desafiador.
O ensino Híbrido é um desafio muito grande tanto para professores , quanto alunos. Precisa-se em ambas as partes, muita dedicação e disciplina para essa metodologia que está inserida não somente nas escolas como nas casas de cada um. A questão é como organizar tempos e espaços para que os estudos realmente aconteçam. Cada vez mais as tecnologias vem tomando espaço no dia a dia de nossas escolas e não tem como fugir. A cada realidade precisa ser adequada para tal. É um caminho a ser percorrido com muita cautela e paciência.
Acredito que o estudo Híbrido traz a nós um novo desafio, que nos trará resultados satisfatórios, e que tornará nossos alunos cidadãos capazes de intervir, olhar e participar cada vez mais.
É muito importante que nós educadores estejamos prontas para se adequar a esta geração de pequenos internautas, que não consegue como nós conseguíamos prestar atenção em uma professora com um giz e uma lousa, como surge várias tecnologias é importante se capacitar e inovar com métodos novos que venha nos oferecer subsídios auxiliadores no desenvolvimento educacional de nossos pequenos. O ensino híbrido para mim é novo e desafiador, mas o vejo como uma ponte onde me ajudará a passar o conhecimento ao discente com eficácia.
É um grande desafio para nosso pais, com escolas sucateadas, com falta de material e equipamentos. Além da realidade social das famílias brasileiras. Com toda certeza o uso das novas tecnologias é muito útil na evolução do processe de ensino aprendizagem, o professor precisa acompanhar a evolução de seu aluno, usar as novas tecnologias para melhor a qualidade da educação.
Muito intressante a materia sobre ensino hibrido, acredito que diante da atual conjuntura brasileira a qual a aprendizagem encontra-se altamente numa situacao complicada devido ao desinteresse no aprender, teriamos que buscar novas formas de metodologias, tal como o ensino hibrido; embora o principal cabe aos governantes brasileiros investir em educacao com infraestruturas tecnologicas para incentivar os alunos, qualificar e valorizar os profissionais da educacao.
O Ensino Híbrido é um desafio tanto para o professor quanto para os alunos mais acredito que seria de uma aprendizagem muito satisfatoria e esse metodo de ensino com certeza vai ser o ensino do futuro…
A metodologia híbrida vem de encontro com as atuais necessidades dos nossos alunos, mas e quanto ao professor? Claro que acho muito importante a renovação nas metodologias de ensino, pois estamos vivendo uma transição de eras muito significativa, onde o “novo” e o “antigo” estão se cruzando. A criatividade do professor e o interesse do aprendiz, por enquanto, vão tomando um formato para um novo jeito de ensinar.
Diante do exposto no texto:
“Uma educação baseada em competência trabalha com
a noção de que os estudantes só podem avançar quando eles realmente dominarem
um conceito.”
Sabemos que a escola oportuniza aos estudantes
oportunidades educativas e nos educadores devemos com atuar com competência e responsabilidade. É preciso
compreender o estudante, buscando identificar suas necessidades de
desenvolvimento intelectual, emocional, físico, cultural, reconhecendo a
realidade do aluno, da sua família e da comunidade em que a escola e estes
alunos estão inseridos.
Trabalhando de forma colaborativa com outros
professores da escola, criando comunidades de aprendizagem para compartilhar
desafios e propor estratégias articuladas estabelecer uma relação mais
igualitária e dialógica com seus alunos, reconhecendo seus saberes e
legitimando a sua capacidade de contribuição com seu próprio processo de
desenvolvimento e o professor um mediador, articulador e articulador do
conhecimento, provocando o aluno a aprender a partir de seus próprios
questionamentos avaliando continuamente os processos de
ensino-aprendizagem, em conjunto com seus estudantes, estimulando
que reconheçam o que precisam fazer para alcançar seus objetivos individuais e
coletivos.
Muito oportuna a matéria. Gostei muito das colocações.Há tempos a educação busca mudança, e os desafios existem para serem superados, a opção de um ensino híbrido, desperta-nos curiosidade e enche-nos de esperança em melhorar a educação dos nossos, mas há um longo percurso a trilhar. Devemos, acima de tudo, ter os pés no chão pensar numa forma de aplicação dentro da triste e dura realidade brasileira, com crianças e jovens frutos de famílias desestruturadas, filhos do álcool e das drogas, da violência, sem perspectiva de um futuro melhor, sem auto estima em buscar conhecimento. Este sim será nosso maior desafio.
Mas acho incrível a possibilidade de uma renovação nas metodologias da educação e principalmente se ela contar com a tecnologia virtual.
O ensino híbrido é uma ferramenta essencial para que professores e alunos ensinem e aprendem juntos em diversos locais e a qualquer tempo. O alunos tem a oportunidade de construir trabalhos escolares com os colegas, mesmo distantes, com o monitoramento do professor.
O ensino híbrido é uma proposta excelente mas um pouco distante das escolas públicas
É um novo modo de educar para a autonomia. No Brasil estamos longe disso…existe muito trabalho, principalmente na formação de professores…a luta será gigante.
O ensino híbrido é um avanço para a educação. Abre um leque de trabalho e possibilita a integração com as novas tecnologias.
Fantástica a entrevista. Permite que entendamos a importância de se adotar essa proposta para a escola do hoje.
Material muito interessante. Irei ler novamente e procurar mais informações na literatura
Hoje em meio a pandemia, esta metodologia de ensino pegou a todos de surpresa e nos obrigou a de foram desruptiva implementar o ensino remoto e posteriormente o ensino hibrido.
Método desafiador, que permite levar a educação em curto à todos. Desafiador para educador que necessita aprender como utilizar essas tecnologias e como levar a Educação à todos , se em nosso país muitos não são privilegiados com eletrônicos e internet de qualidade? Reflexo de vários determinantes sociais.
Bem interessante!
O Brasil não se interessa pela educação. Eu provo minha tese apontando para o MEC. Um país que demoniza Paulo Freire e o acusa de pedofilia, não pode estar levando a educação à sério…Um país que inventou um troço chamado “ideologia de gênero”, “escola sem partido” etc et al. não pode ser sério nem levado a sério…O Brasil não é para amadores…? Claro que é…Aliás, o Brasil se pauta pelo amadorismo há séculos…
Na minha opinião, possibilidades e solução de problemas, definem o ensino híbrido.
Gostei de saber um pouco mais sobre esta tendência de ensino. Ótimo material.
A Disrupção, foi uma das melhores coisas que acontecerem, levar conhecimento da todos é a melhor maneira de termos uma sociedade mais equanime.
0 ensino hibrido, foca no sentido professor passa o conteúdo, aluno tem estudar e se esforçar pra aprender, mas temos la carte aluno e professor trabalham juntos para que num consenso revejam que prioritário na atualidade para seu aluno.